🥹 💢Emoção Cruzmaltina
Cobrindo a Copa pela CNN Brasil, a jornalista Ana Cristina Schwambach entrevista o pai, o ex-goleiro Carlos Germano, ídolo do #Vasco, e atleta do Brasil na Copa de 1998, na França.
Goleiro Gigante.
História linda, via @Cal_Ipanema.
🎥: @CNNBrasil
Um dos meus primeiros ídolos no futebol se foi. O grande capitão que levantou a primeira Taça Guanabara, o primeiro título que celebrei no Maracanã. A lendária dupla de zaga Brito e Fontana, que agora está reunida, honrou a camisa vascaína como poucos.
Com o mais profundo pesar, recebemos a notícia do falecimento de Brito, um dos maiores zagueiros da história do Vasco da Gama.
Hércules Brito Ruas tinha 86 anos, era vascaíno de berço e foi revelado em São Januário. Com a Cruz de Malta, disputou 405 jogos e anotou 11 gols, em duas passagens: 1957 e de 1959 até 1969. Conquistou o Torneio de Paris de 57 e o Rio São Paulo de 66.
Suas atuações e seu porte físico o levaram para a Seleção Brasileira, a qual defendeu em duas Copas do Mundo: 1966 e 1970, de onde saiu com o Tri-Mundial.
Obrigado por tudo, ídolo!
Descanse em paz. 🖤
#VascoDaGama
Se Mario Filho e Nelson Rodrigues são os "irmãos-símbolo do Fla-Flu", o @JornalDosSports e o @JornalOGlobo são pai e mãe dessa invenção mitificada. A questão é o porquê desse fato, que foi desvendado na pesquisa que deu origem ao livro "Vasco: o clube do povo - uma polêmica com flamenguismo (1923-1958)".
No livro "O sapo de Arubinha: os anos de sonho do futebol brasileiro", organizado por Ruy Castro, com crônicas selecionadas de Mario Filho (Cia. das Letras, 1994), Mario conta:
“Era o Fla-Flu o único match que poderia ter nome. Mas, não era o Fla-Flu. Tornou-se o Fla-Flu no profissionalismo. Quando Fluminense e Flamengo se viram ameaçados. Um se apoiou no outro. Lutavam pela mesma coisa. Foi aí que o Fla-Flu se realizou. Toda a história dos jogos de Flamengo e Fluminense. Parecia folclore”.
Contudo, em "Histórias do Flamengo", Mario Filho dá concretude aos objetivos embutidos no Fla-Flu:
“Quem é que podia imaginar que aquele match, ofuscado pelo Vasco e América irá salvar o Flamengo e o Fluminense e toda uma facção?.
Era verdade que o match tinha uma mística ou foi possível criar-lhe uma mística. A de rivalidade pura, que colocava, como adversários, clubes do mesmo sangue, carne da mesma carne, irmãos do esporte. E tome Fla-Flu. A CBD mandava buscar, em Buenos Aires, o River Plate e o Boca Juniors, contando com o público do Vasco, com São Januário (...)"
Diante dos cuidadosos recortes apresentados e do conteúdo expressado por Mario Filho, no qual é preciso grifar ofuscado, Vasco e América, Flamengo e Fluminense e facção, mística ou foi possível criar-lhe uma mística, fica explícito que o Fla-Flu (criado em 1936) foi uma fórmula reativa de Flamengo e Fluminense, apoiada pelo Jornal dos Sports, para competir com o Vasco. Competir com uma força contrária que, em seu conjunto, tinha o pavilhão da CBD e, depois, se agregou o do América.
Mas, ora, quem arrastava multidões nas arquibancadas, tinha o maior número de associados e o maior estádio da América do Sul? Ou seja, é errado só nominar os atores desse conjunto sem qualificar o peso real que cada um possuía naquele momento concreto. E não restam dúvidas que o Vasco era o “fantasma” que assombrava. Não é à toa que, mesmo diante de uma tonelada de propaganda e marketing ao redor do Fla-Flu, o grande clássico brasileiro, pelo signo de 1923, seguiu sendo Vasco x Flamengo, o Clássico dos Milhões.
Este parece ser um ponto consensual entre os livros "Vasco: o clube do povo — uma polêmica com o flamenguismo (1923–1958)" e "Um Flamengo grande, um Brasil maior":
"O Fla-Flu entrou para a história como o clássico mais citado pelos jornalistas e literatos brasileiros que se dedicaram ao futebol. Mas Flamengo x Vasco condensou as rivalidades tensas no momento de grande receptividade dos símbolos nacionalistas pelas camadas populares" (COUTINHO, Renato Soares. Um Flamengo Grande, Um Brasil Maior. 2014. 7 Letras. p. 124.).
PONTO FINAL.
Na Copa passada, Rayan estava pintando as ruas da Barreira do Vasco. Agora, ele é que foi pintado nos muros da comunidade onde nasceu. A @sharonnprais foi lá conferir https://t.co/Ht7SDtkgGX
@ThiagoFSR83 Não está errado não, irmão, é Nilton Senra mesmo. Ondino Viera usou a linha de quatro naquele jogo específico em 1947, mas não permanentemente. E como você disse corretamente Nilton Santos foi a partir de 48.
"O caminho de Cascadura, no mundo do futebol e no Vasco da Gama, merece uma obra própria. Essa lacuna, a literatura vascaína precisa preencher." 👏👏👏👏👏 Muito bem dito! Ao menos uma coletânea selecionada da coluna Uma Pedrinha na Chuteira poderia ser publicada em livro.
Álvaro Nascimento, o Cascadura, foi defensor do Vasco na imprensa com o pseudônimo de Zé de São Januário. Por suas crônicas, os vascaínos passaram a conhecer a história do Clube. Por isso, a Coluna Nº 2 do Expresso Cascadura no @ludopedio é dedicada à memória desse personagem.
@nsclaudio@TiquinhoQA "E sim, sou Terraflanista, Flacentrista (está lá na minha Bio do perfil) e faço parte da Flapress, aliás, com muito orgulho." Entendi, falha de caráter, né?
@nsclaudio@TiquinhoQA Sabe a diferença entre sócio benemérito e honorário? Parece que não. Enfim... Pelo menos você admitiu que existe uma estratégia de negócios para favorecer o clube. Quem não é terraflanista chama pelo singelo nome de flapress.