Today I had the honor of sitting beside Brazilian Senator and presidential candidate @FlavioBolsonaro during his powerful presentation representing Brazil’s economic interests before the @USTradeRep.
While I support my president’s right and responsibility to adjust tariffs to reflect an America First economic policy, Sen. Bolsonaro made a compelling case that the corrupt Lula da Silva regime and its criminal leftist allies have misrepresented the tariffs by falsely blaming the Bolsonaro family. Lula’s Marxist Workers’ Party has used these tariffs to smear the Bolsonaro family, lie to the Brazilian people, and deepen ties with the Chinese Communist Party and other totalitarian regimes.
Bravo, Flavio! We stand with you. Clearly, Flavio’s heart is with the patriotic, hard-working people of Brazil. The Brazilian people deserve to be free from the judicial dictatorship of Alexandre de Moraes and the Marxist PT thugs who seized power. We pray the Trump Administration will swiftly correct the damage done by the Biden Administration’s interference—including USAID-backed efforts that helped topple the Bolsonaro presidency and install this regime.
America rejected Marxism by re-electing Donald Trump. We pray Brazil will soon return a Bolsonaro to the Planalto and restore liberty, sovereignty, and partnership with the free world.
@jairbolsonaro@BolsonaroSP@SenadorJett
@LucianoHangBr Estes programas sociais têm que ter prazo de validade.
O nosso inimigo é o PT.
Acorda Brasil!
Não parar, não precipitar e não retroceder 🇧🇷 🇧🇷 🇧🇷
OS MAGISTRAIS
Há um tipo de autoridade que começa acreditando representar a Justiça e termina acreditando ser maior do que ela. Não se contenta em julgar processos. Quer corrigir a sociedade, educar o povo, controlar a palavra, administrar a opinião pública e decidir até onde vai a liberdade alheia. Quando alguém questiona, não responde com humildade institucional. Responde com toga, caneta, sigilo, inquérito e superioridade moral.
Em Supremas Cortes, ministros decidem. Aqui, alguns decidiram também mandar, ordenar, intimidar, ameaçar e punir. A toga virou comando. O martelo virou arma. E a soberania que dizem defender parece cada vez menos a do país e cada vez mais a do próprio poder.
O problema é que o mundo começou a olhar. Espanha, Itália, Estados Unidos, Argentina e veículos importantes da imprensa internacional já perceberam que há algo muito errado quando uma Suprema Corte passa a acumular funções, avançar sobre limites, tratar crítica como ameaça e transformar decisões excepcionais em método permanente. O que antes parecia assunto interno brasileiro virou constrangimento internacional.
A decisão italiana no caso Zambelli — e aqui não importa se gostamos dela ou não — foi simbólica porque atravessou o oceano para dizer o óbvio: não se pode confundir juiz, vítima, investigador e executor dentro do mesmo jogo. O Direito precisou vir de fora para lembrar aquilo que aqui dentro muita gente fingiu esquecer. E quando o óbvio precisa ser importado, a desmoralização já está instalada.
O mais grave é que eles ainda parecem não perceber. Continuam com o nariz empinado, como se toda crítica fosse ignorância, toda divergência fosse extremismo e toda reação internacional fosse ataque à soberania. Mas soberania de quem? Do país ou deles? Pelo dicionário, soberano é quem exerce poder supremo, quem detém domínio. E é exatamente essa a impressão que começa a se formar: não estão defendendo a soberania nacional, mas a soberania de suas togas, de seus martelos, de seus salários, de suas mordomias e de um poder que já não aceita ser questionado.
Chamam-se magistrados. Mas, nesse espetáculo de vaidade institucional, talvez caiba melhor outro nome: os magistrais. Magistrais na arrogância, magistrais no excesso, magistrais na incapacidade de enxergar o estrago que estão fazendo à imagem do Supremo Tribunal Federal e do próprio Brasil.
Quando tribunais estrangeiros começam a barrar extradições, quando órgãos de refúgio passam a proteger condenados pelo STF e quando a imprensa internacional transforma o Supremo brasileiro em tema recorrente de crítica e desconfiança, já não estamos diante de “ataque à soberania nacional”. Estamos diante do desgaste externo de uma soberania muito mais estreita: a soberania da toga.
LEVANTAMENTO INTERNACIONAL
Espanha: a Audiência Nacional espanhola negou a extradição de Oswaldo Eustáquio e apontou motivação política no pedido brasileiro. A decisão foi além de uma formalidade processual: colocou sob suspeita a natureza da perseguição judicial apresentada pelo Brasil.
Itália: no caso Carla Zambelli, o ponto mais forte não é a simpatia ou antipatia pela personagem. É o conteúdo da decisão. A Corte de Cassação apontou problema de imparcialidade, questionou o acúmulo de papéis de Alexandre de Moraes no processo e falou em violação grave do direito de defesa. Isso é mais forte do que uma manchete: é uma corte estrangeira dizendo que o processo brasileiro não passou no filtro jurídico de outro país.
Estados Unidos: Trump Media e Rumble levaram Alexandre de Moraes à Justiça americana, em tribunal federal da Flórida, alegando censura ilegal e efeitos sobre a liberdade de expressão em território americano. O caso ganhou dimensão institucional quando o próprio STF autorizou a AGU a atuar na defesa de Moraes, tratando a questão como assunto de Estado.
Argentina: a Conare concedeu refúgio permanente a Joel Borges Corrêa, condenado pelo STF pelos atos de 8 de Janeiro. Mesmo num caso em que a Argentina também aceitou outras extradições, esse episódio mostra que decisões brasileiras passaram a ser filtradas politicamente e juridicamente por outros países.
Imprensa internacional: The Economist, Wall Street Journal, Washington Post, Reuters, Politico, The Guardian e Die Welt também repercutiram, com diferentes tons, a concentração de poder, a disputa com plataformas digitais, a censura, o bloqueio do X, a atuação de Moraes e os choques entre decisões brasileiras e liberdade de expressão fora do Brasil.
Quem dera fosse IA. Mas não, é uma desembargadora do TJSP dizendo que a classificação do PC e do CV como grupos terroristas não muda nada na vida do povo e que o pior é que já subiu o preço da cocaína. Assista!
@FlavioBolsonaro Lembra que quando fizemos uma doação voluntária ao Bolsonaro, porque não fazemos o mesmo com o Flávio.
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