>>>Trabalhando numa nova edição da coletânea de ficções alopradas O FILHO DO CRUCIFICADO. A primeira edição é de 2001. Reescrevi todos os textos e incluí um inédito, intitulado “pai kontra mäe em atlanthida”. Essa nova edição reescrita e ampliada será cem por cento indepentende.
Entre a palavra “amor” e o sentimento que ela tenta expressar há um abismo instransponível. O sentimento continua potente, visceral, avassalador, invencível. A palavra, coitadinha, virou um pobre clichê não somente no cotidiano, mas principalmente na arte e na literatura.
Você é o protagonista de sua própria história. Mas apenas um figurante para os milhares de passantes nas ruas, em toda a parte. Você é importante e insignificante ao mesmo tempo. Vamos celebrar! Essa desimportância-importância é uma condição libertadora.
>>>Clarice:
– Uma pessoa leu meus contos eróticos e disse que aquilo não era literatura, era lixo. Concordo. Mas há hora para tudo. Há também a hora do lixo.