Os políticos entram de férias. O povo paga a conta. As mulheres pagam com a vida.
É essa a situação que o Congresso Nacional criou ao decidir que o descanso deles vale mais que o descanso dos trabalhadores. Que o recesso deles vale mais que a vida das mulheres e meninas do Brasil.
Isso não pode continuar assim. Não podemos continuar aceitando que o futuro da nossa gente seja definido por quem quer explorar a nossa gente.
A política precisa mudar. E, pra isso, precisamos lutar para mudar a cara do Congresso Nacional.
A gente não pode perder de vista uma coisa importante: o Congresso entrou em recesso, e Alcolumbre não colocou em votação o fim da escala 6x1 nem outros temas fundamentais. Ele sequer moveu o projeto. E fez isso de forma proposital.
Hoje, o Brasil está refém de uma casta política chamada Centrão. Eles tomaram posse do orçamento do país por meio das emendas parlamentares. As emendas impositivas já deveriam ter acabado. O país precisa entender a gravidade do momento que estamos vivendo.
Hoje, o que define se muitos políticos serão eleitos já não é apenas o voto popular, mas o poder de compra que eles acumulam com bilhões de reais nas mãos, usados sem transparência, sem controle e sabe-se lá como.
É assustador ver o que acontece com as emendas parlamentares enquanto o povo brasileiro assiste a tudo de forma inerte.
A gente precisa construir um grande movimento durante as eleições para não eleger mais essa gente. É preciso diminuir a bancada do Centrão. Eu ainda não sei exatamente como vamos fazer isso, mas precisamos começar.
Quando a campanha começar, além de fortalecer os nossos candidatos, vamos precisar derrotar os candidatos deles. Extrema direita e Centrão precisam perder força urgentemente.
Isso é fundamental para o país, para o crescimento, para o desenvolvimento, para o povo brasileiro e para os trabalhadores.
Mais do que indignação, o momento me traz tristeza. É a nossa economia, são nossos empregos, vendidos como moeda de troca do jogo eleitoral de alguns.
É hora de defender os interesses do Brasil com diálogo, firmeza e responsabilidade. São os empregos e o futuro da nossa economia que estão em jogo.
#tarifa
O Lula respondeu ao Donald Trump sobre o tarifaço e afirmou que não negociará o Pix e ainda aplicará reciprocidade nos produtos dos Estados Unidos de volta. Isso sim é patriotismo. O resto é lunático vestindo a camisa da CBF e rezando pra pneu.
A luta não vai parar! O Senado é sustentado pelos trabalhadores e deve servir a eles. Vamos cobrar até que ouçam a voz da classe trabalhadora.
FIM DA ESCALA 6X1 JÁ
A classe trabalhadora vai seguir ralando enquanto o Senado entra de férias sem pautar o fim da escala 6x1.
O Brasil não é o engenho de Davi Alcolumbre. Seguiremos pressionando esse inimigo do trabalhador!
A propaganda ostensiva de bets durante a Copa do Mundo chocou o Brasil e deixou ainda mais evidente a gravidade desse problema.
O Governo Federal fez a sua parte e avançou na regulamentação. Mas a luta não termina aqui: uma legislação mais dura e definitiva precisa passar pelo Congresso. E vamos continuar cobrando.