@MatheusLaiola Com absoluta certeza. A prática de maus tratos aos animais normalmente é um "treinamento" para outros tipos de violência. A pessoa vai revelando e aperfeiçoando sua bestialidade.
Fachin autorizou a AGU a defender Moraes na ação movida pela Rumble contra o ministro.
Ou seja: Moraes pratica um ato considerado ilegal, é processado, e quem paga a defesa somos nós, com dinheiro público.
Pior: a autorização veio de Fachin, o ministro que se considera o pai do Código de Ética da Corte
Este é o STF
No texto abaixo, o Marcelo Guterman mostra que o STF ocupa um lugar de honra no maior IPO da história. Parabéns aos envolvidos. 👇
O Brasil tem lugar de honra no maior IPO da história, o da SpaceX, de Elon Musk.
“No prospecto de qualquer IPO, a empresa é obrigada, pela SEC, a descrever todos os riscos para os investidores. Os executivos da Space X descreveram 54 tipos de diferentes de risco. Um deles se refere à "natureza global do negócio, que o expõe a riscos relacionados a regimes ou autoridades instáveis, maliciosas ou arbitrárias".
Este risco é genérico, referindo-se a jurisdições que não se guiam pelo Rule of Law. Mas os executivos da Space X foram além, e decidiram dar um exemplo prático desse tipo de risco. É aqui que o Brasil brilha:
"Não há garantia de que conseguiremos manter nossas operações em qualquer jurisdição e, caso nossos ativos ou propriedades sejam sujeitos a apreensão ou outra forma de expropriação, não há garantias de que conseguiremos recuperá-los. Qualquer ação judicial ou governamental desse tipo pode nos afetar negativamente. Por exemplo, em agosto de 2024, a Starlink recebeu uma ordem do Supremo Tribunal Federal do Brasil que bloqueou seus ativos financeiros brasileiros e a impediu de realizar transações financeiras no país (a “Apreensão de Ativos no Brasil”). A ação do Supremo Tribunal Federal decorreu de supostas violações da legislação brasileira pela empresa X, que na época não era de nossa propriedade e tinha apenas vínculo com o Sr. Musk. É possível que sejamos submetidos a ações como a Apreensão de Ativos no Brasil no futuro (seja no Brasil ou em outro país) e, independentemente de tal ação estar em conformidade com as leis locais e internacionais, talvez nunca consigamos recuperar os ativos apreendidos em uma ação semelhante.
Além disso, as medidas que tomamos para minimizar o impacto de ações como a Apreensão de Ativos no Brasil sobre nossos clientes, por exemplo, continuando a fornecer o serviço gratuitamente ou alterando os processos e métodos de pagamento para permitir que os clientes mantenham o serviço, podem ter um impacto significativo em nosso desempenho financeiro. Como evidenciado pela Apreensão de Ativos no Brasil, podemos estar sujeitos a ações adversas por parte de agentes governamentais com base em suposições, fatos ou eventos que não estão diretamente relacionados às nossas operações, mas sim às ações de nossos diretores, executivos ou acionistas, ou às operações de empresas a eles afiliadas."
É ou não é para sentir orgulho de ser brasileiro, ter o seu Supremo Tribunal citado como exemplo de risco para o desempenho da empresa. E isso em um documento que vai ser lido por investidores do mundo inteiro! Isso é que é insegurança jurídica, ninguém nos vence nesse quesito!
Parabéns STF! Parabéns Alexandre de Moraes! Vocês conseguiram!”
@mauad_joao É impressionante como os petistas gostam de bandidos. Defendem os marginais com uma paixão que não dá para entender. Ou dá.
Basta ver a foto afetuosa de Lula c Deolane Bezerra, a musa do crime.
NÃO É OPINIÃO. É ANÁLISE SOBRE FATOS.
Não estamos falando apenas de um post do advogado de uma empresa ligada a Trump. Nem estamos falando apenas dos aspectos legais da censura contra a Rumble, contra a Trump Media ou contra plataformas americanas. Estamos falando de uma afirmação política grave, feita publicamente, e que precisa ser analisada pelo que ela diz, não pelo que se gostaria que ela dissesse.
Quando alguém desse entorno afirma que, em 2022, Alexandre de Moraes usou poderes emergenciais contra a chamada desinformação para policiar o discurso político online durante a reta final da eleição e, com isso, permitir que Lula fosse eleito, a discussão deixa de ser apenas jurídica, empresarial ou regulatória. A defesa da Rumble poderia se limitar a dizer que decisões brasileiras violaram direitos de usuários americanos, extrapolaram a jurisdição brasileira ou impuseram obrigações indevidas a empresas sediadas nos Estados Unidos. Isso já seria sério, mas ainda estaria dentro de uma disputa legal entre empresas, Justiça brasileira e legislação americana. O problema é que a afirmação vai muito além disso.
Ela não diz apenas que houve censura. Ela diz que a censura teve efeito eleitoral. Mais do que isso: sugere que essa censura foi concentrada contra a oposição e produziu benefício direto a Lula numa eleição decidida por margem mínima. Portanto, não se trata aqui de acusar por opinião, simpatia, antipatia ou torcida política. Trata-se de analisar a consequência lógica do que foi afirmado publicamente.
E essa diferença importa.
Não se trata de dizer apenas que as urnas eletrônicas foram ou não foram confiáveis. A acusação é outra. A acusação é de que o ambiente eleitoral teria sido desequilibrado antes do voto, por decisões institucionais que afetaram a circulação de informações, a liberdade de crítica, a atuação de apoiadores, jornalistas, influenciadores, plataformas e opositores.
Sistema eleitoral não é só urna.
Sistema eleitoral inclui o TSE, seus ministros, suas decisões, suas resoluções, as regras de campanha, a remoção de conteúdos, o tratamento dado aos candidatos, o grau de liberdade da oposição, o alcance das informações que circulam durante a disputa e o ambiente em que o eleitor forma sua decisão. Uma eleição pode ter votos corretamente contados e, ainda assim, ser questionada quanto à regularidade do ambiente em que esses votos foram formados.
Por isso, responder a esse tipo de acusação apenas dizendo que “as urnas são confiáveis” é fugir do ponto central. A pergunta não é apenas se o voto foi corretamente contado. A pergunta é se o eleitor chegou à urna depois de uma disputa livre, simétrica e sem censura seletiva.
Em 2022, Moraes não era um observador externo do processo eleitoral. Ele presidia o TSE. E o TSE não era Moraes sozinho. Era uma estrutura colegiada, institucional, com poder direto sobre a eleição. Portanto, quando se acusa Moraes, naquele contexto, de ter operado mecanismos de censura com impacto eleitoral, a acusação inevitavelmente extrapola a figura individual dele e alcança o funcionamento do próprio sistema eleitoral.
E quando Lula é citado nominalmente como beneficiário desse processo, Lula deixa de ser personagem lateral. Ele passa a ser o centro político da acusação. Não se está dizendo apenas que Moraes excedeu poderes. Está se dizendo que esses excessos teriam beneficiado Lula.
Isso é de outra gravidade.
E é aqui que entra Trump. Trump não é conhecido por tolerar antagonismo público dentro do próprio campo em temas centrais. Ao contrário. Quando alguém próximo a ele passa a sustentar publicamente uma linha realmente incompatível com a dele, a reação costuma ser rápida. O caso Elon Musk mostrou isso com clareza. Enquanto Musk era útil, estava dentro. Quando passou a atacar uma pauta central do governo Trump, o rompimento veio em público, com ameaças, desgaste e confronto direto.
Esse é o padrão Trump.
Por isso, quando alguém ligado ao seu entorno jurídico, político ou empresarial faz uma afirmação desse tamanho sobre Lula, Moraes, TSE, censura e regularidade eleitoral, e Trump não corrige, não desautoriza, não manda recuar e não trata a fala como exagero, não parece razoável chamar isso de simples opinião isolada.
Diante de uma acusação desse tamanho, envolvendo não só Moraes, TSE e censura, mas também, e diretamente, Lula, o silêncio de Trump não parece detalhe.
Quem cala, consente.
Isso ajuda a entender a aparente contradição entre um eventual elogio pessoal de Trump a Lula e a linha dura que aparece ao redor dele. O elogio pode ser cálculo diplomático, conveniência estratégica ou até uma forma de não entregar à esquerda brasileira a narrativa fácil do “imperialismo americano atacando Lula”. Mas o elogio não apaga a acusação. E a acusação não é pequena. Ela diz, em essência, que o sistema institucional brasileiro interferiu no debate público de modo a favorecer Lula em 2022. Não por fraude na urna, mas por interferência no ambiente eleitoral.
Essa distinção é fundamental. Fraude na urna é uma acusação sobre contagem de votos. Censura seletiva em período eleitoral é uma acusação sobre formação da vontade do eleitor. São coisas diferentes, mas ambas dizem respeito à legitimidade de uma eleição. E talvez a segunda seja ainda mais difícil de discutir, porque não aparece apenas em uma máquina, em uma ata ou em uma totalização. Ela aparece no conjunto: quem pôde falar, quem foi silenciado, que conteúdo foi removido, que lado sofreu mais pressão, que narrativas foram bloqueadas e que candidato se beneficiou do ambiente produzido por essas decisões.
Por isso o post extrapola a defesa da Rumble. Ele usa a questão das plataformas como porta de entrada para uma acusação muito maior: a de que a censura brasileira teria sido instrumentalizada eleitoralmente para atingir a oposição e beneficiar Lula.
E, se essa acusação é feita agora, a pergunta seguinte é inevitável: se em 2022 essa interferência teria passado pelo TSE, em 2026 ela poderá passar por outro caminho? Moraes já não preside o TSE. A composição eleitoral é outra. Mas isso não encerra o problema. Apenas muda a pergunta.
A pergunta passa a ser se ministros que já atuaram sobre o debate político-eleitoral em 2022 poderão, agora, produzir efeitos semelhantes por meio do @STF_oficial , de inquéritos, de decisões individuais, de pedidos de investigação e da atuação da @MPF_PGR . Os movimentos recentes contra figuras da oposição não podem ser ignorados nessa análise. Moraes determinou a abertura de inquérito contra Flávio Bolsonaro por suposta calúnia contra Lula. Gilmar Mendes, por sua vez, acionou a estrutura institucional contra Romeu Zema depois de vídeos satíricos envolvendo ministros do STF. Depois, a PGR denunciou Zema por calúnia contra Gilmar.
Pode-se discutir a classificação técnica de cada ato. Nem tudo é “decisão monocrática” no sentido processual clássico. Mas politicamente o ponto permanece: são iniciativas individuais de ministros do STF capazes de acionar a máquina institucional contra atores relevantes da oposição. E essa máquina produz efeitos: desgaste, custo jurídico, manchete, intimidação, constrangimento, sinalização para outros atores políticos e impacto no ambiente eleitoral.
Se em 2022 a acusação era de interferência no ambiente eleitoral por meio do TSE, a pergunta agora é se, em 2026, a mesma lógica poderá operar por outra via: o STF, seus inquéritos, suas decisões individuais e a atuação da PGR como revestimento formal.
A questão, portanto, não é apenas se as urnas de 2026 serão confiáveis.
A questão é se o ambiente eleitoral de 2026 será livre.
Porque eleição não começa no dia da votação. Começa muito antes, no direito de falar, criticar, denunciar, satirizar, apoiar, discordar e disputar narrativa sem que um lado da disputa seja permanentemente colocado sob suspeita institucional.
Se censura, inquéritos, investigações e iniciativas individuais de ministros atingirem majoritariamente um campo político, a discussão não será apenas jurídica. Será eleitoral.
E aí entra o episódio mais recente. O PT comemorou relatos de que Trump teria elogiado Lula no encontro com Flávio Bolsonaro, dizendo que ele é velho, mas dinâmico. Transformaram isso quase em troféu diplomático, como se um elogio pessoal apagasse todo o resto.
Mas de que adianta esse elogio?
De que adianta Trump chamar Lula de dinâmico, esperto ou hábil, se alguém tão próximo do seu entorno jurídico e político faz uma acusação dessa gravidade, dizendo que Lula foi beneficiado por censura institucional contra a oposição numa eleição decidida por margem mínima?
Se essa acusação fosse realmente antagônica ao pensamento de Trump, ele já teria desautorizado. Trump nunca foi conhecido por tolerar divergência pública desse tipo em tema central, ainda mais envolvendo outro país, censura, eleição, oposição, empresas americanas e o nome de um presidente com quem mantém relação diplomática.
O elogio pode até ter existido. Mas ele não resolve nada. Ao contrário: torna a contradição mais visível.
Uma coisa é elogiar Lula como personagem político ou chefe de Estado. Outra, muito diferente, é permitir que gente do seu entorno afirme publicamente que Lula foi beneficiado por uma engrenagem de censura eleitoral.
O PT pode comemorar o elogio.
Mas deveria prestar mais atenção no silêncio de Trump diante da acusação.
Porque, nesse caso, a acusação feita hoje por gente próxima a Trump deixará de ser apenas uma leitura sobre 2022.
Passará a ser também um alerta sobre 2026.
@mandstu25 Se vc "estudar" somente c pessoas do seu gueto, c os mesmos pensamentos e ideias petrificadas, é óbvio q todos do gueto se sentirão mega inteligentes e superiores.
Parece q no seu raciocínio não cabem as palavras diálogo e contraditório.
Mas é certo q toda unanimidade é burra.
@NewsLiberdade Mais uma fadada a ser traço de audiência. Dinheiro público p exibir o besteirol clássico do cinema nacional: ditadura, crise existencial de burguês de esquerda, sexo, drogas e endeusamento de marginais.
@deltanmd Com oito décadas nas costas, Lula, preocupado com seu inevitável fim, quer reescrever a história e retocar a biografia de ladrão.
O falso pai dos pobres é um pilantra sem vergonha q há mais de quatro décadas mente e engana idiotas úteis.
Mais do q sujo, é imundo.
Eu não vou pedir desculpas ao Lula por ter colocado ele na cadeia. ISSO FOI JUSTIÇA!
Lula precisa parar de negar os fatos e encarar a realidade: ele foi condenado! E só está solto por que o STF mudou a regra do jogo. Ele não foi considerado inocente.
Ele me chama de monstro. Só por que eu combati a corrupção? Lula foi acusado de praticar corrupção. Eu passei minha vida botando bandido na cadeia. Lula dando pra eles ministério, saidinha e indulto de natal.
Monstro não sou eu. Monstro é quem desviou bilhões de um povo brasileiro ou que chama de mentira o trabalho de quem foi atrás desse dinheiro e devolveu para o povo.
Quem você acha que é o monstro? O policial, o procurador e o juiz ou é o ladrão?
@mariosabinof A capivara de Flávio Bolsonaro é um problema.
Lula é um problema.
O STF é um problema e meio.
Não existir um candidato palatável e confiável fora dessa polarização estúpida é tb outro gde problema.
O Brasil ficaria melhor nas mãos de ETs.
Carne e unha
Rodou no Congresso, nesta quinta-feira, o book de fotos de Deolane Bezerra, ao lado de Janja e Lula, que deu até beijinho na testa da influenciadora. Foi presa como caixa do crime organizado.
@mariosabinof Se não descartarem logo Flávio Bolsonaro, Lula está reeleito.
Lula c toda certeza tem muito mais crimes nas costas do q Flávio Bolsonaro, porém Lula tem um sistema inteiro operando a seu favor.
De Lula, nada vêem. De Flávio, verão tudo.
E a terceira via mofada continua inerte.
Dos inúmeros vazamentos de processos e investigações sigilosas que acontecem aos montes na imprensa brasileira todos os anos, os únicos que foram ou estão sendo investigados são:
- o caso de Eduardo Tagliaferro;
- o caso dos funcionários do INSS;
- o caso do perito da PF.
Todos esses casos têm uma coisa em comum: revelaram indícios de crimes praticados pelo ministro Alexandre de Moraes.
Em todos eles, se investigou o vazamento, mas não os indícios de crimes revelados pelos vazamentos.
Isso nos leva à conclusão de que vazamento, no Brasil, é coisa grave. Mas só se for contra o ministro Alexandre de Moraes. Fora isso, é pela democracia.