Bolsonaro estava certo o tempo todo.
Tentou proteger o seu povo, e o chamaram de GENOCIDA.
Os verdadeiros genocidas eram aqueles que falsamente o acusaram.
Nada como um dia após o outro.
Parabéns, @jairbolsonaro
Essa foto precisa circular e ser esfregada na cara de todos.
Jair Messias Bolsonaro teve a coragem e a decência de mostrar aquilo que muitos preferiram esconder: a verdade.
Como o peixe que nada contra a correnteza, enfrentou o isolamento, a perseguição e a pressão, mas nunca abriu mão daquilo em que acreditava. Muitas vezes esteve praticamente sozinho, porém jamais se afastou da verdade.
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” — João 8:32
Com a decisão de ontem, Alexandre de Moraes criou vários recordes:
1) Tornou Jair Bolsonaro a primeira pessoa do mundo impedida de ter sua imagem veiculada por IA por terceiros.
2) Tornou Flávio Bolsonaro o primeiro político do mundo ameaçado de inelegibilidade por supostamente descumprir uma cautelar que não foi imposta a ele.
3) Tornou ele próprio, Moraes, o primeiro juiz de execução penal do mundo a decidir sobre propaganda eleitoral em processos de terceiros.
A esta altura, não faz mais o menor sentido continuar fingindo que isso é normal. Quem ainda defende essa patifaria deveria apoiar logo o fim das eleições para impedir que a oposição chegue ao poder, como na Nicarágua.
Seria menos cínico.
Esse despacho do Min. Alexandre de Moraes é mais um gritante erro jurídico. Um juiz que decide, em um processo de execução penal, sobre eventual descumprimento de decisão judicial não tem competência jurisdicional para analisar e se pronunciar sobre questão eleitoral.
Ao fazer um juízo de valor, em um processo específico de execução penal, de que ação praticada por Flávio Bolsonaro pode constituir ilícito eleitoral, o magistrado está, nitidamente, ultrapassando os limites da sua competência jurisdicional, violando o princípio do juiz natural.
Embora Moraes seja ministro do STF, os autos em que o despacho foi proferido dizem respeito, especificamente, à execução penal de Jair Bolsonaro.
Além de o STF não ser a instância jurisdicional correta para essa análise eleitoral, a via eleita pelo magistrado não é a processualmente adequada para tomar qualquer decisão sobre questões eleitorais.
No máximo, forçando muito ainda, poderia o ministro intimar o Ministério Público para que tomasse ciência do ocorrido e agisse, caso entendesse necessário, e não o magistrado sair dando palpites e tomando decisões sobre possíveis ilícitos eleitorais fora da sua jurisdição
E tem mais: esse processo de execução penal do Jair Bolsonaro nem deveria estar no STF, muito menos sob a relatoria de Moraes, que foi o relator da ação penal (o que, por si só, já é aberrante). O processo de execução penal sempre foi de competência do primeiro grau, mesmo nas ações originárias.
Alexandre de Moraes destruiu o Direito Penal brasileiro para sempre.
Você já passou raiva neste fim de semana? Não? Então vá ao supermercado e tente encher o carrinho de compras. Depois, volte aqui nos comentários e me conte qual foi o preço ou o produto que mais te irritou.
Trump desclassificou uma nota da CIA com 16 anos de inteligência sobre a máquina de fraude eleitoral do chavismo, operada pela inteligência militar venezuelana junto com o Conselho Nacional Eleitoral. O detalhe que ninguém está explorando: quem chefiou essa inteligência por quase uma década foi o general Hugo Carvajal, braço direito de Chávez, hoje preso nos EUA e delator da Justiça americana.
E Carvajal já afirmou que o chavismo financiou ilegalmente líderes de esquerda por 15 anos com dinheiro da petroleira estatal venezuelana (PDVSA), citando Lula entre os beneficiários. Quem tocava a campanha venezuelana de 2012, a mesma que a CIA descreve como alvo do plano de fraude? João Santana, o marqueteiro do PT, pago com US$ 10 milhões do entorno chavista, como a esposa dele confessou na Lava Jato. O delator, os documentos e o dinheiro estão na mesa. Falta o PT explicar.
Trump afirmou que a CIA comprova que Nicolás Maduro manipulou o sistema de votação eletrônica para se reeleger em 2020. Já já saberemos de outras eleições!