Enqto Gretchen era coroada a Rainha do bumbum e dominava os palcos do país, as pistas também ferviam com outra diva da nossa
Disco Music nacional naquele fim dos 70:
Sarah Regina.
Foi cantora, backing vocals e dubladora emprestando seu talento para jingles comerciais.
Nos anos 70, o cigarro era onipresente e culturalmente glamourizado. As propagandas exibiam esportes radicais, liberdade e juventude.
O belissimo Eduardo Tornaghi no comercial
do cigarro Luiz XV.
"The Closer I Get to You"Como single, a canção chegou às rádios em 1978.🎵
Tenho muito orgulho de ter sido uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado contra a Discriminação Racial. Ao longo da minha vida, entendi que a arte e a militância sempre caminharam juntas. Nunca acreditei que bastava abrir uma porta para mim; era preciso ajudar a mantê-la aberta para quem viesse depois.
Até eu nasci pra me ver fazendo o L! Ahhhh, a vida… a vida ensina tanto, e por isso é tão bela! Conheci na política o lado do ódio, do desprezo e do horror muito de perto… e depois conheci a política como ela deve ser feita: com amor! Na verdade conheci um dos políticos que têm verdadeiro amor pelo povo, e isso é raro. Política não é profissão, é missão, é sacerdócio.
A RESPOSTA DO GUILHERME ARANTES a um tal de Marco Antônio, que fez a minha admiração a ele, só aumentar.
"Senhor Marco Antônio, eu vivi a minha vida pegando o mesmo busão às 4 da manhã. CMTC. Largo da Concórdia. Não fui criado para burguês. Nunca ganhei carro, não tive calça Levis.
Calça de tergal e Camisa Volta ao Mundo, japona de lã da 25 de Março, se quer saber. Enfrentei toda a truculencia de uma familia que não aceitava filho "artista-vagabundo".
Meu pai, meu maior exemplo na vida, se formou médico em 1° lugar na Pinheiros, com um esforço descomunal, dando aulas em cursinhos pra comprar os livros de Medicina. Quantas vezes eu vi meu pai sofrendo, em casa, e até chorando por causa de paciente mendigo e ladrão, que ele, cirurgião, operava nos plantões do Hospital Municipal.
Papai...quando criança, o Dr. Gelson Arantes Lima, teve até que entregar marmita e engraxar sapatos, quando minha avó ficou viúva com 4 filhos para criar, em uma condição de muitas dificuldades. Eu sei a minha origem. Cromossomos de luta e de vergonha-na-cara. Minha mãe pegava o bonde pra ir trabalhar como Bibliotecária na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo.
Fui criado na régua mais severa, estudei em Escolas Estaduais, no Alberto Conte, no Vocacional do Brooklyn e no Roosevelt, da Liberdade. Não tive carro, lutei contra tudo e contra todos, sentei no humilde banco dos calouros das gravadoras, me recusei a cantar em inglês, ouvi um monte de 'groselha', para ser cantor de auditório no Silvio Santos, fiz o Show de Calouros usando um terno da Ducal e sapato Vulcabrás, uma gravata borboleta que eu mesmo fiz, e até a botinha de prata que eu uso até hoje, e que eu mesmo fiz porque sou artesão com genética labrega.
Enfrentei o Pedro de Lara, o Zé Fernandes e a Aracy de Almeida, enfrentei a guilhotina do Flávio Cavalcanti, enfrentei o censor José Vieira Madeira e a tal Dona Solange, cara a cara, pra liberar o carimbo de execução pública de minhas músicas. Toquei no Barros de Alencar, no Bolinha, no Alfredo Borba, no Dácio Campos, no Ayrton e Lolita Rodrigues, na Hebe, no Raul Gil, no Chacrinha, nos auditórios...por total amor ao povo simples brasileiro, não fui mimado-abençoado de elite-oligárquica cultural. Não tive pai me incentivando e nem poetas pra me darem colo. Eu sou o operário da MPB que ralou e comeu o pão que o diabo amassou, quando a Censura e o AI5 desceram a lenha e acabaram com os Festivais e musicais na TV.
Fui chamado de brega e cafona, fui sacaneado décadas a fio pela Inteligentzia lacradora, porque não nasci carioca e não pertenci a movimentos nem patotas pra me protegerem. Fui eu, fomos nós, caipiras e provincianos, latino-americanos sem dinheiro no banco, sem parentes importantes, e vindos do interior, que inventamos o Brasil depois do dilúvio e da Era Glacial do AI-5, que expulsou e tentou calar os nossos ídolos no Exílio, fomos nós que pegamos o rabo-de-foguete .
Toquei por amor, sem cachê, com Jorge Mautner, TomZé, Walter Franco. Carreguei muito órgão, piano elétrico e amplificador, estourei minha coluna. Tive que me inventar da estaca zero. Quando lancei minha primeira música, eu trabalhava na Secretaria de Bem-Estar Social, concursado por exame para estagiário, ganhando salário mínimo, consertando encanamento de creches lotadas de bebês pobres, em Itaquera, São Miguel e Guaianazes.
Comprei, finalmente, o meu fusquinha só em 76, há exatos 50 anos, com o meus primeiros parcos dinheirinhos da SICAM, que eu ia buscar no Largo do Paissandu. Mas a minha vida sempre foi assim mesmo. Continuo do mesmo jeito. A gente se vira nos 30. Desenhista, marceneiro, afinador, lustrador, eletricista, pedreiro, cozinheiro, pra correnteza não levar a imaginação é fértil.
Eu sou o Guilherme Arantes do povão, do Prato-Feito, do Largo Treze, da Santa Ifigênia. E vou ser sempre assim com cabeça erguida.Voce não sabe nada sobre mim. Limpe sua boca, antes de expelir seus equívocos se achando superior. Não preciso do seu perdão porque se há uma coisa que eu não carrego é culpa social .
Eu sou o Brasil.
O de verdade, não o de mentirinha !
Abraço fraterno".
De: “Nunca vi o Vorcaro na vida.”
Para: “Foi um único contato sobre o filme.”
Para: “Tive outros encontros e, se saírem áudios e vídeos, fiquem avisados.”
SÓ PIORA!!! Sóstenes Cavalcante, líder do PL, admitiu: o filme ruim do Bolsonaro custou cerca de R$ 80 milhões. E não satisfeito, ainda teve coragem de comparar com Hollywood e disse que “a IA confirma”. É muita cara de pau!
VORCARO FINANCIOU BOLSONAROS
CADÊ O DINHEIRO FLÁVIO?
PEGA LADRÃO