@guuutszz@OFCBostil "Muita" gente não é a maioria
Muita gente torce pro Galo, mas a maioria torce pro Flamengo
Vai aí na padaria do seu bairro hoje, puxe esse assunto e veja a reação das pessoas
Rede social é um universo minúsculo diante do que é a sociedade
@rodd__serling Esse Formiga, para ser péssimo, precisa melhorar muito ainda
Nada a ver esse cara
Concordo contigo que uma coisa é ter uma abordagem descontraída, outra é esculhambar
A Globo tem uma marca a zelar
@baudocectt Eu assisto tudo o que for possível
Me sinto obrigado a isso
Porra, nos anos sem Copa vejo até Série D se for o caso, então imagina
Não tem como
@tudojuntocolado@Karolinacandhil@DataFutebol Teve na Copa de 98, época em que eles já eram tretados (só não tava rolando guerra, igual agora)
Os jogadores deram flores uns para os outros, tiraram foto junto e tal
Deve ter coisa sobre isso no YouTube
@DataFutebol Coréia do Sul e México são amigos no futebol há anos já
Teve uma Copa em que a vitória da Coréia ajudou o México a se classificar e a torcida foi em peso na embaixada agradecer
Não lembro se foi em 2018 ou 2022
@dMcintyree20@DataFutebol Quando eu tava na escola, a gente tinha que ir, mas era dispensado faltando algumas horas pro jogo
Geralmente assistíamos só metade das aulas do dia
Mas isso faz tempo, não sei como é hoje
eu vou ser sincero
chegou num ponto da minha carreira q eu genuinamente nao me importo tanto com o cargo ou a remuneração que eu assuma (desde que seja na faixa que recebo hoje) tanto quanto com as pessoas, os ambientes e os projetos
pior coisa do mundo é ter um trampo CHATO
@ehomikas@amo_lavar_roupa Da minha turma teve um que morreu já no ano seguinte ao que terminamos, de acidente de carro
Moleque era engraçado demais, até hoje eu desacredito
@AlvaritoB_02@liberta___depre Primeiro aprende a usar vírgula, depois a gente conversa
Do jeito que escreveu, parece que ele foi para um encontro íntimo (e gay)
Cada día estoy más convencida de que uno de los mayores problemas de nuestra generación no va a ser el dinero.
Va a ser la soledad.
Cada vez veo a más gente de mi generación incapaz de mantener una relación, incapaz de comprometerse con nada y convencida de que siempre habrá algo mejor esperándoles.
Ya nada parece suficiente. Ni la pareja. Ni formar una familia. Ni tener hijos. Ni construir algo a largo plazo.
Todo tiene que ser perfecto.
Y en cuanto aparece el primer problema, la primera discusión o la primera incomodidad, se cambia de pareja.
Vivimos en la generación con más formas de conectar que nunca y, al mismo tiempo, en la generación que más sola se siente.
Porque nos han vendido que la libertad consiste en no depender de nadie. Que comprometerse es una carga. Que tener hijos es un problema. Que construir una familia te quita vida.
Y mientras tanto cada vez hay más gente que llega a los 45 años con cientos de contactos y absolutamente nadie a quien llamar cuando tiene un problema serio.
Lo peor es que muchos no se dan cuenta ahora.
Se darán cuenta dentro de 20 o 30 años.
Cuando los padres ya no estén. Cuando los amigos empiecen a hacer su vida. Cuando las fiestas ya no llenen. Cuando los viajes ya no tapen el vacío. Y cuando descubran que las relaciones humanas necesitan años para construirse.
A veces tengo la sensación de que estamos sacrificando compañía futura por comodidad presente.
Y quizá el gran problema no sea que vayamos a tener menos dinero que nuestros padres.
Quizá el problema sea que vamos a llegar mucho más solos.