"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto." Ruy Barbosa
Photographer Phil Thurston shot a wave.
Slowed it down until those few seconds became 40.
Turns out the ocean is doing something extraordinary every single moment.
We're just moving too fast to notice.
Qual é a sua opinião?
Recentemente, vocês viram que o Ministério Público do Maranhão entrou com uma ação para retirar a nossa Estátua da Liberdade da Havan, em São Luís, sob a alegação de poluição visual, enquanto o centro histórico da cidade está largado às traças.
Na minha opinião, acho que eles deveriam se importar mais com as coisas que desvalorizam a cidade e não com uma empresa privada que gera milhares de empregos e movimenta a economia da cidade e da região.
A nossa obra foi feita com alvarás, dentro da lei, com tudo aprovado antes mesmo do início da construção. Portanto, não existe qualquer irregularidade. Por isso, é difícil não enxergar nessa ação algo que vai além de uma simples discussão técnica.
No fundo, não é contra a estátua. Não é contra a loja. É contra a Havan, contra quem investe, gera empregos, paga impostos e acredita no Brasil.
Por isso, quero saber de vocês: qual dessas imagens polui mais visualmente?
MAIS DO QUE TINTA, É SENTIMENTO! 💙🖤🤍
Cada traço e detalhe carrega a paixão de milhões. A Arquibancada Norte, que nunca foi só concreto, é história, é paixão e a partir de agora: muito mais Grêmio.
🔵 Tintas Coral
🖌️ Lucas Villegas | Leo Barbosa
✈️ Du Drone
Posição do Brasil no Ranking da Imparcialidade da Justiça (142 países).
🇺🇾Uruguai: 25º
🇨🇱Chile: 55º
🇦🇷Argentina: 62º
🇵🇪Peru: 99º
🇵🇾Paraguai: 105º
🇨🇴Colômbia: 113º
🇪🇨Equador: 114º
🇧🇴Bolívia: 123º
🇧🇷Brasil: 141º (2º pior do mundo)
🇻🇪Venezuela: 142º (pior do mundo)
Sim, temos o 2º mais injusto e corrupto Judiciário do mundo, ganhando apenas da Venezuela.
Como a ditadura bolivariana caiu, é provável que em poucos anos NÓS tenhamos o PIOR, MAIS INJUSTO e MAIS CORRUPTO Judiciário do mundo.
Ainda há quem acredite que está tudo bem.
zoomers won't remember this but in the 1990s when you answered a phone call it was almost always from a real person, in your real life, who you knew and were happy to talk to, rather than a foreigner attempting to scam you
WOW! So-called experts predicted that poverty would skyrocket in Argentina when President Javier Milei OBLITERATED the welfare state & cut spending, but the opposite is happening. The poverty rate in Argentina is hitting historic lows.
In Buenos Aires, poverty dropped from 28.1% to 17.3% and extreme poverty fell from 11.0% to 5.3% in Q3 2025.
The same "experts" said rents would go up when he terminated the rent control law. The exact opposite happened. Landlords put thousands of units back on the market and rents came way down.
Capitalism is the greatest system for pulling people out of poverty the world has ever seen.
Finally, common sense prevails: a food pyramid that puts nutrient-dense meats and healthy fats back at the top where they belong.
This ends decades of misguided advice that fueled our chronic disease epidemic.
Real food is medicine!
MAHA
🚨O artigo de opinião publicado no Wall Street Journal acendeu um alerta que o Brasil inteiro finge não ver. A colunista Mary Anastasia O’Grady, uma das vozes mais respeitadas do jornal, afirmou que o país vive um “golpe de Estado na Suprema Corte”, descrevendo a atuação de Alexandre de Moraes como um poder sem limites, sem freios e sem qualquer correspondência com o modelo democrático tradicional. O texto não veio de um blogueiro, nem de um militante político, mas de um veículo que é referência mundial. E o que ele descreve é um Brasil que parece cada vez mais distante da normalidade institucional.
O’Grady compara o cenário brasileiro ao caminhar da Venezuela sob Hugo Chávez. Segundo ela, o método é o mesmo: controlar as instituições, concentrar poder, eliminar opositores e justificar tudo sob o pretexto de proteger a democracia. Para a colunista, os inquéritos das fake news e das supostas milícias digitais se tornaram instrumentos de perseguição, nos quais Moraes atua como investigador, acusador e juiz, acumulando funções incompatíveis com qualquer sistema de garantias individuais. A crítica central é que as fronteiras entre Justiça e poder político se apagaram.
A colunista aponta ainda para o uso frequente da censura, das prisões preventivas prolongadas e de decisões monocráticas que impactam milhões de brasileiros sem debate colegiado. O que deveria ser exceção virou regra. Vozes de oposição são silenciadas enquanto decisões judiciais são tomadas em velocidade seletiva: rápidas quando o alvo é conservador, lentas quando envolvem aliados do governo. Para o artigo, a democracia no Brasil se tornou dependente do humor de um ministro, e não do equilíbrio entre os Poderes.
Em resposta, o STF publicou nota defendendo a legalidade de suas decisões. Mas a simples necessidade de um tribunal supremo responder à imprensa internacional já revela o tamanho da crise. Quando um país começa a ser visto como exemplo de autoritarismo judicial pelos maiores jornais do mundo, é porque o problema ultrapassou fronteiras. A pergunta que fica é dura e inevitável: o Brasil ainda vive sob a Constituição ou sob a vontade de um único homem? O artigo não cria o problema. Apenas expõe o que o povo já sente há anos.
No Brasil, uma tendência preocupante se consolidou: sempre que políticos se deparam com conteúdos na internet que não gostam—seja crítica, memes satíricos ou até jogos de palavras—recorrem imediatamente ao Judiciário para exigir a remoção. Essa prática de instrumentalizar os tribunais contra a liberdade de expressão vem se intensificando nos últimos meses.
Isso não é uma defesa legítima contra calúnia; trata-se de censura pura e simples. Ela atinge o cerne da liberdade de expressão, sufoca o debate aberto e corrói os próprios alicerces da democracia.
Um exemplo marcante aconteceu na semana passada, na 2ª e na 5ª Varas Cíveis de Brasília. Juízes determinaram a remoção de publicações no X que se referiam ao Partido dos Trabalhadores (PT) como “partido dos traficantes”. Os tribunais classificaram isso como “acusação criminal infundada”. O X explicou que o termo era um trocadilho crítico, uma estratégia comumente usada por ambos os lados. Nesse caso, o trocadilho viralizou depois que o presidente Lula afirmou: “Os traficantes também são vítimas dos usuários”, declaração que o próprio presidente posteriormente retratou. As decisões judiciais ignoraram completamente esse contexto essencial, tratando exagero e ironia como acusações literais.
A liberdade de expressão é essencial para a democracia, mesmo quando incomoda. O X é a única plataforma em que todas as perspectivas têm espaço justo na conversa global.
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In Brazil, a troubling trend has taken hold: whenever politicians encounter online content they dislike— whether it be criticism, satirical memes, or even clever wordplay—they immediately turn to the judiciary to demand its removal. This practice of weaponizing the courts against free expression has been escalating in recent months.
This is not legitimate self-defense against defamation; it's outright censorship. It strikes at the heart of freedom of expression, stifles open debate, and erodes the very foundation of democracy.
A stark example unfolded just last week in Brasilia’s civil courts. Judges ordered the removal of posts on X that referred to the Workers’ Party (PT) as the “drug dealers party.” The courts labeled this an “unfounded criminal accusation.” X explained that the term was a critical pun, a strategy that is commonly used by both sides. In this case, the pun went viral after President Lula stated, "Drug dealers are also victims of users," a remark that the President later retracted. The judicial decisions completely disregarded the crucial context, treating exaggeration and irony as literal accusations.
Freedom of expression is essential for democracy, even when it’s uncomfortable. X is the only platform where all perspectives are given a fair place in the global conversation.