⚖️ O Supremo Tribunal Federal divide opiniões em todo o Brasil. E para você, qual nota merece a atuação da nossa Suprema Corte?
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PARA NÃO ESQUECER:
Alexandre de Moraes proibiu @jairbolsonaro de receber visitas. O presidente argentino @JMilei não poderá visitá-lo.
Mas o cachaceiro chefe de quadrilha fazia festa recebendo amiguinhos da extrema esquerda praticamente todos os dias enquanto esteve encarcerado!
Ao lamentar a classificação de faccionados como terroristas, Lula evidencia o DNA do PT, que vitimiza os bandidos e abandona o povo. Quem trata criminosos com afeto não tem moral para falar em segurança.
🚨Atenção, grave isto, 99% das pessoas não percebem que tudo que se consome, metade do valor vai para os COFRES DO GOVERNO, tira o capricho de verificar na nota fiscal quanto Você está doando para a ostentação da cúpula ☭ que está no governo‼️
🇦🇷🇧🇷🔥/ BOMBA POLÍTICA: Javier Milei desafia o STF e incendeia os bastidores de Brasília BRASÍLIA – Em uma escalada sem precedentes na diplomacia e na política sul-americana, o presidente argentino Javier Milei desferiu um ataque direto ao coração institucional do Brasil, desfiando a autoridade do Supremo Tribunal Federal (STF) e do ministro Alexandre de Moraes. A declaração de Milei ecoou como um verdadeiro terremoto geopolítico: "Eu vou visitar Bolsonaro! Quero ver quem irá me impedir!" A fala, impregnada de um tom ultradramático e provocador, rompe de forma definitiva o pragmatismo diplomático entre as duas maiores potências do continente. Ao mirar abertamente em Moraes — a figura de proa no combate aos atos antidemocráticos e nas investigações que cercam a ala bolsonarista —, Milei tenta capitalizar a retórica da liberdade contra o sistema judicial brasileiro. Nos bastidores do STF e do cenário político nacional, a resposta foi imediata e de forte teor emocional. Interlocutores ligados à defesa das instituições reagiram em tom de choque e máxima indignação frente à intromissão estrangeira. O clima transformou-se em uma trincheira digital inflamada por apoiadores de ambos os lados. Pelo lado governista, a linha adotada é implacável: "Nós não deixaremos você destruí-lo! Canalhas!", uma sinalização clara de que a soberania nacional e a integridade do judiciário serão defendidas a qualquer custo contra o que consideram uma conspiração ultra-radical.
A culpa do tarifaço é de Lula, exclusivamente de Lula. As condições foram dadas: não perseguir nem censurar empresas e cidadãos americanos; não estreitar laços de forma extrema com a China.
Lula não só descumpriu tudo como ainda segue provocando o governo americano, para tentar vender a narrativa de que o culpado pela crise econômica brasileira é Trump, e não ele.
Lula quer lucrar em cima da miséria do povo brasileiro imposta por ele mesmo, usando o governo americano como bode expiatório para tentar ganhar eleição com uma acusação leviana e esconder a própria gestão desastrosa.
Simples assim.
Alexandre de Moraes decidiu manter Jair Bolsonaro em cárcere privado, proibir por 30 dias todas as visitas - exceto advogados e atendimento médico - e vetar, até o fim das eleições, encontros “com finalidade político-eleitoral” e manifestações políticas feitas diretamente ou por terceiros. A justificativa “ilegal” apresentada foi a divulgação, por Flávio Bolsonaro, de uma carta escrita por seu pai, embora o senador já estivesse impedido de visitá-lo por 90 dias.
Não existe no Código de Processo Penal uma cautelar chamada “proibição de visita política”. O Judiciário cria restrições por interpretação própria, sem lei específica aprovada pelo Congresso.
Em pleno ano eleitoral, um ministro do STF passa a decidir quem pode encontrar o principal líder da oposição, sobre quais assuntos podem conversar e quais palavras poderão chegar ao público. Até Javier Milei, presidente da Argentina e aliado de Bolsonaro, dependerá de autorização judicial para visitá-lo; a defesa já apresentou o pedido.
Isso é ativismo judicial convertido em lawfare - o uso expansivo do aparato jurídico para isolar, silenciar e reduzir a influência política de um adversário. Moraes não restringe apenas redes sociais, ele controla visitas, conversas, manifestações e contatos políticos durante uma campanha presidencial.
Isso não vai acabar bem. O Brasil está em meio a uma crise internacional e comercial sem precedentes. O STF amplia a tensão institucional e entrega novos argumentos aos críticos do Brasil no exterior. A conta dessa escalada não será paga pelos ministros, mas pelo país - a história da Venezuela nos mostrou isso.
Uma democracia não pode depender da vontade de um único magistrado para definir quem um preso em prisão domiciliar pode receber e o que pode dizer sobre uma eleição. Quando o juiz cria a regra, interpreta a regra e aplica a punição com impacto direto sobre a oposição, já não estamos diante de uma simples cautelar; estamos diante de uma intervenção judicial no processo político. Isso se chama ditadura da toga.
Tenho repetido isso aqui:
Quebrem o sigilo do Adélio Bispo e verão personalidades dos três poderes envolvidos na tentativa de assassinato de Jair Bolsonaro.