Gente, isso aqui, são muitas camadas kkkkkkkkkk eu amo o WANTEEZ
O Wooyoung desesperado quando percebeu que tava preso na lama, gritando pedindo a ajuda do Mingi. O Mingi "calma, eu tô indo salvar" mas sem conseguir tirar e se desesperando também, o JONGHO QUE SÓ RI ((eu seria ele)) e o Wooyoung desesperado "para rir, é sério, tô preso" o San tendo que ir salvar o Wooyoung e o Mingi kkkkkkkkkk "vai Wooyoung faz assim" o Wooyoung MAS EU TÔ FAZENDO CARAMBA, SÓ NÃO TA FUNCIONANDO E MINHAS BOTAS TÃO SAINDO SOCORRO... Wooyoung salvo e chorando porque claramente ele achou que ia morrer KKKKKKKKKK pqp isso tá maravilhoso
Tem algo que me irrita profundamente nessas entregas de mercado livre, shoppe em cidade pequena como a minha. O fato de simplesmente marcarem como "entregue" e deixar pra entregar no outro dia 🤦♀️ Isso acontece só em cidade pequena ou cidade grande tem essas palhaçadas tambem?
Como empresa, a KQ precisa entender que inspiração cultural não pode existir apenas no discurso promocional. Ela deve estar presente nas escolhas criativas, no cuidado com as referências utilizadas, na valorização das pessoas que mantêm essas culturas vivas e, principalmente, na forma como esses públicos são incluídos nas ações oficiais da empresa. Porque utilizar uma cultura como conceito, lucrar com sua imagem e, ao mesmo tempo, ignorar o país e o público que ajudaram a construir essa narrativa não é representatividade. É oportunismo.
A @kqent precisa compreender, com urgência, que utilizar uma cultura como inspiração vai muito além de uma estratégia de marketing. Quando uma empresa escolhe promover um projeto afirmando que ele foi inspirado em determinada cultura, ela assume a responsabilidade de representá-la com respeito, pesquisa e coerência.
Durante toda a divulgação, não apenas a KQ Entertainment, mas também os próprios membros e a imprensa promoveram BAD como uma música inspirada no funk brasileiro ou com um "toque de Brasil". No entanto, o resultado entregue foi superficial. Além de alguns cartazes em português compondo o cenário, praticamente não há elementos que representem essa inspiração de forma significativa. Não existem participação de produtores brasileiros em sua criação, colaboração com artistas brasileiros ou qualquer iniciativa que demonstre um interesse genuíno pela cultura utilizada como conceito para promover esse lançamento.
A América Latina é formada por dezenas de países, culturas e tradições distintas. Representá-la exige responsabilidade. Quando referências culturais são utilizadas apenas de maneira superficial, sem contexto ou profundidade, a mensagem transmitida é clara: aquela cultura serviu apenas como ferramenta para tornar um conceito comercialmente mais atraente.
Essa falta de consideração também ficou evidente no projeto do BAD BOOK. Se o objetivo era aproximar essa era dos fãs ao redor do mundo, é difícil compreender por que a América do Sul foi completamente ignorada. O Brasil, justamente o país apontado como uma das inspirações para BAD, sequer recebeu o livro.
Em oito anos de carreira, o Brasil recebeu apenas quatro eventos oficiais: um show da turnê, em 2023, uma revista, e duas exibições oficiais nos cinemas. Enquanto isso, outros mercados acumulam diversas paradas de turnês, pop-up stores, cafés temáticos, eventos promocionais, exposições e inúmeras experiências exclusivas. A diferença de investimento, planejamento e atenção é evidente.
Durante GOLDEN HOUR : Part.4, o continente obteve a oportunidade de adquirir, pela primeira vez, uma versão exclusiva do álbum. No entanto, em GOLDEN HOUR : Part.5, justamente a era promovida como inspirada na cultura latina, essa oportunidade deixou de existir.
Diante desse histórico, é inevitável que muitos ATINYs sintam que a nossa cultura foi valorizada apenas enquanto agregava valor à narrativa do álbum, mas deixou de ter importância quando chegou o momento de incluir o país e o continente nas ações oficiais da empresa.
Os fãs brasileiros e latino-americanos sempre demonstraram seu compromisso com o ATEEZ. Organizam projetos, compram álbuns, realizam streams, divulgam o grupo diariamente e transformam cada oportunidade em uma demonstração de apoio. O mínimo que esperam em troca é respeito, reciprocidade e uma representação que vá além da superfície.
Além disso, esse sentimento de frustração não se limita à forma como determinados mercados são tratados. A própria gestão dos artistas frequentemente gera questionamentos entre os fãs. Casos como o do Jongho e do Yeosang, por exemplo, alimentam a percepção de uma empresa que falha em oferecer oportunidades equilibradas para todos os integrantes. Há anos o fandom precisa cobrar repetidamente por atividades, promoções e maior valorização de alguns membros, sem que mudanças significativas aconteçam. Isso reforça a imagem de uma gestão inconsistente, que muitas vezes não corresponde ao potencial dos próprios artistas.
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eu depois de passar uma semana maravilhosa no mundinho magic man e lembrando que amanhã é segunda rotina de volta trabalho e não tem mais jackson wang no brasil
gente desculpa o surto mas esse burburinho de talvez o ateez fizesse show esse ano e o povo comentar "nao queremos" us? a hug pois eu quero sim, se vc decidiu ver shows de outro grupo e n tem mais dinheiro ta td bem mas nao torça contra a chance de quem ta tentando ver o fav nao
acho q ninguém nunca vai entender oq eu sinto quando chega esse Exato momento de answer eh uma vontade absurda de sair correndo e me jogar na frente de um carro so pra tocarem isso no meu funeral
se o filme kpop demon hunters ganhou oscar esse oscar meio que também é do ateez que ajudou a inspirar o saja boys parabéns ateez pelo seu primeiro oscar!!
*yunho começa a cantar*
nossa que perfeito esse main vocal
*seonghwa começa a cantar*
que chique tem outro main vocal
*jongho começa a cantar*
meu deus outro main vocal!!!!!