Criminalidade em Portugal:
→ Mulher sueca, de 41 anos, baleada no abdómen na Baixa de Lisboa. Dois suspeitos ligados ao tráfico de droga fogem. Pânico no local.
→ Homem baleado nas pernas durante um assalto a um banco na Amadora (Alfragide). Os ladrões levam 16 mil euros e fogem.
→ Dupla armada, numa moto, rouba um Rolex avaliado em 30 mil euros a um condutor parado num semáforo, nas Amoreiras, em Lisboa.
→ Homem panamiano, de 29 anos, mata à facada a colega de casa, brasileira, de 45 anos, em Lisboa.
→ PJ detém dois homens por rapto e agressões em Lisboa. Vítima estrangeira só é libertada após o pagamento de um resgate.
→ Assalto com chave falsa a uma casa de luxo no Parque das Nações. Ladrões levam mais de 500 mil euros em dinheiro, joias e malas de marca.
→ A “caça” aos relógios de luxo continua na Grande Lisboa: vários assaltos à mão armada nos últimos dias.
Portugal sangra nas ruas, mas a verdadeira ameaça é o discurso de ódio.
Está a dar no canal Now esta colónia americana chamada Costa Terra, uma vergonha que começou em 2006. A câmara municipal de Grândola é uma associação criminosa que tem vindo a autorizar a privatização da orla costeira em pleno parque natural com o ministério do Ambiente e a APA.
Eu prefiro viver numa sociedade em que as pessoas têm civismo/educação e onde seja dada oportunidades às pessoas para ter melhores empregos com rendimentos que lhes permitam ter uma vida digna, mais produtivos, que façam crescer a economia e haja efetivamente dinheiro para redistribuir para quem precisa.
Há quem prefira manter os pobres, pobres, a fazer trabalhos de SMN sem grandes chances de progressão porque se querem sentir senhores feudais
O pessoal de limpeza continua a fazer falta, para higienizar as mesas, limpar os tabuleiros, entregar a loiça aos restaurantes, etc, só lhes estão a tornar a vida mais difícil e a gerar caos nos momentos de maior afluência.
Numa Europa fraca, eis que surgem duas mulheres: uma de direita, outra de esquerda a lutar juntas contra um problema que é de todos
Há muito que não via uma posição tão clara.
É este o caminho, tão simples quanto isto.
Quem acha que eles vão contratar mais em vez de sobrecarregar as pessoas que já trabalham lá e não se podem despedir porque precisam de pagar contas, tenho uma torre em Paris pra vos vender
O nome completo do movimento deve ser "Não seja Pato. Sê parvo".
Encontram uma mesa limpa. Sentam-se com os seus tabuleiros.
Sujam tudo.
E acham que no fim não devem deixar as coisas limpas para outros usarem.
Nem os quero imaginar num piquenique.
Isto é apenas a teoria do carrinho de compras em ação: não entregar o tabuleiro é pedir para se ser tratado como gado que tem de ser pastoreado a tomar decisões em prol do bem comum sob a ameaça de violência.
Confesso que não há nada mais português do que cometer atos da mais elementar falta de civismo e respeito comum, julgando que se está a praticar um qualquer alto de resistência.
Estamos mesmo a atingir níveis de terceiro mundo quando o normal civismo de limpar e arrumar o tabuleiro ( ensinado em pequeno nas cantinas) é substituído por deixar tudo uma pocilga
Uma merda que tenho notado é que ninguém em Portugal trabalha cm paixão pelo que faz. Arquitectos fazem caixas brancas, designers usam AI, interior designers pintam tudo de branco
Não há respeito pela tradição, deita-se abaixo o que é histórico e estéctico...
Fds. País de mansos
A nossa dimensão enquanto país não explica as limitações que temos.
A Dinamarca tem 6 milhões de habitantes e criou a Novo Nordisk. A Noruega tem 5,6 milhões e criou a Equinor. A Suíça tem menos habitantes do que Portugal e criou Nestlé, Roche e Novartis.
Ser pequeno é uma condicionante. Pensar pequeno é outra coisa.
Ou sofisticamos a gestão, os modelos de negócio e a capacidade de competir lá fora, ou continuaremos a usar a dimensão do país para explicar aquilo que não conseguimos fazer.
E passados 25 anos temos bairros de lata a aparecer de novo. Um jovem de classe média dificilmente sairá de casa dos pais antes dos 30. Ganhará provavelmente menos do que aquilo que os pais tiveram oportunidade de ganhar. E o único consenso político total é aumentar pensões.
Pá estes gajos estão em grande, a ignorar o terror e destruição nas ruas de ceuta para encontrarem sempre o caso emotivo para fazer os boomers terem pena dos invasores. Comportam-se como meio propagandista mesmo, é triste.