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A PF agoniza sob a égide de um sistema investigativo rudimentar (IPL) e de relações interpessoais dilaceradas. Enqto n houver sua modernização, com a implantação da carreira única e ingresso na base da Instituição, seguirá agrilhoada aos padrões imperialistas do século XIX.
@jairbolsonaro Parabéns pelo aniver! O Sr. já ganhou o maior presente d sua vida, q foi a eleiç pres. Agora, nada mais nobre q retribuir à Naç bras. pelos mais d 57 milhões d votos, libertando a PF do anacronismo imperial e do obsessivo corporativismo q a faz refém d única categ
“Não existem privilegiados para os policiais federais. Nosso papel é fazer com que a lei seja aplicada de forma igualitária para todos. Essa é mais uma demonstração do profissionalismo e apartidarismo presente nos trabalhos conduzidos pela Polícia Federal”.
Só um detalhe: nos três ex(s) citados n houve nem há efetivamente qq participação governista. As polícias judiciárias (União - PF; estados - PC), embora hierarquicamente subordinadas ao Executivo, possuem autonomia p investigar e prender quem quer que seja, nos limites da lei.
Perfeito! 7 erros e uma grave injustiça!!! Quem transgride a lei? Talvez devêssemos repensar o modelo q permite a metamorfose d apadrinhados políticos - alinhados à "determinada" ideologia part. -, em juízes togados da suprema instância, numa simples canetada e um aperto de mão.
Seg. Públ em estágio terminal : até o momento n houve qq proposta governista para libertar as instituições policiais das castas corporativistas q se perpetuaram sob o manto de interesses político-partidários, cuidadosamente engendrados por lobistas travestidos de agentes da lei.
@jairbolsonaro A esperança de mudança depositada na sua gestão está principalmente na diminuição dos índices de criminalidade, mas para isso o seu governo precisa ter vontade política de enfrentar o lobby corporativo de quem defende esse modelo ANACRÔNICO e FALIDO.
Exatamente!!! É inadmissível q um sistema investigativo instituído no século XIX, - de comprovada ineficiência à persecução penal, à elucidação de crimes e à prisão de infratores -, se protraia até os dias atuais sob o império de interesses meramente corporativistas dos delegados
ALÔ SÉRGIO MORO!!! Enquanto delegados de polícia estiverem ocupando cargos estratégicos no Ministério da Justiça e no legislativo federal, a sociedade continuará refém do obsessivo corporativismo dessa casta de servidores e do arcabouço de papéis denominado IPL, infelizmente!!!
Violência urbana, tráfico de drogas e taxa de homicídios, itens que atormentam a vida do brasileiro, por enquanto não mereceram mais do que comentários breves nas falas do Ministro Moro. E a REFORMA das polícias e da investigação criminal então, devem ser temas proibidos.
Ok! Mas do corporativismo q reina no seio dessa casta d servidores - a qual se multiplica como erva daninha nas casas legislativas-, extrai-se o desejo obsessivo d perpetuar o anacronismo, a ineficiência e td arcabouço burocrático do modelo investig. agrilhoado ao Brasil-Império.
Delegados atribuem morosidade das investig(s) ao excessivo n° de IPL's sob suas responsabilid(s). Todavia, motivados por vantagens corporativistas, optam por ignorar a falência do atual modelo, q despreza a meritocracia e impede a condução dos CASOS pelos policiais não delegados.
Sob o manto de leis draconianas q autorizam a exploração, tortura e morte d animais p atender desejos, inclinações e paixões materialistas, lembremo-nos de q estes, por mais selvagens ou primitivos q sejam, jamais passarão de presas fragilizadas e indefesas diante da ação humana.
O resultado desse anacronismo é a falência da segurança pública e, por consequência, o aumento da criminalidade. Se o Brasil segue na vanguarda do ranking mundial de encarcerados, e suas polícias investigativas solucionam apenas 6% dos delitos, logo, é o paraíso da impunidade.
A Polícia Federal é, sem dúvida, o maior patrimônio da Nação e motivo d orgulho p todos nós brasileiros de bem! Todavia, ainda encontra-se à mercê d ações corporativistas dos delegados, q sobrepõem-se à modernidade e à eficiência, em detrimento d vantagens e interesses pessoais.