O que fanbases tem haver com política? Tudo.
Não vamos esquecer que um dos primeiros atos de governo em 2018 foi EXTINGUIR o Ministério da CULTURA, o encaixando algumas de suas demandas em outros ministérios. Representamos ARTISTAS e na maior parte das vezes precisam de apoio +
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Perdi uma sacolinha/bolsa do Hachiko (o cachorrinho japonês) depois do show do Stray Kids no Rock in Rio. Ela é bege, de material sintético fininho e tem um bolso cinza. Ela tem muito valor sentimental para mim.
Recompensa de R$200
#straykids#rockinrio#stay
É UM ROUBO ABSURDO, É SIMPLESMENTE INACREDITÁVEL O ASSALTO QUE A ARGENTINA FEZ CONTRA CABO VERDE E AGORA CONTRA O EGITO. ISSO É INACEITÁVEL VTNC QUE ÓDIO
#ARGxEGI
um animal? camelo
um nome: mohammed
um lugar da casa: salah
um chefe de estado? faraó
uma paisagem? deserto
uma construção? pirâmide
um rio? nilo
um deus? anúbis
um idioma? hieróglifos
uma rainha? cleópatra
um filme? a mumia
#ARGXEGI
NO FUERON DIRECTO A CELEBRAR.
Antes, Neymar y Matheus Cunha se acercaron a abrazar y consolar a los jugadores de Japón.
Ese gesto dice tanto como la victoria: respeto por el rival, por su esfuerzo y por todo el trabajo que hay detrás de una eliminación.
— Não concordo com a homossexualidade.
— Mas você é gay???
— Não.
— Então o que você tem a ver com a sexualidade dos outros???
— É que não é natural!!!
— Hum... Você é Biólogo???
— Não.
— Então você é Antropólogo???
— Também não!!!
— Astrólogo???
— Não!!!
— Então o que você tem a ver com a sexualidade dos outros???
— É que Jesus disse que é uma aberração!!!
— Na verdade, não disse não, nem uma única palavra a respeito!!!
— Não. Mas tá escrito na Bíblia.
— Tá sim, principalmente lá no Velho Testamento, que também proíbe comer porco e camarão, sentar em uma cadeira que foi usada por uma mulher menstruada, acender a luz no sábado. Você evita tudo isso???
— Não.
— Então o que você tem a ver com a sexualidade dos outros???
— EU NÃO GOSTO!!!
— Ah, então o problema não é a natureza das coisas, nem os astros, nem a descendência, nem a suposta "opinião" de Jesus... O problema é que você não gosta, certo???
— É!!! Não gosto!!!
— MAS ENTÃO, MEU ANJO, O QUE VOCÊ TEM A VER COM A SEXUALIDADE DOS OUTROS???
Autor desconhecido
(Já publiquei esse diálogo outras vezes aqui, mas quis publicá-lo novamente hoje).
A @kqent precisa compreender, com urgência, que utilizar uma cultura como inspiração vai muito além de uma estratégia de marketing. Quando uma empresa escolhe promover um projeto afirmando que ele foi inspirado em determinada cultura, ela assume a responsabilidade de representá-la com respeito, pesquisa e coerência.
Durante toda a divulgação, não apenas a KQ Entertainment, mas também os próprios membros e a imprensa promoveram BAD como uma música inspirada no funk brasileiro ou com um "toque de Brasil". No entanto, o resultado entregue foi superficial. Além de alguns cartazes em português compondo o cenário, praticamente não há elementos que representem essa inspiração de forma significativa. Não existem participação de produtores brasileiros em sua criação, colaboração com artistas brasileiros ou qualquer iniciativa que demonstre um interesse genuíno pela cultura utilizada como conceito para promover esse lançamento.
A América Latina é formada por dezenas de países, culturas e tradições distintas. Representá-la exige responsabilidade. Quando referências culturais são utilizadas apenas de maneira superficial, sem contexto ou profundidade, a mensagem transmitida é clara: aquela cultura serviu apenas como ferramenta para tornar um conceito comercialmente mais atraente.
Essa falta de consideração também ficou evidente no projeto do BAD BOOK. Se o objetivo era aproximar essa era dos fãs ao redor do mundo, é difícil compreender por que a América do Sul foi completamente ignorada. O Brasil, justamente o país apontado como uma das inspirações para BAD, sequer recebeu o livro.
Em oito anos de carreira, o Brasil recebeu apenas quatro eventos oficiais: um show da turnê, em 2023, uma revista, e duas exibições oficiais nos cinemas. Enquanto isso, outros mercados acumulam diversas paradas de turnês, pop-up stores, cafés temáticos, eventos promocionais, exposições e inúmeras experiências exclusivas. A diferença de investimento, planejamento e atenção é evidente.
Durante GOLDEN HOUR : Part.4, o continente obteve a oportunidade de adquirir, pela primeira vez, uma versão exclusiva do álbum. No entanto, em GOLDEN HOUR : Part.5, justamente a era promovida como inspirada na cultura latina, essa oportunidade deixou de existir.
Diante desse histórico, é inevitável que muitos ATINYs sintam que a nossa cultura foi valorizada apenas enquanto agregava valor à narrativa do álbum, mas deixou de ter importância quando chegou o momento de incluir o país e o continente nas ações oficiais da empresa.
Os fãs brasileiros e latino-americanos sempre demonstraram seu compromisso com o ATEEZ. Organizam projetos, compram álbuns, realizam streams, divulgam o grupo diariamente e transformam cada oportunidade em uma demonstração de apoio. O mínimo que esperam em troca é respeito, reciprocidade e uma representação que vá além da superfície.
Além disso, esse sentimento de frustração não se limita à forma como determinados mercados são tratados. A própria gestão dos artistas frequentemente gera questionamentos entre os fãs. Casos como o do Jongho e do Yeosang, por exemplo, alimentam a percepção de uma empresa que falha em oferecer oportunidades equilibradas para todos os integrantes. Há anos o fandom precisa cobrar repetidamente por atividades, promoções e maior valorização de alguns membros, sem que mudanças significativas aconteçam. Isso reforça a imagem de uma gestão inconsistente, que muitas vezes não corresponde ao potencial dos próprios artistas.
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