Por que o rico da Zona Norte do Recife acha que tem mais "bom gosto" que o rico de Boa Viagem? Uma tese de doutorado defendida na UFPB mostra que para a elite recifense a fronteira entre a Zona Norte e a Zona Sul não é apenas geográfica:
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@cadeiradailha O problema de Matheus Vinícius é o imã de merda que ele tem. Todo jogo faz algo que prejudica muito o time. Expulsão, gol contra, penalti...
Hoje foi um dia muito importante para o esporte. Uma decisão que agitou quem estuda, trabalha e se importa com inclusão e equilíbrio esportivo.
E também as redes.
Para não deixar sem resposta muita gente que apareceu por aqui, faço um último comentário (por hoje, claro).
A questão das atletas trans traz um debate legítimo. Há quem sustente que existe um conflito entre dois pilares: o equilíbrio esportivo e os direitos humanos e que o primeiro deve prevalecer.
Há outros -e me incluo aqui - que não veem esse conflito. Que analisam as regras privadas do esporte sempre à luz dos direitos humanos, como base jurídica para a proteção dos próprios princípios esportivos.
Essa discussão não acontece apenas nas redes. Faz décadas que ela acontece dentro das modalidades esportivas, entre gestores, juristas, atletas e também nos coletivos de direitos humanos.
Continua atual, complexa e vem passando por reviravoltas importantes.
Debater é saudável. Sempre.
Mas esse debate não pode começar com um “homem compete com homem”. Quando parte daí, já não é argumento, é preconceito escancarado. E preconceito não é ponto de partida legítimo. Pra isso, melhor é o silêncio.
Vale lembrar que a decisão atinge também as atletas DSD, mais uma vez violentadas no direito de ser quem são.
O fato é que o que foi anunciado nesta quinta muda o esporte. Não só nas Olimpíadas em 2028, mas no mundo a partir de agora.
E certamente essa mudança será levada aos tribunais, sob a ótica dos direitos humanos.
Eu, que estudo, pesquiso e trabalho com isso, sigo com a mesma convicção:
O esporte inclui. Não exclui.
A inclusão deve ser a regra. A exclusão, sempre a exceção.
Acredito que qualquer decisão nesse campo precisa estar sustentada em prova robusta de vantagem esportiva e compatível com os direitos humanos.
Não unicamente em um teste que define apenas cromossomos.
Até porque o debate global tem sido construído sem evidência concreta de impacto esportivo em pódio. Nenhuma atleta trans conquistou medalha olímpica,
É o que penso. O que defendo.
Mesmo assim, o COI decidiu tomar exclusão como regra nesse debate.
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@arthursilvav@Remista01 Se o time tivesse arrumado, seria uma aposta válida. Hoje , o senso de urgência precisa ser maior. Precisamos de titulares com boa capacidade física e não apostar em reabilitação de altetas
Eu estou estarrecido com a ideia do q o time do Santa Cruz desse ano se jogasse com o time da série D, levaria um vareio de bola. É assustador como pioramos o que era terrível