E ninguém cala esse chororô
Chora o ex - presidente
Chora o PL inteiro
Chora o influenciador
ninguém cala esse chororô
Chora o ex - presidente
Chora o Centrão inteiro
Chora o influenciador
ninguém cala esse chororô
Chora o ex - presidente
Chora o Malafaia
Chora o influenciador
@antoniotabet Pô Tabet, colchão bom eu acho daqueles nos hoteis, hotel bom tem colchão bom, dificil é saber o contato deles, iria nesses, vc tem contato se conseguir manda para nós.
@lucasableite@tcordeiro qual terá sido a razão da mudança de postura? No que tava aparecendo por aqui, nao tinha mudado as ameaças e ela poderia ter esperado o resultado das eleições norte americana. será que nos bastidores houve outros tipos de ameaças?
Defendi a ampliação da licença-maternidade de 4 para 6 meses – e essa conquista acaba de ser confirmada no Supremo. Isso me enche de felicidade. A medida vale a partir de hoje para todas as mães biológicas e adotantes que ainda não tinham direito aos seis meses. Vale mesmo para quem já tinha começado a licença.
É muito difícil a mãe ter que voltar ao trabalho com o bebê ainda nos primeiros meses de vida. Agora, com mais tempo, poderão cuidar melhor das crianças, garantindo a amamentação adequada, e também cuidar da sua própria saúde mental.
Seguirei sempre do lado das mulheres brasileiras: na luta pelo fim da escala 6x1, no combate às bets, na aprovação da lei da igualdade salarial entre homens e mulheres, na garantia do Bolsa Família corrigido pela inflação e agora na ampliação da licença-maternidade.
Porchat não fez um documentário. Fez uma denúncia minuciosa e detalhada. E você não pode deixar de assistir a esse vídeo. É de suma importância. Compartilhe até cansar!
Histórias como a do Jeferson mostram a força de uma oportunidade. E é por milhões de brasileiros que ainda precisam dessa chance que a gente segue trabalhando para fazer o país avançar. 🇧🇷❤️
É o seguinte: penso que quando a gente vota, a gente vota pensando no que é melhor pra gente. Normal. Eu penso assim, mas não apenas. Também voto pensando no outro, naquilo que acho que o candidato que estou votando vai proporcionar ao conjunto da sociedade. Um auxílio na emergência e uma possibilidade de futuro, para que um dia esse auxílio seja dispensável. Porta de saída, sabe?
Por que eu penso assim? Acho que porque vivi os anos 80, uma época de inflação estratosférica e desemprego extraordinário, quando eu tinha 10 anos, com muito dificuldade. Minha mãe viúva, professora pública estadual, e cinco filhos para criar, de 13, 10, e irmãs trigêmeas de um ano.
Por isso comecei a trabalhar aos 11 na Mecânica Bassani e Lucchese, em
Bento Gonçalves. Depois no Bar do Felipetto (Dona Inês, a dona, que muitas vezes saciou minha fome, morreu mês passado, que Deus a tenha. Foi um anjo na minha vida) e, em seguida, virei metalúrgico na Dacam S/A. Aos 15 saí de casa. Mais tarde veio o rádio. Entrei na faculdade um pouco mais velho porque antes eu não tinha como pagar. Mas tive ajuda.
Passei no vestibular porque um amigo, que era um jovem professor de cursinho, me deixou fazer o intensivão de graça, no contrabando, com livros usados do pré-vestibular Mutirão. Hoje ele é vice-prefeito de uma importante cidade da Serra Gaúcha.
Na época, não havia nenhum programa governamental como o ProUni com acesso amplo e contar com minha mãe não era uma opção. Pedir bolsa de estudos era uma romaria a gabinetes de deputados e, claro, as raras eram para quem eles queriam.
Trabalhei em três empregos para pagar a faculdade. Segui adiante. Hoje tenho uma vida bem mais do confortável. A educação mudou tudo. Hoje, praticamente formei dois filhos médicos (faltam três meses para um deles). Sem programa, graças a Deus não precisaram. Nunca tiveram que racionar comida e nunca souberam o que é “não chegar ao fim do mês”e comer o mês inteiro porque o Alemão, dono do bar do mesmo nome, lá na Rua Garibaldi, em Caxias do Sul, fazia fiado. Meus filhos sabem de onde vim. Fiz questão de mostrar. E são bem conscientes que são privilegiados e respeitam todos igualmente. Ouvi um amém?
Não faltará aquele que dirá que estou contando isso para fazer média. A esses respondo que, na real, essa vivência não me faz especial. Infelizmente, é a mesma vivência de milhões de brasileiros. Muitas, enormemente mais difíceis que a minha. Sem comparação. Esse texto é para elas. Como a senhora do vídeo.
Muito foi feito, mas há muito por fazer. Então, quando voto, tenho que pensar em gente como eu fui, não apenas em quem eu sou. Me refiro apenas ao aspecto social. Não mudei meus valores pessoais. Não posso não olhar para trás e não olhar ao meu redor. Não posso só olhar para meu próprio umbigo.
Eu não acho que Flávio tenha algo para oferecer aos mais pobres, como o pai dele também não ofereceu. O que ele oferece é submissão ao estrangeiro e, como a provável futura czarina da economia num eventual governo dele já anuncia, an Argentina é o modelo deles. Pobre Brasil! Ou seja: essas pessoas do vídeo abaixo não terão a mínima chance.
Lula, nem seus adversários negam, tem preocupação real com os mais pobres. Já passou por isso. E quem acha que ele quer aprisionar as pessoas nestas condições, eu digo que ele criou caminhos para a universidade para elas. Uma oportunidade que eu não tive. E educação muda a vida das pessoas. Mudou a minha.
Hoje, eu não vivo no Brasil, poderia até não me importar, mas esse não sou eu. Tenham certeza: no dia da eleição eu vou sair de casa, farei 200 km, e vou votar. Por mim, pela democracia brasileira, e por gente como essa senhora aí do vídeo. As pessoas precisam continuar a ter alguma chance, alguma esperança, de melhorar de vida.
Os dois primeiros mandatos do Lula foram tão impactantes na vida das pessoas, que os jovens nascidos depois não conseguem nem imaginar o quão difícil era a vida da classe trabalhadora no Brasil antes de 2002. Muitos pais nem sonhavam com o q o Lula deu!