@andrizek Não defendo os EUA. Questiono a FIFA. As regras migratórias americanas não surgiram ontem. Ao escolher o país-sede, a FIFA assumiu o risco de submeter delegações, árbitros e torcedores às políticas de segurança locais. Se há um culpado nisso, o primeiro é quem escolheu a sede.
@andrizek Depois não reclame das críticas. Você é comentarista esportivo!
Curioso ver a Globo defender soberania quando o assunto é o Brasil, mas relativizá-la quando são os EUA. Se as regras de entrada são soberanas, goste-se ou não, cumprem-se.
Menos militância, mais futebol.
@CSMelissa@ViglioMarcelo@andrizek Você está discutindo uma hipótese. Todo país controla vistos. Até hoje não há evidência de os EUA terem usado esse poder para obter vantagem esportiva.
@ViglioMarcelo@andrizek Isonomia não é suspender a legislação nacional. É aplicar as mesmas regras a todos. A FIFA escolheu os EUA conhecendo suas regras migratórias e de segurança. Se havia incompatibilidade, o debate era antes da escolha da sede, não depois.
@andrizek O primeiro gol da Copa talvez seja contra a coerência. Quem pedia “menos política no futebol” agora comemora cada debate político que aparece no futebol. O problema nunca foi a política, era o lado dela.
@BolsonaroSP@CarlosBolsonaro Sinceramente, poderíamos dormir sem essa.
“Meu irmão”, “sabe que estamos juntos”?!
Nunca gostei do seu irmão, sempre gostei do seu trabalho. Infelizmente, ficaremos à mercê de uma narrativa praticamente incontestável por parte da esquerda.
Quem anda com porcos, farelo come.
@CarlosZarattini A lei precisa ser cumprida mesmo, inclusive quando se trata de seletividade, abuso de autoridade, impunidade e uso político de instituições. Não dá pra escolher só o que convém
Sua declaração sobre não “tentar” barrar a escolha de Bessias foi muito ruim.
Posicionamentos públicos precisam ser estratégicos — cada palavra pesa, principalmente para quem ainda está indeciso. Esse tipo de fala afasta apoio.
Bessias representa exatamente o que muitos rejeitam. Comentários como esse só confundem e desmobilizam.
Não me faça votar nulo.
@Rconstantino Você realmente quer convencer alguém de que o Eduardo joga contra o próprio pai? Ou isso é só mais uma forma de criar polêmica pra manter engajamento? Porque, sinceramente, parece mais estratégia de palco do que posicionamento sério..
“Ainnn eu tenho 1.7 milhão de seguidores”🤦🏻♂️
No fim das contas, não é sobre dosimetria, nem sobre justiça… é sobre ego.
Um brigando pra dizer que foi ele que colheu assinaturas, outro querendo bancar o herói da pressão nas redes. Vaidade pura.
Enquanto isso, a oposição se perde em disputa interna, alimentada por gente de fora jogando gasolina na fogueira. @Rconstantino
Se estivessem minimamente focados em tirar o PT do poder, não estariam brigando por protagonismo em grupo de WhatsApp.
Política pequena, mesquinha e totalmente desconectada do que realmente importa.
Esse debate entre @Rconstantino e @pfigueiredo08 Figueiredo escancara um dos maiores problemas da direita: a incapacidade de tratar divergências com maturidade estratégica.
Transformar discordância em disputa pública, com acusações e narrativas pessoais, não fortalece ninguém, ao contrário, fragiliza todo o campo.
Enquanto lideranças gastam energia tentando deslegitimar umas às outras, deixam de construir unidade, coerência e projeto político consistente.
O resultado é sempre o mesmo: mobilização inicial forte, seguida de desgaste interno… e, no fim, “morrer na praia”.
Divergir é natural. Se fragmentar publicamente é erro estratégico.
Impressiona a facilidade com que determinados setores políticos criam narrativas para desviar o foco dos fatos.
Em um Estado de Direito sério, responsabilidades devem ser individualizadas e comprovadas por provas, e não atribuídas por associação, conveniência política ou disputa ideológica.
Transformar qualquer episódio em tentativa de vincular automaticamente a figura de Jair Bolsonaro , que hoje sequer está em liberdade , revela mais uma estratégia de construção narrativa do que uma análise objetiva dos fatos.
Esse método é conhecido: cria-se um rótulo, repete-se a narrativa e ignora-se a exigência básica do direito, prova concreta e nexo direto de responsabilidade.
A sociedade precisa estar atenta.
A desinformação não surge apenas de notícias falsas explícitas, mas também da manipulação seletiva de fatos para induzir conclusões que não decorrem das evidências.
Estado de Direito não se sustenta com narrativas. Sustenta-se com provas, devido processo legal e responsabilidade individual.
Parabéns, você descobriu que a China é o maior parceiro comercial do Brasil. Um Google teria te poupado do esforço.
Mas já que está empolgado em corrigir o óbvio, aproveita e tenta entender o ponto do post: o problema não é a China — é o governo Lula romper diálogo com os EUA, nosso segundo maior parceiro comercial, parceiro estratégico em setores cruciais e que agora impõe tarifas em reação à política externa do Brasil.
Ou seja, o prejuízo vem por má diplomacia — não por gráfico de exportação.
Tenta ler antes de espumar. Vai que aprende alguma coisa.
Kkk estratégia?
Você chama de “ganhar mercados” estar com o Mercosul travado há anos, o acordo com a União Europeia empacado por desconfiança no Brasil e o BRICS — que hoje é um clube de interesses da China e da Rússia — de “alternativa viável”?
Vamos aos fatos:
– União Europeia: o acordo comercial está congelado e vários países manifestaram preocupação com a instabilidade jurídica e ambiental do Brasil no governo atual.
– Mercosul: virou uma guerra de egos entre Brasil e Argentina, com o Paraguai de olho na saída.
– BRICS: só serve pra Lula fazer discurso contra o dólar e pra China empurrar sucata industrial.
Se isso é “abrir mercados”, fico imaginando o que seria fechar.
E perder os EUA, maior economia do planeta e principal polo de inovação e investimento, não é “estratégia”. É burrice geopolítica, travestida de rebeldia ideológica.
Quer ser “não alinhado”? Ok. Mas ser mal alinhado com todos, é um feito que só esse governo consegue alcançar.
Ah, claro… agora política externa se resume a uma carta genérica de apoio, né?
Trump mencionou Bolsonaro, sim — num gesto político, pra acenar ao eleitorado conservador brasileiro, assim como Lula vive se declarando a ditadores mundo afora. Mas tarifa de importação é decisão de Estado, não de apadrinhamento pessoal.
O que pesa de verdade nas relações comerciais com os EUA é:
•o flerte constante do governo Lula com inimigos históricos dos americanos (Irã, Rússia, China em oposição aos EUA),
•o discurso de “desdolarização” liderado por Lula no G77,
•o apoio explícito a ditadores como Maduro e Ortega,
•e o total desinteresse em preservar alianças estratégicas com democracias ocidentais.
Quer mesmo fingir que o motivo da tarifa foi “o choro no colo do Trump”? Isso é narrativa de panfleto, não análise séria.
Se for por carta, Lula também recebe cartinha da Cristina Kirchner, do Putin e do Maduro. E nem por isso você assume que a inflação ou o isolamento comercial do Brasil é culpa deles, né?
O Brasil levou a pancada porque quem governa hoje despreza relações institucionais sólidas e prefere ideologia a diplomacia.
Menos fanatismo, mais geopolítica.