Quando tentam diminuir o voto de uma mulher, não estão apenas questionando a nossa capacidade.
Estão tentando enfraquecer a nossa liberdade.
O voto feminino não foi favor. Foi conquista. Foi luta. Foi história.
Pesquise. Questione. Compare. Escute. Decida.
O nosso voto pertence à nossa consciência.
E mulher livre não volta para a caixa.
Existe uma pergunta que toda sociedade deveria ter coragem de responder:
Quem decidiu que algumas pessoas precisam lutar apenas para existir?
Nenhum direito deveria depender de quem você ama, de como você se identifica ou de quem você é.
Toda vez que alguém sente medo de existir com liberdade, todos nós perdemos um pouco da nossa humanidade.
Porque uma sociedade verdadeiramente democrática não escolhe quem merece respeito. Ela entende que dignidade não se concede. Dignidade se reconhece.
Hoje, no Dia do Orgulho LGBTQIAPN+, vale lembrar que visibilidade não é um privilégio. É a possibilidade de viver sem medo, sem vergonha e sem precisar pedir desculpas por existir.
Que chegue o dia em que ninguém precise esconder a própria verdade para viver em paz.
Porque quando uma pessoa conquista o direito de ser quem ela é, a liberdade cresce para todos.
E a democracia só está completa quando ninguém precisa pedir licença para existir.
🏳️🌈🏳️⚧️❤️
OPINIÃO | O Big Brother Brasil é o programa de televisão mais assistido e mais rentável do Brasil. Mesmo quem não gosta, não acompanha ou costuma afirmar que "não vê mais a TV aberta", acaba sendo impactado por notícias sobre ele.
No PNT, Painel Nacional de Televisão, o BBB 26 alcançou 80% das casas dos brasileiros durante sua exibição. Foi dentro desse contexto de audiência gigante que Ana Paula Renault se projetou.
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🎦 Rosana Hermann (@rosana)
📌É jornalista, roteirista de TV desde 1983 e produtora de conteúdo