A Dramaland Brasil nasceu no Twitter através de um grupo de MULHERES.
Mulheres que decidiram se unir por uma paixão em comum: compartilhar o amor pela cultura asiática, pelos dramas e por tudo aquilo que nos aproximava, sem ganho pessoal, apenas pela vontade de construir algo juntas.
Anos depois, continuamos sendo um grupo formado por mulheres.
Somos mulheres brancas, negras, periféricas, LGBTQIA+, mulheres com deficiência. Somos diferentes em nossas histórias, vivências, opiniões e realidades.
Somos, desde o início, DIVERSIDADE.
E talvez uma das coisas mais importantes sobre a nossa história seja justamente como aprendemos a conviver com essas diferenças.
Desde a fundação da Dramaland Brasil, as decisões importantes são discutidas e votadas entre suas fundadoras. Nenhuma voz vale mais do que a outra.
Isso tem nome: DEMOCRACIA.
Por isso, precisamos deixar uma coisa muito clara: a Dramaland Brasil nunca foi e nunca pretendeu ser um espaço alheio à política.
Existir é político.
Ser mulher é político.
Poder amar quem você quiser é político.
Poder ocupar espaços é político.
Poder falar é político.
Poder discordar é político.
Ter direitos é político.
Hoje temos liberdade para nos expressar porque muitas pessoas, antes de nós, lutaram para que tivéssemos esse direito. E entendemos que também temos o direito de usar o espaço que construímos para defender aquilo em que acreditamos.
Desde 2022, nosso posicionamento tem sido claro.
Somos pela liberdade de cada pessoa ser quem é.
Somos pela democracia.
Somos pelos direitos humanos.
Somos pela soberania brasileira.
E, no segundo turno destas eleições, coletivamente, decidimos manifestar nosso apoio a Lula.
Sabíamos que nem todas as pessoas que nos acompanham concordariam conosco, e tudo bem. A democracia também existe no direito de discordar.
O que não faz parte dela é a tentativa de silenciar.
Desde que manifestamos nosso posicionamento, estamos recebendo ataques por diferentes canais. Insultos, intimidações e tentativas de nos constranger para que deixemos de falar.
Não vamos.
A Dramaland Brasil não nasceu do silêncio.
Nasceu de mulheres que decidiram ocupar um espaço e construir, juntas, algo em que acreditavam.
Quem chegou até aqui pela cultura asiática talvez nunca tenha percebido, mas cada mulher que escreve, traduz, pesquisa, cria, administra e mantém este projeto de pé também carrega uma história. E são justamente essas diferentes histórias que formam a Dramaland Brasil.
Não exigimos que ninguém pense como nós.
Mas exigimos o mesmo direito que defendemos para todos: o direito de existir, de falar, de discordar e de participar da democracia sem sermos ameaçadas por isso.
Podem discordar.
Podem deixar de nos seguir.
Podem escolher outros espaços.
Mas não vão nos calar.
O ódio não vai nos calar.
A intimidação não vai nos calar.
O medo não vai nos calar.
Continuaremos falando sobre dramas, cultura, entretenimento e tudo aquilo que amamos.
E continuaremos defendendo aquilo que sempre fez parte de quem somos.
DIVERSIDADE.
LIBERDADE.
DEMOCRACIA.
Dramaland Brasil.
Olá! Tudo bem?
Em nenhum momento dissemos que Jay apoia qualquer político brasileiro. A fala é real, pública e está na Weverse Magazine. Estamos compartilhando uma declaração dele sobre união, apoio mútuo e solução coletiva de problemas sociais.
A interpretação política é de quem lê. 😉
*abro o instagram
*mas é preciso ter forç-
*olho pro céu e vejo um-
*é preciso dar um jeit-
*você me pergunta pela min-
*a cor do meu batuque te-
*grande pátria desi-
*brasil, mostra a t-
*meu sangue latin-
*fé pra quem é fort-
*afasta de mim esse cálic-
*apesar de você-
alguém da um toque para o richarlison pai do bebe começar uma campanha pesada contra o flavio! HOMEM ELE TÁ COM A SUA ILHA, puxa o futebol para o lado certo, usa a seu favor