"Jones só é conhecido por universitários e militantes de DCE"
Slk desses quase 2 milhão é tudo universitário então? Jones tá de parab��ns por unir tanta gente de faculdade num perfil só
🚨🚨 MST anuncia que, pela primeira vez, vai entrar de forma sistemática na politica eleitoral, lançando 18 candidatos pra deputados federais/estaduais em 2026
Há exatamente 102 anos, no dia 21 de janeiro de 1924, falecia Vladimir Ilyich Ulianov , conhecido como Lênin, um dos maiores dirigentes socialistas da história. Lênin foi um dos fundadores e dirigente histórico do Partido Comunista da União Soviética. Liderou a Revolução Vermelha, que construiu o Estado proletário da União Soviética, uma das maiores contribuições do movimento socialista para a história.
A experiência da União Soviética abriu caminho para avanços concretos na ampliação de direitos sociais e políticos. Além disso, influenciou as mobilizações populares em diferentes países, fortalecendo a organização de trabalhadores, mulheres e povos historicamente oprimidos ao redor do mundo.
Seu falecimento comoveu a União Soviética e impactou os movimentos socialistas por todo o mundo. Mais de 1 milhão de pessoas assistiram a seu funeral nas ruas de Moscou, mesmo com a presença do rigoroso inverno russo.
Diante da ascensão do neofascismo, da crise ambiental e política, é fundamental manter o legado e Lênin vivo. Hoje e sempre, reafirmamos a posição de que a sociedade que queremos não virá por concessão; ela será conquistada com a organização e mobilização da classe trabalhadora.
“O proletariado tem como única arma, na sua luta pelo poder, a organização.” Vladimir Lênin (1870–1924)
Em 2026 não vote em quem tem pauta própria. O Congresso deve representar os interesses do povo.
E se falar "Deus, Pátria, Família", corra e chame a Polícia Federal.
QUEM MAIS MATA NO BRASIL?
O juiz fitou o homem que acabara de disparar contra o presidente egípcio Anwar Sadat e perguntou, sem elevar a voz, por que o havia matado. Porque ele era seglar. O silêncio que se seguiu pesava mais que a sentença. O que significa “seglar?”, insistiu o juiz. O assassino engoliu em seco. Não sei. Em outra sala, outro julgamento. O réu tentara matar o escritor Naguib Mahfouz. Por que o esfaqueou? Porque escreveu um romance contra a religião. Você leu o livro? Não. Então por que tentou matá-lo? Porque me disseram que era contra a religião. Em um terceiro tribunal, mais um homem, acusado de assassinar o intelectual Farag Fouda. Por que você o matou? Porque ele não tinha fé. Como sabe? Está nos livros dele. Em qual livro? Silêncio. Eu não sei. Nunca os li. Por quê? O homem baixou a cabeça, como quem confessa o que o mundo inteiro já sabe. Eu não sei ler nem escrever. Três julgamentos. Três mortes. Um único padrão. Matava-se por ideias que não se compreendiam. Condenava-se por palavras que jamais foram lidas. Odiava-se conceitos que nem sequer se sabiam definir. Não era convicção. Era repetição. Não era fé. Era eco. Não era certeza. Era obediência cega. A violência não nasceu do pensamento. Nasceu da sua ausência. O ódio não se propaga pelo conhecimento. Espalha-se onde o conhecimento não chega. E toda vez que uma sociedade abdica de educar, não produz apenas ignorantes. Produz armas humanas: pessoas que não sabem por que atiram, mas estão dispostas a fazê-lo. Este é o preço invisível da ignorância.
*Texto de autor desconhecido
Repórter Caco Barcelos
#PapoDesprogramado
"Imperialism is everywhere; it exists through the culture it spreads, through the fake news it creates, and this is how it leads us to think like it, to submit to it, and to follow it in all its violent maneuvers against other countries."
— Thomas Sankara
São chocantes os dados reportados pelo jornalista Caco Barcellos no @canal_despro sobre quem são os maiores responsáveis pelas mortes no Brasil. Chama a atenção o aumento da violência do chamado “cidadão de bem” e das polícias. +
"Quando os brancos vieram para a África, nós tínhamos terra, eles a Bíblia. Eles nos ensinaram a rezar com os olhos fechados. Quando abrimos, os brancos tinham a terra, nós a Bíblia" — Jomo Kenyatta