Esse gráfico mostra uma coisa muito simples: para uma cantor continuar relevante, ela precisa estar presente na mídia e, principalmente, fazer shows.
Show não serve só para agradar a base de fãs. É a maior oportunidade de alcançar o público geral, criar momentos virais e manter seu nome em evidência.
Depois da era Bangerz, Miley praticamente sumiu. Teve poucos lançamentos e pouca divulgação. Em 2019, voltou a aparecer com festivais, lançou um EP e, em 2020, veio Plastic Hearts. Mesmo em plena pandemia global, montou um estúdio em casa, fez performances para o VMA, programas de TV nos EUA e no Reino Unido, além de inúmeras entrevistas por vídeo.
Em 2021 e 2022, continuou investindo nessa exposição com shows em festivais e o especial de Ano Novo. Ela estava em todos os lugares. Suas apresentações viralizaram, bateram recordes de público nos festivais e o especial teve mais audiência do que o próprio VMA em seus respectivos anos.
Como resultado? Veio Flowers. Um fenômeno global que quebrou recordes de streaming e alcançou resultados gigantescos, deu a Miley seu primeiro grammy e indicação a album do ano. Alem de recorde de streams pra uma musica internacional em países por onde ela havia passado com a turnê de festivais.
Depois disso, ela desapareceu novamente. E o resultado foi o fracasso do Something Beautiful: um projeto sem alcance no público geral e um rollout desastroso.
Não é uma fórmula secreta. É o básico da indústria musical: quem é visto, é lembrado.
@DifiniMauricio@tiagosantineli O cara mora no fim de canoas está falando que a Disney da França é da Shopee pqp é de cair o cu da bunda mesmo! Que cara ótimo de argumento
@cabi_o64565@reporterenato@JulioCezarMD MDS como tu é burro cara tu entende que a grade curricular tem por sim diretrizes e regulamentos misericórdia! Tu realmente não procurou se informar antes de escrever merda na internet