🚨🇧🇷 Kim Paim detona e chama Nikolas Ferreira de VAGABUNDO e VERME, após ameaças feitas por perfil que apoia o deputado:
“Desautoriza aí, Nikolas. Você está esperando alguém morrer para fazer alguma coisa? Olha o que a sua turma está fazendo.”
🇧🇷✝️ O canal de Bruno Leonardo, fundador e líder da Igreja Batista Avivamento Mundial, se tornou o MAIOR do YouTube Brasil, com 74,8 MILHÕES de inscritos.
Ele assumiu a liderança após ultrapassar o canal KondZilla, que ocupava o topo do ranking há anos.
No futuro! Todas as mulheres serão adolescentes e não serão responsabilizadas por nada. Pq o papai estado irá proteger elas!!!
Isso é o estado corporativo feminino.
#ACELERA
A filha da puta foi inocentada do assassinato do próprio filho, porque uma juíza de merda alegou que as críticas que ela sofreu configuraram machismo.
Esse é o dano que o feminismo fez na nossa sociedade e como juízas feministas são merda.
Vamos analisar o que esse juíza de merda falou:
"Reação desproporcional e desmesurada da sociedade em geral (...) claramente discriminatória de gênero, influenciada pela cultura patriarcal."
"Por todas essas razões, tenho como medida de justiça mais acertada (...) a extinção de sua punibilidade pelo perdão judicial."
A juza justificou que Monique já havia sofrido uma reação social “desproporcional e discriminatória de gênero” nos últimos 5 anos. Ela argumentou que, se fosse o pai na mesma situação, provavelmente nem teria sido processado, citando influência da cultura patriarcal.
E por isso lhe deu o perdão judicial, que é um dispositivo jurídico que é dado quando se entende que as consequências do crime para o réu já são punição suficiente, e se extingue a pena.
A desgraçada saiu como a real vítima de situação, e o assassinato do filho foi minimizado.
A filha da puta foi inocentada do assassinato do próprio filho, porque uma juíza de merda alegou que as críticas que ela sofreu configuraram machismo.
Esse é o dano que o feminismo fez na nossa sociedade e como juízas feministas são merda.
Vamos analisar o que esse juíza de merda falou:
"Reação desproporcional e desmesurada da sociedade em geral (...) claramente discriminatória de gênero, influenciada pela cultura patriarcal."
"Por todas essas razões, tenho como medida de justiça mais acertada (...) a extinção de sua punibilidade pelo perdão judicial."
A juza justificou que Monique já havia sofrido uma reação social “desproporcional e discriminatória de gênero” nos últimos 5 anos. Ela argumentou que, se fosse o pai na mesma situação, provavelmente nem teria sido processado, citando influência da cultura patriarcal.
E por isso lhe deu o perdão judicial, que é um dispositivo jurídico que é dado quando se entende que as consequências do crime para o réu já são punição suficiente, e se extingue a pena.
A desgraçada saiu como a real vítima de situação, e o assassinato do filho foi minimizado.
@canalminimapa@Midvsmi O jogo so é um dos maiores sucessos da história da indústria e que apresentou a franquia pra toda a geração que iniciou pelo ps2, só vcs viúvas de controle tank com câmera fixa que pegam no pé do jogo, mas concordo em partes, a lore do 4 é bem fraca e desconexa com a franquia
KakakakkKakakakakkakakakakak
Sombrancelhas, cílios, a porra de um piercing no nariz, boca de pato e cabelo na chapa (deve ser pichainho) kakakakka tem algo mais artificial que isso? Só o suco Tang azul
Vocês lembram do juiz de Jales que condenou um casal a 50 dias de prisão por fazer homeschooling — ou seja, por ensinar as filhas em casa?
Na sentença, o juiz citou a rejeição de uma adolescente ao funk como “sinal de preconceito”. A investigação descobrou que mesmo juiz curtiu o Réveillon ao som de Anitta meses antes.
O problema não é o que ele ouve. É usar o gosto musical de uma adolescente — que rejeita funk e prefere música cristã — como fundamento numa condenação criminal. O critério, ao que parece, é muito mais sobre gosto pessoal do que jurídico.
O juiz afirmou que havia citado “funk” apenas uma vez na sentença, classificou as críticas como difamação, ameaça e até homofobia, e alertou que quem divulgasse informações do processo sigiloso poderia estar cometendo crime. Só que, no story seguinte, o próprio juiz divulgou um trecho da sentença para tentar se defender.
Hoje, Junior da Luz Miranda — cujo nome anterior era Eliel — responde a diversos procedimentos disciplinares simultâneos no CNJ e na Corregedoria do TJSP.
Reportagem completa em @a_investigacao_: https://t.co/r7ACdlJtb2
🇧🇷 AGORA: PL muda de posição, declara apoio ao fim da escala 6x1 e decide apresentar texto alternativo na hora da votação para baixar a jornada de trabalho para 4x3.
Anúncio foi feito na noite desta terça-feira, no Plenário, pelo deputado Sóstenes Cavalcante, líder do partido.