Cultura é o mistério do indizível né... como pode um bando de branco playboy que vendeu a alma para viver o azedo sonho norte americano tocar samba para sentir um resto de humanidade auto afirmativa no meio daquele inferno. É patético mas tem certa beleza.
A história das Copas (e do futebol no geral), por mais cruel que seja muitas das vezes, quase sempre premia quem se doa por inteiro, seja marcando o nome em definitivo com um título ou uma campanha lendária.
Messi se aposentou da seleção após 2016, disse que não pretendia jogar mais, o peso imposto era muito grande, as críticas e comparações com Maradona…
Voltou, jogou a Copa de 2018 e caiu contra a França; os franceses seriam campeões naquela edição.
Veio a Copa América em 2019 e novamente derrota, para a seleção brasileira, que seria a campeã no final do torneio.
Tudo apontava que ele jamais iria alcançar a glória com seu país, o maior jogador do século, não conseguia vencer onde nasceu.
O ciclo da Copa do Qatar veio, a Copa América 2021 estava ali e Argentina de Lionel Messi, novamente, era uma candidata.
Messi simplesmente dominou a competição: 7 jogos, 4 gols e 5 assistências; artilheiro (empatado) e líder em assistências isolado, somente em dois jogos não participou em gols.
Aquela seleção que não vencia o torneio desde 1993, era campeã contra o Brasil; quem os eliminou na edição anterior.
Então chegava a Copa do Mundo, com alguns nomes mais favoritos que outros e entre eles, claro, a Argentina atual campeã da América do Sul.
Com dez minutos no jogo de estreia deles, Messi abriu o placar contra a Arábia Saudita e tudo parecia lindo, até virar o segundo tempo e dois gols praticamente em sequência saírem.
Começo cruel, nada explicava isso, ninguém esperava, será que a Argentina, principalmente o rosto do time, Messi, iriam ceder mais uma vez?
No jogo em sequência a esse, a Argentina não perdeu, não somente venceu, como convenceu: passaram nos pênaltis contra a Holanda em uma quartas de final que definiu bem o conceito de América vs Europa; venceram a atual vice campeã do mundo e estava na final contra a França.
Novamente se encontravam eles, no maior palco do esporte, onde iria ser decidido se Kylian Mbappé sairia como bicampeão ou Messi finalmente alçaria a glória eterna.
Uma partida apoteótica, a qual provavelmente levou ambos lados ao extremo, resultando naquela que será lembrada como uma das maiores finais da história.
Lionel Messi era campeão, vencendo aqueles que eliminaram ele em 2018.
Ele saiu de uma aposentadoria breve pela seleção em 2016, viu perder novamente uma Copa América e depois cair na Copa do Mundo, para vencer ambos títulos em sequência, contra quem eliminou eles.
Ninguém premeditou isso, não indicava, apenas foi; o esporte premiou ele.
Quem se entrega de corpo e alma ao jogo, mesmo em meio aos devaneios da vida, pode ser recompensado no final.
Que seja agora a nossa alegria em 2026, do Brasil.
🚨 Ousmane Dembélé: “Lionel Messi is the best player I’ve ever seen”. 🇦🇷
“He’s 38 but he’s still fantastic, dangerous… his quality never gets old. We have to be all very careful, Leo can still win the World Cup”, told @marca.
ensino medio eh muito doido ne..por anos vc e todo mundo tinham exatamente a mesma vida.. dai hoje vc stalkeia o insta deles e tem casado tem puta tem coach tem dj tem crente tem esquizofrenico tem medico tem pseudo influencer tem vegano...e tem quem eh igual desde os 15 anos....