"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida."
Clarice Lispector
A descoberta do mundo
“Espírito e coração como o teu são prendas raras; alma tão boa e tão elevada, sensibilidade tão melindrosa, razão tão recta não são bens que a natureza espalhasse às mãos cheias. Tu pertences ao pequeno número de mulheres que ainda sabem amar, sentir, e pensar”.
Machado de Assis
اعتقد السومريون ان الانسان مكون من عنصرين هما :
1- الجسد والذي يرجع اصله الى الماء والصلصال (الطين) وهو العنصر المرئي
2- الروح والتي يرحع اصلها الى الالهة التي نفخت في الانسان هذه الروح من أنفاسها والتي تمثل العنصر الغير مرئي.
وقد اعتقدوا ان عند الموت يرجع الانسان الى الطين عندما يدفن في القبر ولايعود له وجود ، اما الروح فلأنها من الالهة فانها تذهب الى العالم الاسفل وتحبس فيه الى الابد
The Sumerians believed that the human being was composed of two elements:
1. The body, whose origin was water and clay (mud), representing the visible element.
2. The soul (spirit), whose origin was the gods, who breathed it into humans from their own divine breath, representing the invisible element.
They believed that at death, the body returned to the clay from which it was formed and, once buried, ceased to exist. The soul, however, because it originated from the gods, descended to the Underworld, where it remained confined forever.
“Somos mais fortes do que aqueles que fingem nos governar. Não temos consciência da nossa força porque nossa concepção de poder está ligada àqueles que elegemos”
Angela Davis,
durante a Flip 2026
“Vivo sempre no presente.
O futuro, não o conheço.
O passado, já o não tenho.
Pesa-me um como a possibilidade de tudo, o outro como a realidade de nada”.
Fernando Pessoa, poeta, escritor, jornalista e dramaturgo.
#HojeNaHistória Em 14 de julho de 1789, a Tomada da Bastilha marcou o início simbólico da Revolução Francesa, um dos acontecimentos mais importantes da história moderna.
Naquele dia, uma multidão de parisienses invadiu a fortaleza da Bastilha, prisão que havia se tornado um símbolo do poder absoluto da monarquia de Luís XVI. Embora abrigasse apenas sete prisioneiros, sua queda representou a revolta popular contra os privilégios da nobreza, a desigualdade social e a grave crise econômica que atingia a França.
O episódio acelerou o colapso do Antigo Regime e deu início a um período de profundas transformações políticas e sociais. A Revolução Francesa difundiu ideias como liberdade, igualdade e fraternidade, influenciando movimentos democráticos e constituições em diversos países ao longo dos séculos seguintes.
Desde 1880, o 14 de julho é celebrado como o feriado nacional da França, com desfiles militares, cerimônias oficiais e festividades em todo o país.
#RevoluçãoFrancesa #TomadaDaBastilha #14DeJulho #História
Hoje nós podemos fazer história.
Nossa pré campanha nasceu sem milionários, sem grandes financiadores e sem o apoio de quem sempre dominou a política. Ela está sendo construída por pessoas comuns, que acreditam que o Brasil precisa de mais mulheres, mais jovens e mais gente do povo ocupando os espaços de poder.
Se chegarmos ao Top 10 das maiores pré campanhas de financiamento coletivo do Brasil, seremos a única candidatura de mulher nesse grupo. Isso não é apenas um número. É um recado: quando o povo se organiza, ninguém consegue calar a nossa voz.
Cada contribuição, por menor que seja, nos aproxima desse marco histórico. Se você acredita nessa luta, contribua e compartilhe.
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Não é só sobre financiar uma campanha. É sobre mostrar que uma mulher pode chegar lá com a força da coletividade. Vamos fazer história juntos.✊🏾
“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”.
Ruy Barbosa
Vivo sempre no presente,
O futuro, não o conheço,
O passado, já o não tẽnho,
Pesa-me um como a
possibilidade de tudo,
o outro como a realidade de nada”.
Fernando Pessoa, poeta, escritor, jornalista, tradutor e dramaturgo.