Eduardo Bolsonaro quer trocar o Pix pelo Zelle, sistema privado americano. O Pix é público, gratuito, instantâneo e atende todo o Brasil. O Zelle é de bancos, pode cobrar taxa e não funciona 24h. Trocar soberania por servidão não é negociação, é traição.
O Pix é soberano! 🇧🇷
Rapaz! Que lapada do Haddad no Flávio Bolsonaro: “Enriqueceu na política sem ter feito nada, sem nunca ter trabalhado. Vinte anos de mandato e não aprovou um projeto relevante para o país, nem quando o pai era presidente”.
Dizer o óbvio de forma clara: o atual governo americano é golpista - ensejou a invasão do Capitólio e, depois, anistiou, condecorou e indenizou os invasores. Qualquer ideia de que tenha apreço pela democracia no Brasil é delírio.
Quando Jair Bolsonaro fez de Ciro Nogueira ministro da Casa Civil, disse que estava entregando a ele a “alma do governo”.
Na prática, Ciro virou algo mais concreto: o operador de cargos, orçamento e interesses privados dentro da máquina federal.
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Latin American countries stay poor because they want to, really. They elect a US-backed kleptocrat every other election cycle, and then are surprised that their country gets completely robbed; it's how they do politics. This really makes the US a Latin American country now, too.
Gente, "tirei" o texto da @miriamleitao - é das melhores coisas que li sobre o assunto. Na verdade, a melhor. Não podemos deixar passar despercebido. A.
O Globo – 31/5/26 – Míriam Leitão
Os patriotas pelo avesso
O patriotismo histriônico e estigmatizado não tem nada a ver com o verdadeiro amor à pátria ou o entendimento de quais são os reais interesses do Brasil
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Talvez o momento mais verdadeiro do nacionalismo da direita tenha ocorrido quando manifestantes bolsonaristas estenderam a bandeira norte-americana na Avenida Paulista em pleno dia da pátria brasileira. Eles se denominam “patriotas” e se cobrem de verde e amarelo, mas comemoram barreiras contra as exportações brasileiras, pedem intervenção americana nas eleições nacionais e, agora, tratam como uma vitória o que é um evidente risco para o país e suas instituições.
É um patriotismo pelo avesso. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, chegou a colocar o boné com a marca “Make America Great Again” na época da posse de Donald Trump. Mas já estava claro para qualquer pessoa que, na visão trumpista, os Estados Unidos só podem ser grandes em detrimento de outros países. A conta não tardou muito, em abril do ano passado, o presidente norte-americano anunciou o tarifaço contra o mundo. O Brasil ficou com uma das maiores tarifas e elas feriram duramente as empresas do estado governado por Tarcísio. Foi o governo Lula que dissolveu a maior parte desse ônus para a economia brasileira.
O patriotismo histriônico e estigmatizado que berra, agarra a bandeira, militariza os símbolos nacionais em atos patéticos não tem nada a ver com o verdadeiro e sereno amor à pátria ou o entendimento de quais são os reais interesses dos que nasceram nesta terra ou a escolheram como sua.
São muitos os riscos decorrentes da definição das facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. Uma das primeiras consequências práticas pode ser o enfraquecimento dos mecanismos atuais de cooperação no combate a essas quadrilhas.
O Brasil perde interlocução com o FBI e o assunto passa para a alçada da CIA. Combater o tráfico de drogas e armas deixa de ser uma questão policial, em que organismos dos dois países podem trocar informações. O tema passa ser uma questão da segurança nacional americana, portanto, entregue aos espiões. A partir dessa decisão do governo americano, ficam legalmente permitidas missões de espionagem da CIA no Brasil, sem a anuência ou conhecimento do governo brasileiro.
Há ameaças econômicas também. Num mercado financeiro globalizado, bancos nacionais operam o tempo todo no mercado americano. Qualquer dúvida que paire sobre instituições brasileiras pode se transformar em limitação para as suas operações. Empresas também que tenham negócios com firmas americanas podem encontrar constrangimentos.
O senador Flávio Bolsonaro comemorou a decisão do governo Trump como uma vitória política. O ato é visto como uma tábua de salvação para uma candidatura que está em apuros pela revelação da intimidade que ele mantinha com o banqueiro corruptor Daniel Vorcaro. Como a decisão do governo americano ocorreu logo após seu encontro com o presidente dos Estados Unidos, Flávio Bolsonaro pode reivindicar autoria do atentado.
O Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital são de fato terríveis organizações, extremamente perigosas, que se expandem. Qualquer pessoa pode se sentir ameaçada pelo terror que elas espalham com suas ações e concluir que faz sentido defini-las como terroristas. Não é a definição em si o problema, e sim o que isso implica do ponto de vista legal.
Vale a esta altura da comemoração bolsonarista perguntar a Flávio Bolsonaro: e as milícias, senador? Curiosamente, ele guarda silêncio sobre a organização criminosa que também aterroriza cidadãos do Rio de Janeiro. No passado recente, ele já elogiou, empregou e condecorou milicianos e seus familiares.
Há um fio que liga as patriotadas do governo militar e o comportamento dos líderes bolsonaristas. Tanto na ditadura quanto agora, a direita declara ser a detentora única do amor à pátria quando na verdade é capaz das maiores traições. Tanto o ataque ao patrimônio natural do país, quanto os acordos entreguistas que beneficiam outros países em detrimento do Brasil.
Têm ainda em comum a devoção à potência estrangeira.
O assunto se presta a muita confusão, manipulação e falsidade. E é a essa tarefa que Flávio Bolsonaro está dedicado no momento. Ele está usando o sentimento natural de repúdio das pessoas contra as organizações criminosas, e tratando a decisão do governo americano como um serviço ao país. O que isso pode significar na prática, contudo, não lhe interessa. Flávio Bolsonaro continuará no seu show de bajulação ao presidente dos Estados Unidos. E chamará a isso patriotismo.
Quantas cidades como Serra da Saudade existem espalhadas pelo Brasil?
Com apenas 833 habitantes, sem hotel, sem transporte público e praticamente sem nada… mas com prefeitura, secretarias, vereadores e a mesma família controlando o poder há décadas.
Não é exceção.
É o retrato de boa parte do interior brasileiro: milhares de pequenos municípios que viraram feudos familiares, sustentados com dinheiro do contribuinte nacional.
Uma cidade que se transformou no exemplo perfeito da perpetuidade do poder.
O Brasil tem mais de 5.500 municípios. Quantos deles são realmente viáveis e quantos são apenas cabides políticos disfarçados de “autonomia municipal”?
O Congresso e o TCU precisam urgentemente discutir a fusão de municípios inviáveis.
Porque o que vemos aqui não é exceção, é o padrão.
Democracia não pode ser sinônimo de dinastia familiar eterna.
Vídeo produzido por: @spotniks
Se os depósitos judiciais não são do judiciário, pq ele fica com a remuneração sobre esses ativos? E, se fica, pq são destinados a gastos discricionários como indenizações pros membros? É um absurdo como muitas carreiras se sentem donas dos órgãos que deveriam servir.
"Quando tiver demissões em massa, quando aumentar o preço dos produtos, quando o empreendedor não conseguir mais e tiver que demitir a pessoa pra contratar outro, aí meus amigos,ESSE DIA SERÁ MARAVILHOSO."
Nikolas Ferreira representando a extrema direita
Salute to the American who witnessed a ceremony of white supremacists traitors attempting to venerate their long dead, loser confederate ancestors on Memorial Day. A day created to commemorate the Black American soldiers who so ceremoniously handed them the glorious defeat. He acted accordingly, despite the race soldiers inteference. Well done young man.
Os "muito ricos", leia-se "classes" ou "grupos" ou "castas" ou "altos estamentos" dominantes do Brasil, nunca se interessaram em compreender ou em pelo menos ajudar no desenho de uma nação socialmente integrada. Caio Prado Junior já falava sobre isso. O que determinou esse comportamento e a formação dessa subjetividade alienada? É uma questão complexa. Mas, a ela, pode ser dada uma resposta relativamente simples: num capitalismo que, para ser implantado, seus pretensos empresários modernos não precisaram derrubar as amarras feudais e nem a barbárie escravocrata (através de uma revolução unida aos pobres e aos muito pobres), eles também não precisaram dividir algo de substancial entre os mais explorados, humilhados e ofendidos, para manter a "paz social". Seu negócio e sua política era a acumulação infinita e tranquila, na qual o feitor, o baronato, os chefes cartoriais, os grandes proprietários, os políticos retóricos da tradição colonial portuguesa, faziam as mediações necessárias para a alegre chegada na estação estatal da modernidade tardia: "então o Brasil era dirigido por uma classe dirigente sem conexão com a base, uma classe dirigente que se renovava dentro dela própria. Esse é o estamento que se renova dentro dele próprio, e se renova por um fenômeno da circulação das elites". (Prof. Jair dos Santos Junior, comentando Raymundo Faoro. Ed. Perseu Abramo, Juarez Guimarães org. "et alii"). Parece que o Luciano, pela sua ignorância mal disfarçada e pela sua total falta de sensibilidade humana e de empatia, é uma comprovação ao vivo e a cores das teses weberianas de Faoro. É lastimável que as proclamações do grande Joaquim Nabuco, antes da sua virada conservadora, não vingasse. Ele via indícios da formação da nação na ideia de um povo, social e politicamente integrado, a partir do quarto estado" (artistas, operários, artesãos, trabalhadores livres ...), aos quais ele assim se referia: "Vocês não são nada, mas vão ser tudo!" Lamentavelmente os que são "tudo", entre a grande maiorias das "elites" nacionais, são iguais ao Luciano. E muito diferentes do primeiro Nabuco.
A pergunta de todos: Por que Flavio foi visitar Vorcaro - já de tornozeleira - um dia antes de anunciar a candidatura?
Cada um pode acreditar na versão que quiser, eu gostei muito da do Celso Rocha de Barros.
Na @folha e, colher de chá, aqui.
Foi preciso um gari ir lá no Congresso falar da escala 6x1 e deixar envergonhados os parlamentares da Direita.
Em outubro vamos varrer esses INIMIGOS DO POVO do Congresso.
Vale lembrar que o Daniel Vorcaro arranjou dinheiro para pagar o filme do Bolsonaro lesando:
1️⃣ aposentados que, por meio de institutos de previdência, investiram a aposentadoria em letras do Master
2️⃣ quebrando o BRB e, por consequência, o Distrito Federal
3️⃣ o sistema financeiro, que precisou torrar o FGC para cobrir taxas absurdas prometidas pelo Master
4️⃣ a República brasileira, com indícios claros de ter comprado todo tipo de poderosos para dar continuidade às fraudes
Logo, me parece difícil de sustentar a narrativa de um patrocínio privado lícito à cultura