Assim como a maioria dos impostos, o IPVA não faz sentido algum. Ele é uma violação do direito de propriedade. O dono do carro já paga uma fortuna em impostos na compra. Chega.
Criem coragem e ACABEM com o IPVA.
Brasil 🇧🇷 / EUA 🇺🇸 - O Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos EUA acusou o Brasil de “ir atrás” de cidadãos americanos e empresas para censurar a liberdade de expressão. “O Brasil vem tentando censurar o discurso de americanos em plataformas americanas há anos. Agora, está indo atrás de empresas e consumidores americanos também. Seja em território americano ou no exterior, o Comitê não permitirá que esses ataques fiquem sem resposta.” diz a publicação. 09/07/26
▶️ Ivan Kleber / @lordivan22
É só no Brasil que um candidato elogia a esquerda, critica o que a direita faz, afirma que a ciência não pode ser debatida e, ainda assim, convence o eleitor de que é de direita
Caro Presidente Valdemar,
Time que não performa tem que mexer:
Sugestões:
Coloque imediatamente o Marcelão como coordenador geral da campanha;
Coloque imediatamente o Duda Lima como Diretor de Operações da Comunicação;
Coloque imediatamente o Walter Longo como diretor de planejamento estratégico;
Coloque imediatamente o Antônio ( Toninho ) como diretor de criação;
Empodere nominalmente grandes lideranças católicas, evangélicas, do agro, da segurança pública, da área médica, da área da educação, do desenvolvimento do varejo, para reuniões semanais com updates diários.
Traga quem tá longe para perto.
Traga quem tá perto para mais perto.
Chega de erros, chega de ruídos, chega de quem não conhece nem gosta do Bolsonarismo.
Ninguém quer mais o PT.
LEGIÃO UMBANDA 🪘😂 Política, Fé e Eleição!
⚠️ Este vídeo é uma obra de humor e paródia, sem intenção de ofender religiões, apenas uma crítica satírica ao comportamento político.
“Vou na igreja apenas uma vez…” 😂
Chegou mais uma paródia do canal Canta Direita!
Dessa vez, uma versão inspirada no clássico “Índios”, da Legião Urbana, transformada em uma sátira política sobre aqueles que só lembram da fé… em época de eleição.
Na Legião Umbanda, a mistura é completa: terreiro, igreja, discurso e voto — tudo no mesmo palco! 🪘🔥
Uma crítica bem-humorada sobre oportunismo, personagens públicos e o velho teatro eleitoral que a gente já conhece.
🎧 Versão com pegada afro/umbanda, cheia de atabaques, agogô e vibe ritualística!
💬 E você, conhece alguém que só aparece na igreja de 4 em 4 anos?
O fiasco da seleção brasileira não tem apenas uma causa, claro. O problema é complexo e de difícil solução. Mas, se há algo que resume bem o atual descalabro em que se encontra a administração do futebol tupiniquim, são as interferências relatadas neste artigo. 👇
“O futebol brasileiro tem um novo centro de poder. Ele não fica na Barra da Tijuca, sede da CBF. Fica em Brasília, num prédio de faculdade particular fundada por um ministro do Supremo Tribunal Federal.
A história começa em 16 de agosto de 2023, quando o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa, o IDP, assinou um contrato com a CBF para gerenciar a CBF Academy, o braço da confederação responsável por cursos de capacitação, certificação e pós-graduação na área do futebol. O IDP foi fundado por Gilmar Mendes, ministro do STF, e é dirigido por seu filho, Francisco Schertel Mendes. Foi Francisco quem assinou o acordo. Do outro lado da mesa estava Ednaldo Rodrigues, então presidente da CBF.
Os números do contrato impressionam. O instituto da família Mendes fica com 84% de toda a receita gerada pelos cursos. A CBF, dona da marca, da estrutura e do prestígio, fica com os 16% restantes. Em 2023, a CBF Academy arrecadou R$ 9,2 milhões. Em 2024, foram R$ 5,9 milhões. Os números de 2025 ainda não vieram a público. E o detalhe que quase ninguém comenta: o contrato tem validade de dez anos. Vale até 2033.
Quatro meses depois, a conta chegou ao STF
Em dezembro de 2023, quatro meses após a assinatura do contrato, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro afastou Ednaldo Rodrigues da presidência da CBF por irregularidades no acordo que havia legitimado seu mandato. A entidade que acabara de assinar um contrato milionário com o instituto de um ministro do STF ficou, de repente, sem o presidente que assinou o contrato.
A reação foi rápida. A CBF contratou, por R$ 6,5 milhões, um advogado para atuar nos tribunais superiores. O PCdoB, partido do secretário-geral da CBF, entrou com uma ação no Supremo. E aqui a história ganha o contorno que a diferencia de uma simples disputa de cartolas: o processo caiu, por sorteio, nas mãos de Gilmar Mendes. Segundo reportagem da revista Piauí, o rito comum indicaria a distribuição do caso ao ministro André Mendonça, que já havia atuado em matéria correlata. Não foi o que aconteceu.
Em janeiro de 2024, Gilmar Mendes derrubou a decisão do TJ-RJ e devolveu Ednaldo Rodrigues à presidência da CBF. O ministro sócio-fundador do instituto que recebe 84% da receita dos cursos da CBF decidiu, monocraticamente, quem comandaria a CBF. Questionado sobre o evidente conflito de interesses, Gilmar respondeu que se tratava apenas de “um contrato de direito privado dirigido pela direção do IDP”. Como se a direção do IDP não fosse seu próprio filho.
O cartola sem cargo
A partir dali, a influência da família Mendes dentro da CBF só cresceu. A mesma reportagem da Piauí apontou que Gilmar influenciou a nomeação de seis diretores da entidade. Pessoas ligadas ao IDP assumiram posições estratégicas na confederação. E Francisco Mendes, o filho do ministro, deixou a discrição dos bastidores para assumir um protagonismo que nenhum cargo oficial justifica. Porque ele não tem cargo oficial na CBF. Nunca teve.
Mesmo assim, Francisco liga para presidentes de federações estaduais. Articula politicamente. Liderou excursões de dirigentes brasileiros por Inglaterra, Alemanha e Espanha, discursando em nome do grupo. Em dezembro de 2025, foi eleito vice-presidente da Federação Matogrossense de Futebol, numa chapa apoiada pela estrutura da CBF e pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva. Um detalhe curioso: Francisco mora em Brasília, a mais de mil quilômetros de Cuiabá. O endereço registrado nos documentos da chapa era o da capital federal.
Nem a troca de comando na CBF alterou o quadro. Ednaldo caiu de vez em maio de 2025, desta vez sem socorro do Supremo, e Samir Xaud assumiu a presidência prometendo revisar contratos. O contrato do IDP segue de pé. E a influência de Francisco, segundo quem circula pelos corredores da Barra da Tijuca, só aumentou.
“Quem convocou o Neymar fui eu”
O episódio mais revelador veio dos próprios lábios do personagem. Segundo a coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, Francisco Mendes teria dito a interlocutores, durante o Fórum Jurídico de Lisboa, o evento apelidado de “Gilmarpalooza” que seu pai promove anualmente em Portugal, que foi ele o responsável pela volta de Neymar à Seleção Brasileira para a Copa do Mundo.
A frase atribuída a ele é direta: “Quem convocou o Neymar fui eu”.
Pense no que isso significa. A convocação da Seleção Brasileira, decisão técnica que deveria caber exclusivamente ao treinador, estaria sendo reivindicada, ainda que em tom de vaidade de bastidor, por um advogado sem qualquer função na CBF, cuja única conexão formal com a entidade é um contrato de cursos assinado pelo instituto de seu pai. Neymar, vale lembrar, foi convocado mesmo lesionado, ficou fora dos amistosos preparatórios e não entrou em campo na estreia do Brasil na Copa.
Isso não é parceria educacional
Há quem diga que o contrato entre IDP e CBF é legal. Provavelmente é. Contratos de direito privado entre entidades privadas não exigem licitação. Mas legalidade e legitimidade são coisas distintas, e o Brasil já deveria ter aprendido essa lição.
Um ministro do STF é sócio-fundador de um instituto que fatura milhões com a maior entidade esportiva do país. Esse mesmo ministro decide, no Supremo, quem preside essa entidade. O filho desse ministro, diretor do instituto, transita pela confederação como se fosse dono dela, indica aliados, articula eleições de federações e se vangloria de interferir na escalação da Seleção. Tudo isso amarrado por um contrato que vale até 2033 e que entrega ao instituto 84% de uma receita construída com a marca da CBF.
O senador Eduardo Girão chegou a protocolar requerimento no Senado pedindo explicações sobre a relação entre a CBF e o IDP. A pergunta que ele fez continua sem resposta: onde termina o interesse público e onde começa o interesse privado de quem julga?
O futebol é o maior patrimônio cultural do povo brasileiro. A CBF movimenta bilhões, define carreiras, mobiliza paixões nacionais. Quando essa estrutura passa a orbitar os interesses de uma família com assento no Supremo Tribunal Federal, não estamos diante de uma parceria educacional.
Estamos diante do aparelhamento da CBF. Com contrato assinado, receita garantida e prazo de validade: 2033.”
Rogerio Pires é professor, pesquisador e gestor público com atuação na área de educação tecnológica e políticas de inovação no Estado do Rio de Janeiro.
Nosso futebol foi das mãos da aristocracia carioca de Havelange e Teixeira, cheia de erros, mas cheia de taças, para as mãos de arrivistas chucros dos rincões, assim como fomos de Jobim para Oruam, de Niemeyer para arquitetura greco-goiana, de Olavo Setúbal para Daniel Vorcaro, de Petrobras e Itaipu para Havaianas, de Nelson Rodrigues para Itamar, de Gilberto Freyre para identitários panfletários publicados pela Cia. das Letras, do Barão do Rio Branco para candidato a presidente com fotinha de escoteiro ao lado do presidente dos EUA, do padrão Globo de qualidade para importação de novelas turcas, do colégio de padres que ensinava latim às escolas bilíngues que formam analfabetos em duas línguas.
O declínio do futebol brasileiro é espelho do declínio do Brasil, da vitória da chinelagem sobre tudo que se pretendia sofisticado e superior em nosso país. O Brasil precisa ser refundado em todos os aspectos.
O Peso da Memória
O futebol raramente pune apenas os noventa minutos. Quase sempre cobra por anos, por décadas, por gerações. A eliminação do Brasil diante da Noruega, na Copa do Mundo de 2026, não foi um acidente isolado nem uma simples tarde infeliz. Foi mais um capítulo de uma história que se repete com desconcertante regularidade desde 2006: a seleção brasileira continua chegando às Copas carregando o peso de um passado glorioso, mas sem conseguir construir um presente à altura dele.
Como sempre, há uma tentação quase automática de procurar um culpado. O técnico. O atacante que perdeu o gol. O jogador que desperdiçou o pênalti. O zagueiro que falhou na marcação. Essas explicações confortam porque simplificam. O problema é que elas não resistem ao tempo. Os nomes mudam; o desfecho permanece.
Em 2006, o Brasil caiu diante da França de Zidane, dominado tática e tecnicamente. Em 2010, encontrou uma Holanda disciplinada e sucumbiu após perder o controle emocional da partida. Em 2014, viveu o trauma histórico do 7 a 1, dentro de casa, um colapso coletivo que expôs fragilidades muito mais profundas do que um simples placar. Em 2018, foi eliminado pela eficiência belga. Em 2022, caiu para a Croácia depois de controlar o jogo e desperdiçar a vantagem nos minutos finais. Agora, em 2026, a Noruega fez aquilo que tantas seleções aprenderam a fazer contra o Brasil: ignorou o chamado "peso da camisa", suportou a pressão, esperou o momento certo e foi implacável quando a oportunidade apareceu.
Cada eliminação parece diferente. No entanto, todas compartilham uma mesma estrutura. O Brasil, em muitos momentos, produz volume de jogo, cria oportunidades, mas demonstra enorme dificuldade para transformar superioridade em controle. Confunde posse de bola com domínio da partida. Quando precisa jogar em transição, tem dificuldade para contra-atacar com eficiência. Quando ataca muito, administra pouco. E, quando enfrenta um adversário organizado, capaz de sofrer sem perder a disciplina, revela uma vulnerabilidade recorrente: emocionalmente, parece jogar contra o relógio, contra a camisa que veste, contra a obrigação histórica de vencer e, no fim, contra si próprio.
Existe também um paradoxo que acompanha o futebol brasileiro moderno. O país continua produzindo alguns dos jogadores mais talentosos do planeta. Os atletas brilham nas maiores ligas da Europa, disputam finais de Champions League e acumulam prêmios individuais. Entretanto, quando vestem a camisa amarela, raramente formam uma equipe maior do que a soma de seus talentos.
Talvez porque o Brasil ainda cultive uma visão romântica de sua própria identidade futebolística. Continua olhando para 1970 como se aquele espelho pudesse refletir o futebol de hoje. Continua olhando para 2002 como se aquela seleção ainda estivesse em campo. O futebol mudou drasticamente. A preparação física evoluiu. A ciência do esporte avançou. A organização tática alcançou outro patamar. As seleções consideradas "menores" deixaram de entrar em campo derrotadas pelo suposto peso da camisa brasileira, que já não pesa como antes. A Noruega não enfrentou um mito; enfrentou uma equipe. Acreditou que podia vencê-la. E venceu.
Isso explica por que as derrotas recentes já não provocam o mesmo choque das antigas. O inesperado tornou-se rotina. Antes, a eliminação brasileira era um acontecimento extraordinário. Hoje, tornou-se uma possibilidade quase esperada em cada mata-mata.
Talvez o aspecto mais preocupante não seja o jejum de títulos, mas a naturalização desse ciclo. A cada Copa inicia-se um novo projeto, muda-se o treinador, reformula-se parte do elenco, renova-se o discurso e promete-se uma reconstrução. Quatro anos depois, a narrativa se repete quase palavra por palavra. A sensação é de eterno recomeço, nunca de continuidade.
A derrota para a Noruega, portanto, não deveria ser lembrada apenas pelos dois gols de Haaland ou pelo pênalti desperdiçado. Ela merece ser vista como um espelho. Um espelho que mostra uma seleção distante daquela que, durante décadas, impunha seu estilo ao mundo. Hoje, é o mundo que dita as condições do jogo ao Brasil.
Por enquanto, nenhuma seleção tem um passado tão grandioso quanto a brasileira. Mas a história oferece prestígio, não gols. Camisas pesadas já não vencem partidas. Tradição não marca adversários. Cinco estrelas não garantem a sexta.
O maior desafio do futebol brasileiro talvez nem seja conquistar o hexacampeonato. É aceitar que ele não será alcançado olhando para trás, mas compreendendo por que, há vinte e quatro anos, o Brasil continua vivendo mais da memória de suas Copas do que da capacidade de reinventá-las. Antes de reinventar a seleção, o Brasil precisará reinventar a própria maneira de pensar o seu futebol.
🗣️OPINIÃO DO TETRACAMPEÃO MULLER:
"É a PIOR GERAÇÃO da Seleção Brasileira. Uma geração MENTIROSA e ENGANADORA, porque não joga nada e iludiu a torcida. Foi a seleção da CBF!"
#MesaRedonda
O Brasil só vai voltar a ganhar a Copa quando o técnico for brasileiro e os jogadores forem TODOS de times nacionais, de preferência sem título. Uma seleção de vira-latas caramelos com raça, desespero e raiva. Uma gente que jogue como se não houvesse amanhã, gente que dê banana para a cartolagem. Gente que calce chuteiras e não sapatinho de cristal.
Trump America blowing another world record — the skyline didn’t just light up, it detonated.
The Macy’s 4th of July Fireworks 2026 in New York City wasn’t just a show, it was a full-scale cinematic takeover of the skyline — the kind of massive, high-budget chaos you only see in “4K Ultra HD” uploads every year. And 2026? It went absolutely bigger than ever.
Malu Gaspar: “É preciso definir um limite. Toda vez que um agente privado dá dinheiro ou benefícios a um agente público nessas circunstâncias, isso é propina. Não existe almoço grátis, viagem grátis ou ingresso grátis. Estão naturalizando algo que não deveria ser normal.”
Enquanto parte do mundo ainda tenta vender a ideia de que o Irã estaria entrando em uma nova fase de moderação, as imagens que saem de Teerã contam uma história completamente diferente. Durante a cerimônia de despedida do ex-líder supremo Ali Khamenei, milhares de pessoas voltaram a gritar um dos slogans mais emblemáticos e controversos da República Islâmica: “Morte à América”.
Desde a Revolução Islâmica de 1979, os aiatolás transformaram o antiamericanismo em uma verdadeira religião de Estado. O “Morte à América” deixou de ser apenas um slogan e passou a ser um dos pilares ideológicos que sustentam o regime, alimentando a narrativa de um inimigo externo para justificar sua própria sobrevivência política.
O funeral de Khamenei demonstrou que, mesmo diante de uma economia exaurida, de uma população profundamente dividida e de um país cada vez mais isolado internacionalmente, o regime continua recorrendo aos mesmos símbolos de confronto ideológico.
As imagens também desmontam a narrativa frequentemente difundida no Ocidente de que o Irã estaria abandonando sua postura revolucionária. O que se viu em Teerã neste final de semana foi exatamente o contrário - uma demonstração pública de continuidade política e ideológica, em que a hostilidade aos Estados Unidos segue sendo apresentada como elemento central da identidade da República Islâmica.
Enquanto o regime iraniano busca negociações, alívio de sanções e abertura econômica, o establishment de Teerã continua alimentando um discurso de confronto permanente com o Ocidente.
O funeral de Khamenei, é uma mensagem ao mundo - o regime mudou de líderes, enfrenta uma sucessão inédita de poder, vive um dos momentos mais delicados de sua história, mas continua agarrado à mesma retórica que ajudou a moldá-lo há quase meio século.