Não, eu. . . Não fumo. Obrigada. — disse de forma educada, assentindo com a cabeça graciosamente ao se escorar na árvore da frente, mantendo uma distância segura da fumaça. — Não está satisfeita com a festa? Também saí antes da hora. Não é do meu feitio, mas. . .
Sentada no banco de frente para Anna, Betsy tinha os olhos fechados na tentativa falha de relaxar. Ao ouvir o barulho do pacote, abriu apenas um olho que direcionou para sua companhia. — Isso está bom?
Você sabe que é feio espiar a conversa dos outros, não sabe? — sussurra, se aproximando por trás do amigo e apoiando o queixo sobre o ombro dele. Betsy abre um sorriso e arqueia ambas as sobrancelhas como se indicasse a dupla que agora os dois observavam. — O que estão dizendo?
Lundin! É. Exatamente isso. É claro que eu conheço o sobrenome. Não se falava em outros produtores de vinho nas festas que meus pais davam ao longo dos anos. E, se ainda lembro do gosto, era magnífico.
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Eu sei que esse não é o melhor dos momentos, mas nós vamos encontrá-lo. Eu estou dizendo a você. Dizendo, não. Prometendo. Nem que eu tiver que desfazer Avalon pedaço por pedaço.
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