DOCUMENTOS QUE TODO CATÓLICO DEVERIA TER NA LISTA PARA LER:
1/ Pio XII (1939-1958): • Munificentissimus Deus (1950) - Assunção de Maria • Mystici Corporis Christi (1943) - Corpo Místico de Cristo • Humani Generis (1950) - Contra falsas doutrinas • Mediator Dei (1947) - Sobre a Liturgia
2/ Pio XI (1922-1939): • Casti Connubii (1930) - Matrimônio Cristão • Quas Primas (1925) - Festa de Cristo Rei • Quadragesimo Anno (1931) - Ordem Social
3/ Pio X (1903-1914): • Pascendi Dominici Gregis (1907) - Contra o Modernismo • Sacrorum Antistitum (1910) - Juramento Anti-Modernista • Acerbo Nimis (1905) - Ensino do Catecismo
4/ Leão XIII (1878-1903): • Rerum Novarum (1891) - Condição dos Operários • Aeterni Patris (1879) - Filosofia Cristã • Humanum Genus (1884) - Sobre a Maçonaria
5/ Pio IX (1846-1878): • Syllabus Errorum (1864) - 80 erros modernos • Ineffabilis Deus (1854) - Imaculada Conceição • Pastor Aeternus (1870) - Infalibilidade Papal
6/ Gregório XVI (1831-1846): • Mirari Vos (1832) - Contra Liberalismo e Indiferença Religiosa
7/ Pio VII (1800-1823): • Ecclesiam a Jesu Christo (1821) - Condenação da Carbonária
8/ Pio VI (1775-1799): • Auctorem Fidei (1794) - Condenação do Sínodo de Pistoia
9/ Clemente XIV (1769-1774): • Dominus ac Redemptor (1773) - Supressão dos Jesuítas
10/ Bento XIV (1740-1758): • Vix Pervenit (1745) - Sobre Usura
11/ Clemente XI (1700-1721): • Unigenitus (1713) - Contra Erros de Quesnel
12/ Inocêncio XI (1676-1689): • Coelestis Pastor (1679) - Condenação do Quietismo
13/ Alexandre VII (1655-1667): • Ad Sanctam Beati Petri Sedem (1656) - Contra Jansenismo
14/ Inocêncio X (1644-1655): • Cum Occasione (1653) - Condenação do Jansenismo
15/ Urbano VIII (1623-1644): • In Eminenti (1642) - Contra Jansenismo
16/ Paulo V (1605-1621): • Rituale Romanum (1607) - Estabelecimento do Ritual Romano
17/ Sisto V (1585-1590): • Immensa Aeterni Dei (1588) - Reforma da Cúria Romana
18/ Pio V (1566-1572): • Quo Primum (1570) - Promulgação do Missal Romano
19/ Pio IV (1559-1565): • Benedictus Deus (1564) - Confirmação do Concílio de Trento
20/ Paulo IV (1555-1559): • Cum Ex Apostolatus Officio (1559) - Autoridade papal e heresia
21/ Paulo III (1534-1549): • Laetare Jerusalem (1545) - Convocação do Concílio de Trento
22/ Leão X (1513-1521): • Exsurge Domine (1520) - Condenação de Lutero
23/ Alexandre VI (1492-1503): • Inter Caetera (1493) - Divisão do Novo Mundo
24/ Inocêncio VIII (1484-1492): • Summis Desiderantes Affectibus (1484) - Sobre bruxaria
25/ Sisto IV (1471-1484): • Exigit Sincerae Devotionis (1478) - Inquisição Espanhola
26/ Eugênio IV (1431-1447): • Cantate Domino (1442) - Sobre a salvação e a unidade da Igreja • Laetentur Caeli (1439) - União com a Igreja Grega
27/ Martinho V (1417-1431): • Inter Cunctas (1418) - Condenação de Wycliffe e Hus
28/ Bonifácio VIII (1294-1303): • Unam Sanctam (1302) - Supremacia papal
29/ Inocêncio III (1198-1216): • Vineam Domini (1215) - Quarto Concílio de Latrão • Vergentis in Senium (1199) - Heresia como traição
30/ Urbano II (1088-1099): • Deus Vult (1095) - Chamado para a Primeira Cruzada
31/ Gregório VII (1073-1085): • Dictatus Papae (1075) - Poder papal
32/ Nicolau II (1058-1061): • In Nomine Domini (1059) - Reforma da eleição papal
33/ Leão IX (1049-1054): • Epistola ad Michaelem Cerularium (1054) - Cisma do Oriente
34/ Gregório I (590-604): • Regula Pastoralis (590) - Deveres dos bispos
35/ Gelásio I (492-496): • Famuli Vestrae Pietatis (494) - Igreja e Estado
36/ Leão I (440-461): • Tomus ad Flavianum (449) - Duas naturezas de Cristo
37/ Zósimo (417-418): • Epistola Tractoria (418) - Condenação do Pelagianismo
38/ Sirício (384-399): • Directa ad Decessorem (385) - Primeiro decreto papal conhecido
39/ Dâmaso I (366-384): • Decreto Damasiano (382) - Cânon das Escrituras
40/ Júlio I (337-352): • Epistola ad Orientales (341) - Defesa de Atanásio
41/ Silvestre I (314-335): • Representado no Concílio de Niceia (325) - Primeiro Concílio Ecumênico
42/ Clemente I (88-99): • Primeira Epístola aos Coríntios (96) - Intervenção em Corinto
43/ Pedro (30-67): • Epístolas de Pedro - Cartas no Novo Testamento
@Serpic__@filoteiadejose Tem razão. Mas todos recebem graça suficiente. Nem todos estão em estado de graça por demérito próprio. Isso quer dizer que todos podem se salvar se cooperarem com a graça, que de fato é gratuita e imerecida.
Não
Ela exige cooperação. O ato em si da justificação, especialmente a primeira, é ação divina, através do batismo. Como diria o Papa São Leão Magno, é um ato triplo: da Água, do Sangue e do Espírito. Os três são inseparáveis.
Passando da justificação inicial, que depende da cooperação da Fé e da contrição, para nos mantermos no estado de graça, devemos ativamente evitar e abominar o pecado.
Então é óbvio que há mérito pessoal na virtude dos santos. Não podemos excluir o livre arbítrio.
É uma bela de uma contradição, especialmente para aqueles que acreditavam nisso. Hoje em dia, a FSSPX é bem mais liberal do que era na época das sagrações. A Resistência é uma grande evidência de que a própria fraternidade relaxou sua visão.
De qualquer modo, meu ponto é sobre Lefebvre, que já afirmou diversas vezes que a legitimidade dos clamantes do papado desde João XXIII pode ser duvidada.
Meu ponto é que Lefebvre não chegou às medidas que tomou por razões políticas, mas razões graves que envolvem a Fé e a Moral da Igreja Universal.
Ainda gostaria de ler algum texto, artigo, ensaio, síntese de alguma referência sua que corrobore com sua interpretação dos eventos que se seguiram desde o vaticano II até a morte de Msr. Lefebvre.
Já assisti.
Mas vou reassistir.
Então não existe um documento que corrobore com sua tese de forma explícita. Afinal, nem mesmo esses vídeos concordam contigo. É só um compilado gigante de informação. E como é grande eu teria um enorme trabalho para provar essa afirmação super simples.
@oaustro11@NovusOrdoWatch Eu entendi que você pensa isso. Não sei como apóstata pode ser sobre política. tem alguma referência ou fonte que suporte esse seu entendimento?
Mas o Vaticano II acabou em 65. Até ele se tornar quem se tornou levou cerca de 15-20 anos. Ele foi e voltou muitas vezes. Eu sei que ele assinou, eu sei das controvérsias.
O ponto é que a posição dele era sim análoga e semelhante à dos vétero "católicos". Inclusive, sua interpretação da posição de Lefebvre é nova. Nunca vi ninguém que pensa assim nesse assunto. Ele chamou Roma de apóstata no sentido de dizer que suas figuras protagonistas e coadjuvantes apostataram da Fé realmente.
em 88 ele deixa isso ainda mais claro ao rejeitar a excomunhão, ao rejeitar a suposta autoridade.
Se for honesto, tem que ver Dom Lefebvre tal como ele foi. Um homem confuso, contraditório consigo mesmo em vários pontos do tempo. Eu reconheço a importância dele, sem sombra de dúvidas. Mas também sou obrigado a ver seus defeitos.