Gramsci em Paraty - Como a festa literária transformou uma militante de ditaduras comunistas em "defensora da democracia"
Há anos venho escrevendo sobre a mesma coisa: o socialismo brasileiro não tomou o poder pelas armas porque descobriu um caminho mais barato. Antonio Gramsci explicou o método há um século. Não se conquista uma sociedade ocupando o palácio, conquista-se ocupando os aparelhos que fabricam o consenso. A escola, a universidade, a imprensa, a editora, o festival, o prêmio. Quando a mentalidade revolucionária é normalizada pelos aparelhos de consenso, e apresentada como se fosse um imperativo categórico, não é preciso dar nenhum tiro, a revolução já está feita.
De 22 a 26 de julho de 2026, a Festa Literária Internacional de Paraty ofereceu a demonstração mais limpa desse mecanismo que já vi em muito tempo. Vale examinar em detalhe, porque não é opinião: é aritmética.
Um festival que não é lugar de debate
A Flip fechou sua 24ª edição com 21 mesas no programa principal, 38 convidados, mais de 600 atividades e 46 casas parceiras. Custo total de R$ 11,8 milhões. Foram aprovados R$ 15 milhões na Lei Rouanet, dos quais a Flip captou R$ 9 milhões, com outros R$ 2,8 milhões de fontes diversas. Realização da Associação Casa Azul, com apoio do Ministério da Cultura e do Governo Federal através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. No topo do patrocínio, Itaú Unibanco, Netflix e Instituto Motiva.
Os temas anunciados oficialmente foram estes: democracia, autoritarismo, migração, memória, colonialismo, identidade, guerra e criação literária.
A escolha dos temas deixa claríssimo o viés ideológico do evento. Não há liberdade econômica, não há religião, não há família, não há criminalidade, não há empreendedorismo, não há uma linha sobre as vítimas do comunismo. Ou seja, nenhuma expressão conservadora.
As discussões foram organizadas em mesas de "debate".
A Mesa 15 foi anunciada como encontro de dois ensaístas "para debater o autoritarismo e a ascensão da extrema direita". Dois convidados, a mesma tese, a conclusão impressa no título da mesa. Não é debate, é liturgia. Debate exigiria alguém do outro lado, e o outro lado não é convidado nem para ser derrotado em público.
A Mesa 9 tratou da Ilha Dawson, usada sob Pinochet para tortura de dissidentes. A Mesa 17 reuniu um autor cujo pai foi sequestrado por Gaddafi e um autor que narra desaparecimento durante a ditadura militar brasileira.
Vinte e uma mesas discutindo democracia, autoritarismo, tortura e desaparecimento político. Nenhuma sobre pelo menos 100 milhões de cadáveres produzidos pelas ideias de Marx. Nenhuma sobre Cuba. Nenhuma sobre a Venezuela. Nenhuma sobre a Nicarágua de Ortega. Nenhuma sobre a China e seus campos de concentração. Nenhuma sobre censura judicial no Brasil, presos por publicação em rede social ou inelegibilidade decretada de candidato. Nenhum autor conservador, liberal ou cristão identificável entre os 38.
O autoritarismo tem endereço fixo na programação, e o endereço fica sempre à direita.
A convidada
Fora do programa principal, na Casa Sesc, no sábado, a atração mais concorrida da festa. Setecentos ingressos esgotados em minutos. Plateia de pé. Angela Davis, 82 anos, recusando-se a pronunciar o nome de Flávio Bolsonaro: "Dar nome às pessoas dá poder a elas."
A Folha de S.Paulo apresentou a mulher ao leitor como "ativista americana". A ELLE, como "filósofa e ativista estadunidense, nome incontornável do feminismo negro". A Marie Claire, como "uma das vozes mais influentes na contemporaneidade". A Flip, no anúncio oficial, disse que ela ajudou a transformar o pensamento contemporâneo.
Ativista. Filósofa. Escritora. Ícone.
Vamos ao que foi omitido.
Em 7 de agosto de 1970, Jonathan Jackson, 17 anos, segurança pessoal de Angela Davis e militante do comitê que ela dirigia, invadiu armado o tribunal do condado de Marin. Armou três presos, fez reféns o juiz Harold Haley, o promotor Gary Thomas e três juradas. A exigência anunciada era a libertação dos Irmãos de Soledad, acusados de matar um agente penitenciário. O comitê que Angela presidia foi criado justamente para defender esses criminosos. Um deles, George Jackson, com quem Angela Davis mantinha correspondência pessoal, cumpria pena por assalto à mão armada e havia fundado a Black Guerrilla Family, organização marxista-leninista que se tornaria uma das facções mais violentas do sistema prisional americano e que opera até hoje. No tiroteio morreram o juiz Haley, o próprio Jonathan e dois dos presos. Gary Thomas ficou paraplégico. Uma jurada foi ferida.
As armas usadas estavam registradas em nome de Angela Davis. A espingarda que matou o juiz fora comprada por ela dias antes.
Ela fugiu, entrou na lista dos dez mais procurados do FBI e foi absolvida em junho de 1972, depois de contar com uma defesa multimilionária bancada pelo ativismo comunista, e com um júri em que um dos integrantes ergueu o punho cerrado assim que o veredito foi anunciado. O júri concluiu que não foi provada a sua participação no crime, além da compra das armas.
Se a palavra terrorismo significa alguma coisa, ela descreve com precisão o que aconteceu naquele tribunal. Angela Davis foi absolvida da acusação. Nunca foi absolvida da doutrina.
Quando a história é contada, é falsificada
O Correio Braziliense, anunciando a vinda dela: "O envolvimento com o Partido Comunista norte-americano e a defesa dos direitos civis fizeram com que a ativista fosse colocada na lista dos dez mais procurados pelo FBI."
É falso. Ela entrou na lista porque fugiu depois de indiciada por homicídio, sequestro e conspiração. E é a mesma frase que a Globo News publicou em janeiro de 2024, quando denunciei o caso pela primeira vez. Dois anos, dois veículos, formulação idêntica. Não é erro de redator distraído. É release circulando pelo sistema.
A ELLE resolveu de outro jeito: "chegou a ser presa na década de 1970". Voz passiva, sem crime, sem acusação, sem juiz. Presa por quê? O leitor completa sozinho, que é exatamente o objetivo.
O caso mais instrutivo, porém, é o da Marie Claire, que publicou quinze parágrafos sem uma única mentira flagrante. Cita a data, o tribunal, o nome do juiz morto, os nomes dos presos mortos, o nome do rapaz armado. E em nenhum momento informa por que Angela Davis foi acusada.
As armas não aparecem. A espingarda comprada dias antes não aparece. Que Jonathan Jackson era o segurança dela não aparece. Que os presos que se queria libertar respondiam pela morte de um agente penitenciário não aparece. O promotor paraplégico não aparece, nem a jurada ferida.
Remova a causa e a acusação fica sem explicação possível. O texto então oferece a única explicação disponível: perseguição política. Escreve que "sua trajetória política passou a ser usada como parte central da acusação", quando o registro do processo mostra o contrário, que o promotor considerou usar o extremismo político dela e desistiu, construindo o caso sobre as cartas pessoais e o diário.
E há a frase que resume o método: "acabou inocentada por um júri totalmente branco". A composição racial do júri é oferecida como prova da justeza da absolvição. Nem mesmo um júri branco conseguiu condená-la, logo era inocente, na lógica esquerdista do "racismo estrutural".
Nenhuma menção ao jurado de punho cerrado após o veredito. Nada sobre como se chegou àquele júri: meio milhão de dólares em valores de 1972, equivalente a quatro milhões hoje, cinco advogados, investigadores voluntários levantando a vida de cada jurado em potencial, perito grafológico analisando assinaturas. A operação foi montada e dirigida pelo Partido Comunista dos Estados Unidos, através de um comitê nacional com cerca de duzentos braços locais, sob comando da militante Charlene Mitchell. A Marie Claire chama isso de "comitês, associações civis e apoiadores".
O que nunca, jamais, é mencionado
Aqui está o coração da coisa, e é o silêncio mais eloquente do jornalismo brasileiro.
Angela Davis foi militante do Partido Comunista dos Estados Unidos de 1968 a 1991 e candidata a vice-presidente na chapa do partido em 1980 e em 1984, no auge da Guerra Fria. Recebeu de Moscou, em 1979, o Prêmio Lenin da Paz, cujo nome anterior era Prêmio Stalin da Paz. Foi feita professora honorária em Moscou e doutora honoris causa em Leipzig, na Alemanha comunista. Sua tese na Universidade Humboldt tratava das concepções de Kant sobre a violência na Revolução Francesa.
Em 11 de setembro de 1972, em visita oficial à Alemanha Oriental recebida com honras de Estado, com o jornal do partido anunciando "um mar de rosas para a nossa Angela", ela foi recebida por Erich Honecker, o homem da ordem de atirar em quem tentasse pular o muro. Na agenda, depositou uma coroa no memorial de Reinhold Huhn, soldado de fronteira morto em 1962 durante a fuga de uma família para Berlim Ocidental, monumento cuja placa acusava "bandidos fascistas de Berlim Ocidental" e diante do qual Fidel Castro também cumpriu o mesmo protocolo.
E no mesmo ano de 1972 veio o teste definitivo. O jornalista tcheco Jiri Pelikán, participante da Primavera de Praga e exilado após a invasão soviética, escreveu-lhe carta aberta pedindo que intercedesse pelos presos políticos do Leste Europeu. A resposta, transmitida pela porta-voz Charlene Mitchell, foi que naquela região só era preso quem estivesse minando o governo.
É a definição literal de preso político, enunciada como justificativa. O símbolo mundial da causa dos presos políticos foi procurado por presos políticos de verdade e respondeu que eles tinham o que mereciam.
Ela deixou o Partido Comunista americano em 1991. Mas em setembro de 2024, na festa do jornal do Partido Comunista Francês, diante de meio milhão de pessoas, declarou: "Embora eu não seja mais membro do Partido Comunista dos Estados Unidos, considero-me comunista e trabalho com o Partido Comunista."
Em cinquenta e quatro anos, nunca devolveu o Prêmio Lenin, nunca renegou as honrarias da Alemanha comunista, nunca revisitou a resposta dada a Pelikán. Ou seja, ela promoveu, ao longo de toda a vida, os regimes mais ditatoriais da história humana, e é apresentada como uma "defensora da democracia".
Nada disso apareceu na cobertura brasileira. Nem uma linha.
E é aqui que a coerência de cinquenta e quatro anos aparece inteira.
Sua principal bandeira política hoje é o abolicionismo penal. Cofundadora da Critical Resistance, autora de "Are Prisons Obsolete?", ela defende o fim de todas as prisões e o fim de todas as polícias, sob o argumento de que a prisão é instrumento do capital para conter quem não é lucrativo para a economia.
Prisão de opositor sob regime socialista tinha justificativa: estava minando o governo. Prisão de assaltante e de assassino sob regime ocidental não tem justificativa nenhuma: é o capital contendo os indesejáveis.
Para essa esquerda, a legitimidade da prisão não depende principalmente da gravidade objetiva da conduta, mas da posição do acusado no conflito político. O criminoso comum pode ser reinterpretado como vítima das estruturas; o adversário político, como ameaça existencial que precisa ser neutralizada
E essa doutrina desembarcou no Brasil com outro sotaque, já convertida em clima moral. Facção vira "juventude periférica criminalizada". Operação policial vira "chacina". Traficante com fuzil dominando território vira vítima do Estado. E a manifestante que escreveu com batom na estátua do Supremo é tratada como criminosa perigosa e encarcerada.
A palavra sequestrada
E chegamos ao ponto, que não é a hipocrisia. É a coerência.
Na Mesa 10 do programa principal, na sexta-feira, uma convidada única: a ministra Cármen Lúcia, do Supremo, lançando o próprio livro sobre democracia e voto e falando dos "recentes ataques à democracia brasileira". Sozinha, sem contraditório. Ao todo, quatro mesas entre quinta e sábado. No lançamento, a tese: "Está em nossas mãos a democracia, não está nos palácios, não está nos gabinetes."
Em 20 de outubro de 2022, dez dias antes do segundo turno, essa mesma ministra votou com a maioria que proibiu, até o dia seguinte à votação, a exibição do documentário "Quem mandou matar Jair Bolsonaro?", da Brasil Paralelo, e desmonetizou quatro canais de opinião durante a campanha, a pedido da coligação de Lula. No voto, disse que "não se pode permitir a volta de censura sob qualquer argumento no Brasil", e em seguida apresentou o argumento: era preciso preservar "a lisura, a higidez, a segurança do processo eleitoral".
Em Paraty, quatro anos depois, usou a mesma palavra rara para atestar a "absoluta certeza da segurança, da higidez e da transparência" do sistema que ela própria presidiu, fiscalizou e defendeu.
É a mesma ministra que acompanhou Moraes nos principais atos de censura e repressão contra a direita, da retirada de publicações do ar a condenações de mais de uma década de prisão impostas a manifestantes desarmados por "tentativa de golpe de Estado", entre outros crimes.
Angela Davis e Cármen Lúcia não dividiram mesa e não há registro de encontro entre as duas. Não precisavam. Partem da mesma premissa, e a premissa é o que precisa ser nomeado.
Para as duas, democracia representa a esquerda no poder, e a repressão à direita. Democracia é o resultado, não o procedimento que segue as regras.
Se democracia fosse procedimento, a pergunta seria sempre a mesma. A regra foi cumprida? A esquerda e a direita tiveram a mesma liberdade para apresentar suas teses durante a campanha, as mesmas condições de concorrência? Nenhuma pessoa minimamente honesta responde sim.
Mas se democracia é resultado, ela vira um estado de coisas que precisa ser protegido de quem ameace produzir o resultado "errado". E aí tudo se resolve. O preso tcheco de 1972 estava minando o governo, logo não é preso político. O documentário de outubro de 2022 poderia beneficiar o opositor, logo tirá-lo do ar não é censura, e sim manutenção da "higidez" do processo. Em nenhum dos dois casos alguém precisou se declarar contra a liberdade. Pelo contrário: ambas se declararam a favor, em voz alta, no exato instante em que a suprimiam.
Veredito
A Flip não censurou ninguém. Não proibiu livro, não cancelou mesa, não expulsou convidado. Não precisou. A censura já tinha sido feita muito antes, na etapa silenciosa em que se decide quem existe.
E é isso que Gramsci ensinou e que a esquerda brasileira executou com paciência. O aparelho não precisa reprimir abertamente. Precisa apenas escolher o que entra, escolher quem fala, escolher o que o leitor jamais saberá, e repetir o procedimento por quarenta anos até que o resultado pareça a temperatura do ar.
O contribuinte pagou nove milhões de reais para que uma militante comunista de carreira, premiada por Moscou, que negou socorro a presos políticos tchecos, desembarcasse em Paraty e explicasse a setecentas pessoas de pé quem os brasileiros não devem eleger. E para que uma ministra do Supremo, que votou para tirar um filme do ar às vésperas de uma eleição, lançasse ali o próprio livro sobre a soberania do voto.
Chamam a isso festa da literatura. Chamam a isso defesa da democracia.
Quando duas pessoas com essas biografias são apresentadas ao país, na mesma semana e no mesmo festival, como autoridades morais em matéria democrática, e quase nenhum jornalista brasileiro questiona, a conclusão é uma só. A palavra democracia foi tomada, esvaziada e reemitida com outro significado.
Hoje, no vocabulário deles, democracia quer dizer socialismo no poder. E tudo que ameace o resultado é, por definição, antidemocrático.
Inclusive o voto.
CDC dos EUA foi processado no tribunal federal de Nova York pelo advogado Aaron Siri. No site do CDC consta a afirmação de que as v4c|n4s não causam autismo, porém no tribunal, tiveram que admitir que eles não têm estudos que comprovem que as v4c|n4s não causam autismo. Siri propõe uma severa reforma no departamento de vacinas do CDC e do FDA. As vítimas de lesões de vacinas não podem processar as fabricantes por causa do "programa de compensação por lesões de vacinas" do HHS. Elas processam o próprio HHS, mas é esse que alega que as v4c|n4s são seguras. É flagrante o imenso conflito de interesses e o abandono das vítimas que são invalidadas pelo sistema.
🇨🇱‼️GRANDE GOLPE NA CORRUPÇÃO NO CHILE:
O PRESIDENTE DE DIREITA JOSÉ ANTONIO KAST ORDENOU A MAIOR AUDITORIA DA HISTÓRIA DO CHILE.
O atual governo mobilizou mais de 1.000 auditores para revisar o Estado chileno de cima a baixo, ministério por ministério. Sem exceções.
When drug companies spend millions on ad campaigns to destroy Nobel Prize-winning drug, you have to wonder why.
Complete remissions of Stage IV cancers. Not only does it work to cure Covid but studies show ivermectin and fenbendazole can cure cancer.
Aposentada passa mal ao escutar uma parte do relatório lido pelo Deputado Alfredo Gaspar @Alfredogaspar_
LULA E STF ENCERRAM CPMI
LULA ROUBOU APOSENTADOS
Durante discurso no CPAC USA 2026, realizado neste sábado, 28 de março, em Grapevine, no Texas (EUA), o senador Flávio Bolsonaro fez um alerta à comunidade internacional; o que acontece no Brasil não é um problema local - é uma questão global.
Diante de uma plateia majoritariamente conservadora e alinhada ao movimento liderado por Donald Trump, Flávio trouxe uma realidade estratégica para reposicionar o Brasil no cenário mundial. “Talvez você pense: Por que devemos nos importar? Isso é um problema do Brasil.Deixe-me explicar por que isso importa para a América e para o mundo”.
Flávio, apresentou dados e argumentos para sustentar a tese de que o país é peça-chave no equilíbrio regional e global. Destacou que o Brasil possui cerca de 220 milhões de habitantes, uma população majoritariamente cristã, e representa mais da metade da América do Sul em território, população e Produto Interno Bruto. Ressaltou ainda que um único estado brasileiro tem economia superior à segunda maior economia da região - uma referência recorrente ao peso de São Paulo no continente.
O discurso avançou para o campo estratégico ao enfatizar os ativos naturais brasileiros: “Controlamos as maiores reservas de água doce do mundo, vastas terras agrícolas que alimentam o planeta e recursos energéticos capazes de abastecer continentes”. O Brasil não é periférico, é central para a segurança alimentar, hídrica e energética global.
No ponto mais contundente da fala, veio o alerta: “Se o Brasil fracassar, toda a América do Sul fracassará”. A frase sintetiza a tentativa de internacionalizar a relevância do país e conectar sua estabilidade ao equilíbrio do continente.
A participação de Flávio no CPAC ocorre em meio à sua movimentação política com projeção internacional e reforça uma estratégia de inserção do Brasil no eixo conservador global. A fala de Flávio no Texas sinaliza uma tentativa de transformar a crise brasileira em pauta internacional - e de posicionar o país como peça central na disputa política do século XXI.
George Soros wants to overthrow Prime Minister Viktor Orban because he unapologetically calls the criminal out…
“George Soros published his plan…EU has to accept at least ONE MILLION asylum seekers annually. We are fighting an organized gang called the Empire of George Soros”
Our landmark autopsy study — which found that 73.9% of deaths following COVID-19 “vaccination” were caused by the shots — was illegally retracted just after becoming the #1 most-read scientific paper in the WORLD.
It’s time to invoke the RICO Act against the Journal Cartel.
We established a causal link between COVID shots and death — warranting an IMMEDIATE FDA Class I Recall.
Most died within a week of vaccination—primarily from heart damage, brain clots and multi organ failure.
🇪🇺‼️ÚLTIMAS NOTÍCIAS: Vários países da UE formaram uma coalizão para a deportação
Alemanha, Grécia, Dinamarca, Áustria e Holanda uniram forças e planejam construir centros de deportação de migrantes antes do final do ano!
Isso é absolutamente ENORME. A situação está mudando em toda a Europa e as pessoas estão EXIGINDO a remigração.
Para onde estamos caminhando…. Desde a época de Jesus (bem apropriado próximo à Páscoa) as castas dos políticos e judiciário determinam o futuro de pessoas, e tentam determinar o fim da humanidade.
🇺🇸 Gen. Francis Donovan, Comandante do Southcom, em audiência no Congresso dos EUA, afirma que presença da China na Am. Latina gera riscos aos EUA.
“Não participamos de Formosa (exercício militar no Brasil) porque os chineses estavam participando”.
🚨🚨 La CIA admite oficialmente que el cáncer es biológicamente idéntico a los parásitos…
La Universidad Johns Hopkins ha ocultado medicamentos antiparasitarios baratos que curan el cáncer en semanas...
O CASO DO FURTO DE MATERIAL BIOLÓGICO DA UNICAMP QUE NÃO VOU DEIXAR PASSAR DESPERCEBIDO.
O caso começou em 13 de fevereiro, quando a Unicamp detectou o desaparecimento de amostras biológicas no Laboratório de Virologia Aplicada, uma área NB-3, isto é, de alta contenção e com protocolos rígidos de acesso. Segundo a cronologia publicada pela CNN, a docente investigada, Soledad Palameta Miller, não tinha acesso direto ao local do furto. A apuração indica que ela teria usado a influência do cargo para pedir que uma aluna de mestrado abrisse as portas das instalações restritas.
Depois disso, as amostras teriam sido levadas para freezers de outros pesquisadores sem autorização, e a perícia encontrou frascos abertos e material descartado de forma irregular em lixeiras comuns, algo que a Justiça Federal descreveu como exposição direta da saúde de terceiros a perigo. No dia 23 de março, Soledad foi presa em flagrante. No dia 24, saiu em liberdade provisória, com fiança, proibição de acessar laboratórios da Unicamp, entrega do passaporte e comparecimento mensal à Justiça. A universidade abriu sindicância interna e afirmou que segue colaborando com a Polícia Federal, a Anvisa e o Ministério da Agricultura.
O material furtado incluía amostras de influenza A, entre elas H1N1 e H3N2, segundo a cobertura da imprensa local e televisiva sobre o caso. Isso importa porque não estamos falando de material inerte ou banal. H1N1 e H3N2 são subtipos de influenza A que circulam em humanos e podem causar doença respiratória contagiosa, desde quadros leves até formas graves com hospitalização e morte, sobretudo em grupos de risco.
A OMS ressalta que a influenza sazonal pode evoluir para pneumonia, sepse e morte. O CDC também destaca que a gripe é contagiosa e pode produzir doença grave, além de lembrar que H1N1 e H3N2 são subtipos humanos relevantes na vigilância global. Em outras palavras, o risco potencial de um furto assim não é só acadêmico. Ele envolve biossegurança, possibilidade de manipulação indevida, armazenamento irregular, exposição ocupacional e até comprometimento de cadeias de pesquisa e vigilância sanitária. Até aqui, a PF disse ter localizado o material e o encaminhado ao Ministério da Agricultura para análise, com apoio técnico da Anvisa.
Respira porque fica pior nos comentários deste post.
🚨Landmark Study of an ENTIRE COUNTRY (n=51 MILLION) Confirms COVID Shots Induced VAIDS in EVERY Age Group
Vaccinated Koreans suffered a dose-dependent rise in the common cold, infections, pneumonia, and tuberculosis — up to +559%.
BILL GATES spent over $100 MILLION on mRNA.
NOVO ARTIGO: Testemunho de IVERMECTINA e MEBENDAZOL - Mulher de 51 anos da Carolina do Sul com Câncer de Mama em Estágio 4 relata após 4 meses. De metástase de 2,5 cm para Livre de Câncer!
Por @MakisMedicine
“Os bots da Big Pharma estão quietos nos últimos dias depois que eu escrevi um post longo sobre o status das minhas licenças médicas, incluindo a licença médica da Flórida
Nova Clínica de Câncer na Flórida está chegando em breve!!
HISTÓRIA:
Mulher de 51 anos da Carolina do Sul com Câncer de Mama em Estágio 4
Em outubro de 2025 ela começou Ivermectina e Mebendazol
Resultados após 4 meses: LIVRE DE CÂNCER
"o tumor dela debaixo do braço esquerdo encolheu 67%. De 2,5 cm para 0,8 cm"
"Além disso, ela fez um exame de sangue Guardant em setembro deste ano, antes de começarmos o protocolo, e deu positivo (8,8). Acabamos de receber os resultados de um exame recente e deu Negativo (0)"
"Então, atualmente não há câncer no sangue dela."
Quando você digita Ivermectina e Mebendazol em qualquer IA decente, ela vai entregar esses dois como estando entre os 3 medicamentos mais promissores no tratamento do câncer.
A Big Pharma está travando uma guerra contra pacientes com câncer, tentando impedir esses avanços em medicamentos reposicionados e o "Direito de Tentar".
É quase cômico de assistir, mas pessoas reais estão sendo prejudicadas pelas manobras da Big Pharma.
Eu já ajudei mais de 9000 pacientes com câncer com Ivermectina, Fenbendazol e Mebendazol, o maior projeto desse tipo no mundo.
Nova Clínica de Câncer na Flórida chegando!
Deus abençoe... 🙏”
🚨 Caso Unicamp levanta alerta sobre falhas em biossegurança
A investigação sobre o furto de material biológico em um laboratório de virologia da Unicamp, em Campinas (SP), ganhou novos contornos e passou a preocupar autoridades.
A Polícia Federal apura a retirada de amostras de vírus de um laboratório de nível de biossegurança 3 (NB-3), ambiente destinado ao controle rigoroso de agentes potencialmente perigosos. Parte desse material teria sido transportada sem autorização para outros laboratórios dentro do campus, com níveis inferiores de contenção, e até descartada de forma irregular.
Uma professora foi presa em flagrante e posteriormente liberada, respondendo por suspeita de colocar em risco a saúde pública, além de transporte irregular de material biológico. O marido dela também passou a ser investigado.
O caso mobilizou a Polícia Federal, a Anvisa e o Ministério da Agricultura. Até o momento, a informação oficial é de que não houve contaminação externa, mas detalhes sobre o conteúdo das amostras e as circunstâncias completas seguem sob sigilo.
Especialistas apontam que a situação expõe possíveis fragilidades em protocolos de controle e circulação de material biológico sensível.
Já vimos esse filme antes, quando falhas em laboratórios de alta contenção são tratadas com silêncio, o mundo já sabe onde esse roteiro pode levar - basta lembrar Wuhan.
A narrativa muda. Os fatos ficam.
A mesma grande mídia australiana que durante a pandemia repetiu como um mantra que as injeções de mRNA eram “seguras e eficazes” agora publica reportagens alarmadas com o crescimento de câncer entre jovens.
De repente, algo está acontecendo.
Cada vez mais australianos com menos idade estão sendo diagnosticados com tipos de câncer que, até pouco tempo atrás, eram considerados doenças predominantemente associadas ao envelhecimento.
Os números chamam atenção.
Câncer de ovário teria aumentado cerca de 30%.
Câncer de mama, 50%.
Câncer de intestino, 71%.
Também há crescimento nos diagnósticos de câncer de próstata, pâncreas e fígado em faixas etárias mais jovens.
E a explicação oferecida?
“Fatores ambientais”.
Sempre uma expressão vaga. Elástica. Conveniente.
Quando uma sociedade enfrenta um aumento abrupto de doenças graves, a pergunta natural deveria ser outra. Investigar tudo. Questionar tudo. Analisar todos os possíveis fatores envolvidos.
Mas curiosamente algumas perguntas parecem proibidas.
A história recente mostra que quando ciência, política e mídia se misturam demais, a verdade costuma ser a primeira vítima.
E quando os números começam a subir, a palavra preferida passa a ser “mistério”.
Mistério para quem não quer olhar.
A Hungria registrou 650 estupros.
O Reino Unido, em 2003, registrou 8.800.
O Reino Unido, em 2023, registrou 88.000.
A Suécia, em 1975, registrou 350.
A Suécia registrou, no ano passado, 32.000.
Todos nós sabemos o porquê.
Quem está chocado com a busca e apreensão no jornalista do Maranhão, não faz ideia que, ainda em 2022, Moraes prendeu um jornalista do ES e o manteve na cadeia, POR 1 ANO, SEM DENÚNCIA OU PROVA ALGUMA.
Depois o libertou, como se nada fosse, sem nem 1 pedido de desculpas.