Eles querem mesmo afundar o País! Com o Spit pagamento muita gente não vai ter fôlego para continuar e terá que parar com seu negócio.
Como começa a valer em primeiro de janeiro, vão colocar a culpa no Flávio Bolsonaro!
🚨 Lula entra no TSE para derrubar vídeo do deputado Nikolas Ferreira, onde ele mostra a fala do petista sobre crianças. Esse e o vídeo que Lula quer derrubar.
Compartilhem ao máximo.
#Protejaascrianças
Já pediram para tirar do ar, foi desbloqueado!!
Agora senta o dedo, e vamos compartilhar sem dó...
Se cada um enviar para 10 pessoas rapidamente alcançaremos o país inteiro!!!
Explicando o que aconteceu:
Dino atravessou Mendonça quando ele afastou Andrei.
Depois atravessou Mendonça DE NOVO, usando uma decisão de outro processo para derrubar uma decisão do TSE, violando publicamente e explicitamente nao apenas o juiz natural que carecia de sorteio, mas tambem o tribunal superior eleitoral.
Aí Fux entrou em campo pra dizer:
ACABOU ESSA PALHAÇADA.
Caso diferente? Processo diferente, distribuição diferente, juiz diferente.
Não existe isso de escolher o ministro do STF que vai despachar o que vc quer por convergência ideológica em periodo eleitoral!
Fux simplesmente fechou a porteira da zona que se tornou o tribunal e devolveu a decisão para quem tem que decidir: o colegiado.
Decisao do Dino, que liberava fake news pró lula foi derrubada ate que os ministros se reúnam e decidam se fake news era crime apenas quando dava para atacar o Bolsonaro.
No fim, teve que aparecer alguem naquela corte para lembrar que processo tem regra.
E foi Fux.
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal.
Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu.