#Flamengo y el misterioso caso del club con "50 millones de hinchas" pero que de visitante a La Plata (a la vuelta de la esquina!!!) te lleva solo 500 hinchas 🤔.
🚨 PASSOU DO PONTO FAZ TEMPO…
Nos últimos tempos, plataformas como Instagram e X viraram terreno para uma distorção perigosa, a transformação deliberada de acertos em erros. E, pior, isso não parte só de torcedores apaixonados, parte, principalmente, de quem deveria informar com responsabilidade.
Jornalistas, influenciadores, analistas, gente que tem alcance, que pauta debate, que influencia milhares de pessoas. São esses que, muitas vezes, escolhem a narrativa ao invés do fato. Escolhem o engajamento ao invés da verdade.
O caso recente da homenagem do Arrascaeta escancara isso. Existe regra clara, tirar a camisa é cartão amarelo. Não importa se é homenagem, emoção ou contexto. A regra não abre espaço para “bom senso” seletivo. Pedir exceção nesse tipo de lance não é humanizar o futebol, é relativizar a regra conforme a conveniência.
E quando a regra vira opcional no discurso, tudo vira bagunça.
Outro exemplo claro foi o pênalti anulado no jogo entre Palmeiras e Athletico Paranaense. O árbitro errou no campo, o VAR corrigiu, exatamente como o protocolo prevê. Ainda assim, muita gente tratou o acerto final como erro, simplesmente porque contraria a narrativa que queriam emplacar.
Isso não é análise. É torcida disfarçada de conteúdo.
O resultado disso tudo é um ambiente cada vez mais tóxico, onde o debate não evolui, a compreensão do jogo não melhora e a arbitragem vira bode expiatório constante, mesmo quando acerta. E aí cria-se um ciclo vicioso: pressão artificial, desconfiança generalizada e um futebol que não anda pra frente.
Porque enquanto lá fora se discute evolução, transparência e tecnologia, aqui ainda se discute se regra deve ou não ser cumprida dependendo da situação.
No fim das contas, não é só a arbitragem que perde credibilidade. A mídia esportiva também vai se desgastando, aos poucos, abrindo mão da responsabilidade em troca de alcance.
E esse tipo de situações existe de todos os lados, seja qual qual clube for.
E isso, sim, é o mais preocupante.
A Sociedade Esportiva Palmeiras sempre se pautou pelo absoluto respeito aos processos estabelecidos, discutindo e defendendo seus direitos junto às esferas competentes de forma reservada e responsável.
Diante dos acontecimentos recentes, no entanto, o clube vem a público manifestar sua profunda insatisfação com a condução do caso envolvendo o julgamento do técnico Abel Ferreira pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e com o adiamento por parte da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) da partida entre Fluminense e Flamengo, pela 11ª rodada do Brasileirão.
Em decisão que foge aos preceitos historicamente adotados pelas comissões disciplinares, nosso treinador foi punido com rigor desproporcional, em uma sessão que considerou, entre outras imprecisões, uma leitura labial sem qualquer respaldo pericial e trouxe à tona episódios pretéritos pelos quais o profissional já havia sido penalizado.
Causa ainda maior estranheza a resposta negativa dada neste sábado (11) pelo STJD ao pedido de efeito suspensivo protocolado pelo clube ainda na quinta-feira (9). Afinal, em inúmeros casos semelhantes, o mesmo tribunal atendeu a essa solicitação, como forma de garantir o amplo direito à defesa; com o treinador do Palmeiras, contudo, observa-se tratamento desigual, destoando dos princípios da isonomia.
Decisões arbitrárias comprometem a credibilidade das competições. É fundamental que todos os agentes envolvidos atuem com equilíbrio, sem eleger um único profissional como bode expiatório – não é razoável que apenas um seja penalizado por um problema coletivo. Desse modo, o clube espera que, na segunda instância, o caso em questão seja analisado com coerência.
Por fim, manifestamos também o nosso descontentamento com a decisão da CBF de acatar o pedido do Flamengo para a remarcação do jogo contra o Fluminense, de hoje (11) para amanhã (12).
Não nos cabe entrar no mérito do pleito; é necessário questionar, contudo, por que somente um clube tem a sua solicitação atendida, enquanto outras equipes vêm tendo pedidos similares sistematicamente rejeitados pela entidade.
Em um calendário reconhecidamente desafiador, todos os clubes enfrentam dificuldades logísticas – incluindo o Palmeiras – e, por isso, é essencial que haja imparcialidade e transparência em decisões que podem impactar o campeonato.
Foi tão falta do Gómez como foi falta no Gómez. Michel Araújo empurra o capitão do Palmeiras. E "detalhe" para Jean Lucas dando uma gravata no Murilo no meio da área. Disso não se fala por quê?
Numa boa? Trabalhem mais que o Palmeiras e vençam. Desmerecem toda vitória do time em quase uníssono pq dá eco, já que o Alviverde bate quase todos os seus adversários. Isso é desonestidade. Tática de maus perdedores.
Na Copa Libertadores da América:
• Palmeiras - 18 participações em oitavas de final
• Corinthians - 18 participações na competição
• Palmeiras - 140 vitórias na competição
• Corinthians - 142 partidas na competição
Libertadores é pra porcos.