Brasileiro, Conservador, Anti Comunista, honro a familia, nossa Bandeira e os símbolos Nacionais, com serios problemas de saúde...mas com Bolsonaro SEMPRE
QUE ALMOÇO CURIOSO...
Na mesma mesa:
Chefe da AGU.
Ministro da Justiça.
Diretor-geral da Polícia Federal.
Secretário-geral da Interpol.
Ex-ministro do STF e da Justiça.
Tudo isso justamente quando existem investigações sensíveis envolvendo Lulinha e uma crise entre a direção da PF e o ministro André Mendonça, relator de casos explosivos.
Pode ter sido apenas um almoço institucional?
Claro que pode.
Mas imagine por alguns segundos se fosse no governo Bolsonaro.
Imagine Bolsonaro no Planalto, um filho seu aparecendo no radar de uma investigação e, no meio da tensão, integrantes do governo reunindo numa mesma mesa o diretor da PF e o chefe da Interpol.
Qual seria a manchete?
“ALMOÇO DE PACIFICAÇÃO”?
Ou teríamos plantão, comentaristas indignados, especialistas em “interferência na PF” e a palavra IMPEACHMENT piscando na televisão?
Não afirmo que houve interferência.
Faço algo muito mais simples:
PERGUNTO.
O que foi discutido nessa mesa?
Lulinha entrou no cardápio?
Se não entrou, ótimo.
Transparência é justamente o ingrediente que elimina a suspeita.
Porque quando poder, polícia, política e investigação sentam à mesma mesa, o brasileiro tem todo o direito de querer saber quem pediu a conta.
O rótulo contra Lula: Apoiadores da oposição utilizam massivamente o termo "Ladrão" em hashtags e comentários focados no atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A expressão remete diretamente aos escândalos da Operação Lava Jato e a processos antigos. Os protestos de rua e manifestações da oposição frequentemente usam o coro "Lula ladrão, seu lugar é na prisão".
CRITICAR O JUDICIÁRIO NÃO É ATACAR O POBRE
Dias Toffoli afirmou: “Atacar o Judiciário é atacar o pobre.”
Mas desde quando questionar o poder virou atacar quem mais precisa dele?
O cidadão comum não está pedindo privilégios. Está pedindo Justiça que funcione, processos que não se arrastem indefinidamente, decisões imparciais e instituições que também aceitem ser fiscalizadas e criticadas.
O pobre não precisa que alguém fale em seu nome para justificar o poder. Precisa de acesso à Justiça, saúde, educação, segurança e condições para viver com dignidade.
Defender a independência do Judiciário é fundamental em uma democracia. Mas independência não significa imunidade à crítica.
Ministros, juízes, políticos e qualquer agente público exercem poder em nome da sociedade — e todo poder deve estar sujeito a questionamentos.
Criticar abusos, decisões ou condutas do Judiciário não é atacar a Justiça. É exercer cidadania.
E talvez a pergunta mais simples seja também a mais incômoda:
Se criticar o Judiciário é atacar o pobre, quem defende o pobre quando é justamente ele que espera anos por Justiça?
O candidato chupim.
Some por quatro anos.
Na eleição, reaparece, ocupa o ninho dos outros e pede seu voto.
A política não precisa de reaparições. Precisa de presença.
Flávio Dino afirma que “o direito ou é dos mais pobres, ou não é direito”.
Permita-me discordar.
O Direito não é dos pobres.
Não é dos ricos.
Não é da esquerda.
Não é da direita.
E muito menos deveria ser de quem ocupa temporariamente o poder.
O Direito é de TODOS.
Sua função não é escolher quem merece a proteção da lei conforme classe social, ideologia ou conveniência política. É justamente impedir que a força, o dinheiro ou o poder determinem quem terá direitos e quem não terá.
Proteger os vulneráveis é dever do Estado. Combater desigualdades também.
Mas há uma enorme diferença entre buscar igualdade e transformar o Direito em propriedade de um grupo.
Porque, no instante em que alguém decide que o Direito pertence mais a uns do que a outros, surge uma pergunta perigosamente simples:
Quem terá o poder de decidir quem merece ter direitos?
Justiça social sem igualdade perante a lei pode até receber um belo nome em uma palestra.
Direito, não.
Flávio Dino afirma que “o direito ou é dos mais pobres, ou não é direito”.
Permita-me discordar.
O Direito não é dos pobres.
Não é dos ricos.
Não é da esquerda.
Não é da direita.
E muito menos deveria ser de quem ocupa temporariamente o poder.
O Direito é de TODOS.
Sua função não é escolher quem merece a proteção da lei conforme classe social, ideologia ou conveniência política. É justamente impedir que a força, o dinheiro ou o poder determinem quem terá direitos e quem não terá.
Proteger os vulneráveis é dever do Estado. Combater desigualdades também.
Mas há uma enorme diferença entre buscar igualdade e transformar o Direito em propriedade de um grupo.
Porque, no instante em que alguém decide que o Direito pertence mais a uns do que a outros, surge uma pergunta perigosamente simples:
Quem terá o poder de decidir quem merece ter direitos?
Justiça social sem igualdade perante a lei pode até receber um belo nome em uma palestra.
Direito, não.
@Marcos_11_66 “Por respeito à língua portuguesa, não direi o que penso a seu respeito. Por respeito ao patrimônio, apenas recomendo que não o deixem sozinho com ele.” 😏
TODO TRABALHO TEM DIGNIDADE
Quando um presidente afirma que ser lixeiro “não é uma profissão que dá orgulho” e coloca engenheiros e médicos como exemplos do que daria orgulho, as palavras pesam.
Não existe trabalho menor quando ele é honesto e necessário. O gari que acorda de madrugada, enfrenta chuva, sol, mau cheiro e riscos para manter nossas cidades limpas merece respeito, valorização e, sim, orgulho.
Experimente deixar uma cidade apenas alguns dias sem coleta de lixo para descobrir rapidamente o tamanho da importância desses profissionais.
O problema não está em ser gari.
O problema está em uma sociedade que ainda mede a dignidade das pessoas pelo diploma, pelo salário ou pelo cargo.
Engenheiro merece orgulho. Médico merece orgulho. Professor merece orgulho. Pedreiro merece orgulho. Gari merece orgulho.
Porque profissão nenhuma diminui uma pessoa.
Trabalho não tem hierarquia de dignidade.
Vergonha não é ser gari. Vergonha é desprezar quem trabalha.
@TumultoBR Os Centros de Atenção Psicossocial e as Unidades Básicas de Saúde (UBS) são portas de entrada para o atendimento na área de Saúde Mental dentro da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo.