Imagine telling someone in 1999…
The year is 2026.
The President is Donald Trump in his second non consecutive term.
The richest man in the world is PayPal cofounder Elon Musk… but not because of fintech or Paypal. Because of rockets, electric cars, AI, satellites, brain chips and something called “Boring Company”.
Apple is worth trillions but its main business isn’t computers… its selling glass rectangles everyone stares at for 9 hours a day.
People don’t watch TV. They watch teenagers explain geopolitics, finance, and relationship advice in ~60 second videos.
The biggest taxi company owns no taxis.
The biggest hotel company owns no hotels.
The most powerful media companies are social networks where everyone argues with strangers for free.
Kids are making millions filming themselves playing video games.
AI Robots write emails, code, legal memos, songs, essays, and breakup texts.
The internet is mostly bots arguing with humans who are trying to prove they aren’t bots.
You can summon a car, groceries, a doctor, a date, a private jet, or a dog walker from your phone.
People pay real money for invisible currencies, digital monkeys, AI girlfriends and pictures that disappear after 24 hours.
The richest companies in the world don’t sell oil, steel, or cars. They sell attention, compute, data, and addiction.
And somehow, after all of that everyone is still using Excel.
Dear US government,
Since you've just blocked Fable and Mythos on critical national security grounds, here are some other tools that pose a similar threat to the American people:
- Microsoft Teams
- SAP
- Salesforce
- Jira
- Outlook
Please do what you must to save America 🇺🇸
Perguntei ao Claude qual seria chance de fazer esse trajeto a pé e chegar vivo:
"Boa pergunta — esse é o famoso "trajeto a pé mais longo do mundo": cerca de 22.000 km, atravessando 17 países e quase todos os climas e zonas de conflito que existem. A resposta curta é: praticamente zero. Mas vale a pena destrinchar por trecho, porque os riscos mudam radicalmente ao longo do caminho.
Trecho 1 — África Austral (Cidade do Cabo → Botswana → Zâmbia)Começo relativamente "civilizado". A África do Sul tem altas taxas de crime violento (homicídio em torno de 45/100k), mas se você sobreviver à saída do Cabo, Botswana e Zâmbia são dos países mais estáveis da África. Risco real aqui é fauna: elefantes, búfalos e hipopótamos matam mais turistas que leões. Probabilidade de sobreviver esse trecho com preparo: ~85%.
Trecho 2 — África Oriental (Tanzânia → Quênia → Etiópia)Sobe a malária, a dengue e a febre amarela. Norte do Quênia (Turkana) e sul da Etiópia têm banditismo armado e conflitos étnicos. Etiópia ainda digere o pós-guerra de Tigré e tem tensão em Amhara e Oromia. Risco de doença é maior que de bala, mas ambos são reais. Sobrevivência condicional ao trecho: ~60%.
Trecho 3 — Sudão do Sul e Sudão (o filtro mortal)Aqui o trajeto basicamente termina para quase qualquer ser humano. O Sudão está em guerra civil aberta desde abril de 2023 entre as Forças Armadas (SAF) e as Forças de Apoio Rápido (RSF), com limpeza étnica em Darfur, fome declarada e mais de 10 milhões de deslocados — é hoje a pior crise humanitária do planeta. Sudão do Sul é instável cronicamente. Atravessar esses dois países a pé como estrangeiro hoje é, na prática, sentença de morte ou sequestro. Sobrevivência condicional: ~5%.
Trecho 4 — Egito → Levante → TurquiaAssumindo o milagre de sair vivo do Sudão, você sobe pelo Egito (manejável, exceto o Sinai com presença jihadista) e aí precisa atravessar Israel/Palestina, Jordânia, Síria e/ou Líbano para chegar à Turquia. Gaza está destruída, Síria mudou de regime no fim de 2024 mas segue caótica, e fronteiras estão fechadas em vários pontos. Sobrevivência condicional: ~30%.
Trecho 5 — Turquia → Cáucaso → Sul da RússiaParte mais "fácil" do percurso pós-África. Turquia é viável, Geórgia também. Entrada na Rússia como estrangeiro ocidental hoje, em meio à guerra na Ucrânia e ao aperto sobre estrangeiros, exige visto difícil de obter e te coloca sob suspeita constante. Sobrevivência condicional: ~70%.
Trecho 6 — Sibéria até Magadan (o segundo filtro mortal)São ~8.000 km dentro da Rússia, boa parte pela taiga e tundra. Yakutia e Magadan têm invernos de −50 °C a −60 °C. Há trechos enormes sem estrada, sem povoamento, com ursos, lobos e geada. A "Estrada dos Ossos" (Kolyma Highway) é literalmente construída sobre cadáveres de prisioneiros do Gulag — e ainda assim ela só cobre o final do trajeto. Tentar isso a pé, sem apoio motorizado, é tecnicamente possível e historicamente quase nunca feito. Sobrevivência condicional: ~10%.
Probabilidade compostaMultiplicando as probabilidades condicionais (0,85 × 0,60 × 0,05 × 0,30 × 0,70 × 0,10), você chega a algo como 0,05% — uma chance em duas mil. E isso assumindo um caminhante extraordinariamente preparado, com dinheiro, vistos, equipamento ártico, vacinas, profilaxia antimalária, e uma dose absurda de sorte. Para um turista comum: efetivamente zero."