Bruno de Sá, um soprano brasileiro desse gabarito, cantando As Bacchianas de Villa Lobos na Torre Eifell e a gente não conhece. Eu nunca vou entender porque a grande mídia brasileira não investe nesses artistas
// GRANDE DIA, 👍🏼.
Trump passando vergonha no crédito (Mastercard). Não sei se LULA VENCEU ou se foi WO (pois, TACO – Trump Always Chickens Out), mas OBRIGADO EDUARDO BOLSONARO por levantar a bola do Barba que tava meio murcha ultimamente.
Agora é com o Supremo Tribunal Federal.
O Brasil é um país soberano e democrático, que respeita os direitos humanos e a independência entre os Poderes. Um país que defende o multilateralismo e a convivência harmoniosa entre as Nações, o que tem garantido a força da nossa economia e a autonomia da nossa política externa.
É inaceitável a interferência do governo norte-americano na Justiça brasileira.
O governo brasileiro se solidariza com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, alvo de sanções motivadas pela ação de políticos brasileiros que traem nossa pátria e nosso povo em defesa dos próprios interesses.
Um dos fundamentos da democracia e do respeito aos direitos humanos no Brasil é a independência do Poder Judiciário e qualquer tentativa de enfraquecê-lo constitui ameaça ao próprio regime democrático. Justiça não se negocia.
No Brasil, a lei é para todos os cidadãos e todas as empresas. Qualquer atividade que afete a vida da população e da democracia brasileira está sujeita a normas. Não é diferente para as plataformas digitais.
A sociedade brasileira rejeita conteúdos de ódio, racismo, pornografia infantil, golpes, fraudes, discursos contra os direitos humanos e a democracia.
O governo brasileiro considera injustificável o uso de argumentos políticos para validar as medidas comerciais anunciadas pelo governo norte-americano contra as exportações brasileiras. O Brasil tem acumulado nas últimas décadas um significativo déficit comercial em bens e serviços com os Estados Unidos. A motivação política das medidas contra o Brasil atenta contra a soberania nacional e a própria relação histórica entre os dois países.
O Brasil segue disposto a negociar aspectos comerciais da relação com os Estados Unidos, mas não abrirá mão dos instrumentos de defesa do país previstos em sua legislação. Nossa economia está cada vez mais integrada aos principais mercados e parceiros internacionais.
Já iniciamos a avaliação dos impactos das medidas e a elaboração das ações para apoiar e proteger os trabalhadores, as empresas e as famílias brasileiras.
A tal lei Magnitski não tem poder e nem vale nada para quem está no Brasil. Ficam mais fortalecidos Alexandre de Moraes, o STF, Lula e a República Federativa do Brasil. Agiganta-se a Soberania Nacional e a defesa do Estado Democrático contra traidores e interesses estrangeiros.