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o "Cê Já Ouviu Isso?" é um projeto de divulgação da nova música BR e também divulgação de comunicadores:
cada segunda um membro do CJOI? convida alguém para falar dos lançamentos da música BR
https://t.co/8U8ukW9SJR
Legalização de bets nos EUA:
- levou a um aumento de 10% na probabilidade de alguém ter o nome sujo (declaração de falência individual);
- aumentou o atraso das dívidas em 7,5%;
- reduziu a pontução do cadastro positivo;
- reduziu investimento/poupança em 14% (!) nos estados que legalização em relação aos que não legalizaram;
- aumentou relativamente a violência doméstica quando o time de uma região onde há muitas apostas perdem.
Quais são os benefícios sociais delas no Brasil? Times de futebol mais fortes? Vale à pena?
O Prefeito Álvaro Damião recusou os R$ 2 milhões que eu iria destinar p/ pagar salários dos técnicos de enfermagem do SAMU. Esse valor garantiria o salário por um ano e alinda sobraria pra ajudar a comprar uma ambulância. Ele preferiu demitir os trabalhadores e sucatear o SAMU BH
Ter que carregar três cartões de ônibus diferentes na carteira (BHBus, Ótimo e Betim Card) não é apenas um incômodo diário. É a prova física de um sistema de transporte desenhado para punir financeiramente quem mora mais longe. Quem sai da região metropolitana para trabalhar ou estudar em Belo Horizonte paga o preço de uma gestão que se recusa a integrar a cidade.
Na prática, o trabalhador paga duas ou até três tarifas integrais para fazer um único trajeto, perdendo tempo em baldeações mal planejadas. A ausência de um Bilhete Único Metropolitano afeta justamente quem não tem alternativa e precisa acordar de madrugada para sustentar o funcionamento da capital. O peso dessa desorganização cai todo no colo de quem já ganha menos.
O absurdo fica ainda mais evidente quando olhamos para outras capitais. São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba já integram seus modais e municípios há décadas. Não falta tecnologia para unificar a cobrança e não falta modelo de sucesso para ser adaptado. O que falta em Belo Horizonte é decisão política para enfrentar a fragmentação e colocar o passageiro como prioridade.
O sistema de transporte precisa baratear e encurtar a viagem, e não funcionar como um pedágio punitivo e confuso. Como vereador, sigo forçando esse debate porque a falta de integração é uma escolha política. O transporte público já é difícil por natureza, ele não precisa continuar sendo caro e desgastante por pura falta de coragem da gestão pública.