PUBLICAÇÃO DE DONALD TRUMP SOBRE ATAQUE A VENEZUELA
O Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, junto com sua esposa, capturado e retirado do país por via aérea.
Esta operação foi realizada em conjunto com as forças de segurança dos EUA. Mais detalhes em breve.
Haverá uma coletiva de imprensa hoje às 11h, em Mar-a-Lago.
Obrigado pela atenção a este assunto!
Presidente DONALD J. TRUMP
🚨EUA 🇺🇸/Venezuela 🇻🇪: URGENTE
NICOLAS MADURO E SUA ESPOSA FORAM CAPTURADOS E LEVADOS PARA FORA DA VENEZUELA INFORMOU O PRESIDENTE DOS EUA DONALD TRUMP.
🚨URGENTE: Ex-diretor do MEC no governo Bolsonaro é o homem por trás da denúncia que levou à prisão de Filipe Martins. Detalhe importante: a denúncia foi feita por meio de um e-mail enviado diretamente a Moraes. Confira 👇🏼
Isso me lembra regimes que não começaram com câmaras de gás, mas com cartas. Com denúncias formais. Com cidadãos “bem intencionados” escrevendo para o poder enquanto pediam sigilo, anonimato, proteção. Sempre começa assim. Nunca começa com monstros declarados. Começa com gente comum disposta a vender a consciência por migalhas e segurança pessoal.
Quão filho da puta precisa ser alguém para fazer isso.
Estamos vivendo algo que lembra a Revolução Russa, mas com verniz jurídico. Lá, ao menos, havia um conflito aberto. Aqui, tudo é feito em nome da democracia, da legalidade e da ordem institucional. O método é mais limpo, mais covarde e infinitamente mais perigoso.
O caso fala por si.
Um e-mail enviado diretamente ao gabinete de Alexandre de Moraes. Não há crime concreto. Não há prova objetiva. Há um print de LinkedIn. Um acesso registrado na função “Quem viu seu perfil”. O próprio denunciante admite que não pode afirmar se foi o titular da conta, se foi um terceiro, se foi um erro do sistema. Mesmo assim, transforma a dúvida em acusação e a suspeita em gatilho institucional.
E antes de qualquer coisa, vem o pedido mais revelador de todos.
Reserva de identidade.
Sigilo absoluto.
Medo de retaliações.
A essência da covardia está aí. Denuncia, mas não assume. Acusa, mas se esconde. Quer ser instrumento do poder, mas não quer pagar o preço moral de sê-lo. É o velho espírito do dedo duro reciclado para a era digital.
Prender Filipe Martins porque advogados utilizaram redes sociais para preservar dados não é aplicação da lei. É o assassinato da lógica. É o momento em que qualquer ação defensiva passa a ser interpretada como prova de culpa. Onde o processo nasce com a sentença embutida.
Isso não é Estado de Direito.
É Estado de Suspeita Permanente.
E a contradição chega ao grotesco. O denunciante é militar. Ex aluno de Olavo. E ainda assim age como delator de gabinete, pedindo anonimato, terceirizando a própria coragem. A farda não sustenta honra quando a alma já se ajoelhou.
No meio desse esgoto moral está Bolsonaro. O “idiota”, segundo muitos. O mesmo que exonerou gente para defender Olavo. O mesmo que tentou proteger aliados. O mesmo que apanhou da imprensa, do sistema e, ironicamente, de uma ala que transformou Olavo em divindade intocável. Pagou caro por tentar agir como homem num ambiente que premia traidores silenciosos.
E aqui é preciso dizer com todas as letras.
Parem de rotular pessoas como boas ou más com base em crença, leitura, trajetória ou companhia. Isso é pensamento pequeno. Isso é preguiça intelectual. Isso é o terreno fértil onde todo autoritarismo cresce.
Quando rótulo vira sentença, o ser humano deixa de importar.
Quando delação vira virtude, a sociedade apodrece.
Quando print vira prova e medo vira argumento, a justiça já morreu.
Enfiem os rótulos onde merecem. A complexidade humana não cabe em planilhas ideológicas. O que está em jogo aqui não é direita ou esquerda. É caráter, coragem e limite.
Toda vez que a história normalizou esse tipo de comportamento, o final foi o mesmo. Primeiro vieram os e-mails. Depois as prisões. Depois o silêncio coletivo.
E nunca foi bonito.
ATERRORIZANTE: No Iraque, uma jovem foi vista caminhando sozinha sem hijab na véspera de Ano Novo. Centenas de homens se reuniram para assediá-la.
Os muçulmanos consideram a celebração do Ano Novo haram (proibida).https://t.co/ie1vkx7QXd
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Banco Master teria investido mais de R$ 11 bilhões em um fundo investigado por ter relações com a facção criminosa PCC.