O Flávio venceu e virá com força total, apoiado pela Câmara e pelo Senado. No papel, é um cenário devastador — o próprio apocalipse político. Mas, no fundo, sob a lógica da revanche, carrega uma ironia inevitável. Veículos como a Globo e a Folha de S.Paulo, que pavimentaram essa subida, sentirão na pele o impacto dessa máquina. Quando a pressão contra essa imprensa começar, que a esquerda não cometa o erro de agir como escudo.
O mesmo se aplica ao trabalhador de baixa renda que abraçou esse projeto: verá o congelamento do salário mínimo, a inflação corroer a mesa, a manutenção da escala 6x1 e os cortes severos no Bolsa Família e nas aposentadorias. Causa dor ver a população do Nordeste exposta a isso, mas a maturidade política exige responsabilidade. O eleitor é adulto e precisa arcar com o peso das próprias decisões. Não cabe à oposição servir de amortece para o impacto; quando as instituições e a sociedade escolhem um caminho, a barreira sai do meio para que sintam as consequências reais das escolhas feitas. A história ensina que, em muitos casos, o aprendizado só ocorre pelo desgaste do cotidiano.
A cobrança deve ser direta também para os grupos minoritários que apoiaram esse espectro político. Se houver retrocesso no casamento igualitário ou perseguição institucional a populações LGBTs em estados dominados pela direita, caberá lembrar diariamente aos que apoiaram esse sistema onde começou a responsabilidade. Da mesma forma, quando políticas raciais e direitos básicos forem desmontados, a postura não será de tutela paternalista. É preciso abandonar o papel de protetor ingênuo de quem ajudou a erguer a própria parede.
Chega de retórica complacente e de slogans como “ninguém solta a mão de ninguém”. Essa postura se mostrou ineficaz. O momento pede recuo estratégico: afastar as mãos, recuar do debate imediato e deixar que a extrema-direita governe sem qualquer tipo de interferência ou oposição defensiva pelos próximos anos.
Quando o desgaste econômico e social atingir a imprensa e os setores corporativos que viabilizaram esse cenário, os pedidos de socorro virão. Cabe à oposição manter a indiferença e lembrar, de forma permanente, quem colocou o país nesse rumo por puro ressentimento político e social.
A experiência internacional já demonstrou a dinâmica do desgaste absoluto de governos populistas quando deixados à própria sorte, sem um alvo externo para culpar pelos próprios erros. Sem oposição para polarizar, o sistema colapsa sob o peso da própria incompetência administrativa.
Enquanto isso, o Nordeste reafirma sua posição. O Ceará e sua capital seguem sob gestões progressistas, funcionando como uma ilha de estabilidade e resistência institucional. Para quem está fora dessa zona de proteção, a orientação é pragmática: preservem-se, fortaleçam suas redes locais e reduzam o desgaste com o ecossistema político atual. Evitem exposições desnecessárias em manifestações ou redes sociais, cuidem da saúde mental e observem o desenrolar dos fatos.
Fiquem calmos. Que a nação aguente o peso das escolhas que fez.
Los brasileños no ven como nos estamos muriendo de hambre en Argentina? No ven que la clase media cayó a la pobreza desde que está Milei? No me entra en la cabeza
O que os números mostram até agora é que existe uma parte do Brasil totalmente indiferente à corrupção, aos escândalos do Master, à nulidade da atuação parlamentar, à vida real de benefícios sociais.
Essa parte abraçou a narrativa e escolheu a autodestruição.
A verdade morreu.
Impressionante o César Tralli falando do Vorcaro batendo na porta do Jacques Wagner como se o narigudo do Luciano Huck que ele cheira o cu não viajasse no mesmo jatinho.
Que raça maldita
Neste domingo, o Brasil vai às urnas. 🇧🇷
Vote consciente, pensando no futuro do país, nas pessoas que você ama e no Brasil que você quer construir.
São muitas razões e um número: 13!
Disseram que Lula não botava gente nas ruas - botou.
Disseram que não tinha mais vitalidade - tem.
Disseram que a militância não mostrava mais ânimo - mostra, e de sobra.
Disseram que Lula estava superado - erraram.
Tudo que a mídia inventou nos estúdios para calar Lula, o povo nas ruas reverteu.
O Trump tem que saber que ele toma conta dos Estados Unidos. Do Brasil, tomo conta eu.
O Brasil tem interesses estratégicos e sabe defender seus trabalhadores, suas empresas e sua soberania.
Na negociação com os Estados Unidos, vamos buscar o diálogo, mas sem abrir mão da soberania.
Porque, para mim, o povo não é número. O povo é minha raiz. É de onde eu vim. ❤️🇧🇷
Como muitos brasileiros, eu vi e vivi isso aqui. Sei que esse país poderia ser muito melhor do que é hoje se não fosse essa direita CANALHA, VERME E VOMITATIVA que SEMPRE trabalhou em prol dos mais ricos e sabotou nossos projetos.
Por isso, eu não admito esses webrevolusteen, playboys filhos da puta falar bosta nos meus perfis.
Vcs NÃO sabem o que foi isso.
Bando de playboy pau no cú.
Diante da gravidade do maior crime financeiro da história do Brasil, o povo brasileiro precisa de explicações e medidas imediatas para enfrentar a crise institucional que tomou conta do Poder Judiciário.
Se faz necessário mais transparência e não vazamentos seletivos que impactam a disputa eleitoral. A divulgação da verdade, como aconteceu na Operação Spoofing, conduzida pelo então ministro Lewandowski, é um exemplo a ser seguido.
Por isso, é urgente a quebra completa do sigilo das investigações de todos os envolvidos no caso Master, seja quem for, doa a quem doer. O Brasil precisa saber a verdade.
For people wondering where this is coming from, this is because Abdul Hadi Awang - president of PAS (largest political party in Malaysia by federal seats) - threw a bombshell during a speech at his annual party congress.
He revealed that - back in 2014, around the time of Obama's visit to Malaysia - PAS party leaders were invited at the US embassy and "were informed about the possibility of toppling the government and taking over the administration" and that "the US was prepared to assist the effort"(https://t.co/94bstyTsjZ)
The US is officially denying it 👇
As Otto von Bismarck famously said: "Never believe anything in politics until it has been officially denied" 😉
Alessandra Orofino traz detalhes reveladores sobre o pedido de Nikolas a Vorcaro para ajudar o seu advogado e "irmão" Thiago Rodrigues de Faria.
Milhões de dólares remunerariam o advogado pela liberação de uma obra que está travada porque oferece riscos a diversas famílias.