A escolha de Alfredo Gaspar como vice de Flávio agrega peso ético e técnico à chapa presidencial. Sua atuação na CPMI do INSS provou sua capacidade. No entanto, sob o ponto de vista da estratégia eleitoral para a direita, a decisão envolve um risco alto e desnecessário.
Gaspar liderava com folga a corrida para o Senado em Alagoas, superando os 40% de intenção de voto. Sua ida para a chapa majoritária deixa o caminho aberto para que as duas vagas do estado fiquem entre Arthur Lira e Renan Calheiros.
A matemática da direita é simples: para qualquer governo conservador governar ou para o Congresso impor freios às decisões do STF, a formação de uma maioria sólida no Senado é indispensável. Presos do 8 de janeiro, do “golpe” tabajara, exilados e a própria contenção de abusos judiciais dependem de um Senado renovado.
Uma vitória de Flávio pode reequilibrar a composição do STF no longo prazo. Contudo, em um cenário eleitoral ainda vulnerável a interferências e incertezas, abdicar de um senador praticamente eleito no Nordeste para compor uma vice é trocar uma certeza institucional por uma aposta de alto risco.
🇧🇷🗳️ Allan dos Santos comenta discussão calorosa entre Jeffrey Chiquini e Felipe Sestaro:
🗣️ “Sestaro, você não dizer que Lula é corrupto, só mostra que você é CADELINHA do PT. É engraçado que esse é o mesmo pessoal que diz que Bolsonaro é frouxo.”
Como mulher e eleitora de Direita afirmo: O Príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança representa mais o meu ideário político e meus valores morais do que qualquer outra opção para vice de Flávio Bolsonaro.
@FlavioBolsonaro@CostaNetoPL
Não gosto do tom que adotei neste vídeo. Prefiro argumentos a adjetivos.
Mas, se o @Estadao decidiu chamar de “irresponsáveis” aqueles que apresentam restrições legítimas à reforma tributária, então resolvi responder no mesmo tom.
Irresponsabilidade é querer os benefícios de uma reforma sem discutir seriamente seus custos. É como uma criança mimada que exige o doce e acha inconveniente perguntar quem vai pagar a conta.
Reformas não se tornam boas porque seus defensores perdem a paciência com quem as questiona. Tornam-se boas quando resistem aos argumentos.
Cresçam. E debatam.