O Poeminha do GPS (para crianças)
Era uma vez, no céu bem azul,
Um monte de estrelas que o homem criou.
Não eram de brilho, nem de luz de luar,
Eram satélites que o tio Sam mandou voar!
Nos anos setenta, pensaram assim:
“Como ajudar navios no mar sem fim?”
Depois vieram aviões, carros e gente,
Todos querendo saber direitinho onde estão!
O exército americano trabalhou com carinho,
Mandou 24 amigos lá no espacinho.
Eles piscam sinais, bem rapidinho,
E o seu celular ou relógio responde: “Estou aqui, amiguinho!”
Em 1995 ficou pronto de verdade,
Hoje todo mundo usa com facilidade.
Do vovô no carro até a entrega do pão,
O GPS é como um anjinho da navegação!
Ele não se cansa, não briga, não dorme,
Mostra o caminho certo, sempre conforme.
Obrigado, cientistas, por esse presente,
Que faz o mundo girar mais inteligente! 🌍✨
Milton
O que aconteceria se perdêssemos o GPS por 3 dias?
Imagine que, de repente, todos os satélites GPS parassem de falar com a Terra por três dias inteiros. Seria uma bagunça gigante, mas educativa! Aqui vai o que mais provavelmente aconteceria (de forma realista e interessante):
1. Transporte vira aventura difícil
• Aviões não poderiam voar com segurança em muitas rotas (eles usam GPS para pousar com precisão). Centenas de voos seriam cancelados.
• Navios grandes no mar ficariam “cegos” e teriam que usar mapas antigos e bússolas.
• Motoristas de carro, Uber, caminhoneiros e apps de entrega se perderiam muito. As ruas ficariam mais cheias de carros perdidos e entregas atrasadas.
2. Celulares e tecnologia param de ajudar
• Mapas do Google, Waze e Apple Maps parariam de mostrar a rota certa.
• Muitos relógios e smartwatches perderiam a hora exata (eles ajustam pelo GPS).
• Apps de delivery, táxi e até bancos que precisam confirmar sua localização teriam problemas.
3. Economia e serviços param um pouco
• Fazendas modernas que usam tratores guiados por GPS teriam dificuldade para plantar e colher com precisão.
• Empresas de logística (que entregam tudo que você compra online) sofreriam atrasos enormes.
• O preço de algumas coisas (como combustível) poderia subir rápido por causa da confusão.
4. Segurança e emergência
• Ambulâncias, bombeiros e polícia usam GPS para chegar rápido. Em alguns lugares demorariam mais para ajudar quem precisa.
• Mas as pessoas não ficariam completamente perdidas! Elas usariam placas de rua, mapas de papel, bússolas e perguntariam para outros.
Resumo divertido:
Perder o GPS por três dias seria como o mundo inteiro perder o “GPS da vida” por um tempinho. Mostraria o quanto dependemos dessa invenção dos anos 70-90. Mas também provaria que os humanos são espertos: a gente se vira com mapas antigos, com a ajuda dos outros e com a inteligência natural. No quarto dia, quando voltasse, todo mundo iria aplaudir e dizer: “Que bom que você voltou, amigão GPS!”
Milton Laene Araujo
Não se iluda e não seja fanático. Bolsonaro não é santo.
Durante o mandato (2019-2022), Bolsonaro foi acusado pela CPI da Pandemia de nove crimes, incluindo prevaricação, charlatanismo, epidemia com resultado morte, infração a medidas sanitárias, emprego irregular de verba pública e incitação ao crime — tudo relacionado à gestão da Covid-19.
Investigações sobre disseminação de fake news, milícias digitais e rachadinhas (envolvendo aliados e familiares) tiveram provas e atos anulados por decisões do STJ e STF por questões processuais, levando ao arquivamento de alguns casos.
Em 2025, o STF o condenou a 27 anos e 3 meses de prisão por organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado (trama golpista). A defesa protocolou revisão criminal em 2026 pedindo anulação total, alegando erro judiciário, julgamento por turma errada e vícios processuais.
Mesmo com condenação transitada em julgado, o caso segue o padrão de batalhas judiciais onde questões técnicas e processuais são usadas para contestar decisões — mostrando que, na política brasileira, poucos escapam de processos longos e controversos.
Nenhum presidente é santo. Os fatos estão aí.
Milton Araujo
Não se iluda e não seja fanático: Lula não é santo, nem demônio.
Desde o início do primeiro mandato, em 2003, o Mensalão expôs um esquema claro de compra de votos no Congresso. Deputados aliados recebiam “mensalidades” em dinheiro para apoiar o governo. O núcleo do PT foi atingido em cheio: José Dirceu (ex-ministro da Casa Civil), José Genoino (ex-presidente do partido) e Delúbio Soares (tesoureiro) foram condenados pelo STF por corrupção ativa, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. O operador Marcos Valério apontou Lula como conhecedor do esquema. Lula pediu desculpas “em nome do PT”, sobreviveu politicamente e foi reeleito em 2006.
O golpe mais pesado veio com a Lava Jato. Lula foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro nos casos do triplex do Guarujá (reformado e destinado a ele por empreiteiras) e do sítio de Atibaia (reformado com recursos de empresas favorecidas em contratos superfaturados da Petrobras). Sentenciado a mais de 12 anos, cumpriu 580 dias preso. A operação revelou um esquema bilionário que drenou recursos públicos durante seus governos e o de Dilma.
Em 2021, o STF anulou as condenações por incompetência da vara de Curitiba e parcialidade do juiz Sergio Moro. Foram decisões técnicas e processuais — os processos voltaram para Brasília e muitos prescreveram ou foram arquivados sem absolvição plena de mérito. As delações e evidências de favorecimento não desapareceram, mas o caminho eleitoral foi aberto.
Intervenção no governo Dilma (2016): Com a sucessora afundada em recessão, impeachment em andamento e Lava Jato avançando, Lula foi nomeado ministro da Casa Civil. O objetivo era blindá-lo com foro privilegiado. O STF suspendeu a posse por suspeita de desvio de finalidade. A manobra acelerou o impeachment de Dilma e expôs a tentativa de proteger o próprio legado.
Outros pontos graves: o Petrolão (desvios bilionários na Petrobras via contratos superfaturados), o uso de estatais como fonte de financiamento político, escândalos como Waldomiro Diniz, sanguessugas e dossiês. A corrupção não foi invenção do PT, mas ganhou escala industrial nos governos petistas.
Lula teve acertos: boom econômico, Bolsa Família, redução da pobreza extrema e popularidade alta em boa fase. Mas ignorar os esquemas recorrentes, o custo bilionário ao erário e as condenações (mesmo que depois anuladas por questão formal) é fanatismo. O Brasil merece política com menos mitos e mais responsabilidade. Julgue pelos fatos, não por torcida cega.
Milton Laene Araujo
– Comparação com contraste: Lula e Bolsonaro acumularam acusações graves de abuso de poder e corrupção durante ou ao redor de seus mandatos. Nenhum dos dois é santo. O fanatismo de torcida cega as pessoas para as falhas reais de ambos os lados. Vamos comparar com equilíbrio, sem ilusão.
Similaridades:
Ambos enfrentaram processos e condenações fortes que depois foram contestados ou anulados por vícios processuais. Lula foi condenado na Lava Jato por corrupção passiva e lavagem (triplex e sítio), cumpriu prisão e viu tudo anulado pelo STF em 2021 por incompetência da vara de Curitiba e parcialidade de Sergio Moro — questões técnicas de jurisdição e imparcialidade, sem absolvição plena de mérito em todos os casos. Bolsonaro foi condenado por inelegibilidade (abuso de poder) e enfrenta acusações pesadas de trama golpista após 2022. Seus defensores buscam anulações semelhantes, alegando perseguição política, erro judiciário, vazamentos seletivos e ativismo de instituições. Nos dois casos, o Judiciário decidiu, mas as narrativas de “lawfare” (guerra judicial) e parcialidade voltaram à tona. Ambos mobilizam bases fiéis que veem os adversários como ameaça existencial e os próprios líderes como vítimas de conspiração.
Diferenças profundas:
No caso de Lula, o cerne foi corrupção patrimonial e desvio de recursos públicos. Mensalão (compra de votos com mensalidades), Petrolão (esquema bilionário na Petrobras com propinas e contratos superfaturados), favorecimentos a empreiteiras e uso de estatais como fonte de caixa político e campanhas. Dinheiro público desviado para enriquecimento, sustentação de poder e aliados. Era um modelo de corrupção “clássica”: troca de favores por recursos.
Já Bolsonaro, as acusações centrais giram em torno de atentado contra o Estado Democrático de Direito. Questionamento sistemático das urnas, pressão sobre Forças Armadas e PF, incitação a atos antidemocráticos, suposta trama golpista com minuta de decreto de estado de defesa/guerra e omissão deliberada no 8 de janeiro. Não se trata primordialmente de desvio de dinheiro para bolso próprio (embora tenha casos de rachadinhas na família e joias sauditas), mas de erosão institucional: ataques à lisura eleitoral, ao STF, ao TSE e à democracia representativa. Um risco mais político-ideológico do que meramente patrimonial.
Resumo cru: Lula foi acusado de roubar o Estado para manter e financiar o poder. Bolsonaro, de tentar subverter o Estado quando perdeu o poder. Um enfraqueceu as instituições pela corrupção sistêmica; o outro, pelo confronto direto e negacionismo democrático. Os dois geraram crises de confiança enormes, polarização extrema e custo alto para o país — econômico no primeiro, institucional no segundo.
Nenhum dos dois escapa ileso de um olhar honesto. Quem defende “Lula é o maior estadista” ou “Bolsonaro é o mito infalível” está sendo fanático. A verdade está no meio: os dois cometeram erros graves, abusaram do poder de formas diferentes e deixaram marcas negativas. O Brasil precisa superar esse ciclo de personalismo tóxico e cobrar de todos os lados accountability real, sem dois pesos e duas medidas. Política não é futebol de torcida organizada. É escolha racional pelo menos pior — ou pelo menos danoso às instituições.
Fanatismo cega. Realismo ilumina. Escolha o segundo caminho.
Milton Laene Araujo
Parabéns, Argentina! 🇦🇷
En las pampas brilla el sol de la gloria,
campeones una vez más, con garra y historia.
Messi, Dibu, la Scaloneta entera,
hicieron vibrar al mundo con su bandera.
De Maradona al cielo, desde el alma albiceleste,
grita el pueblo entero: ¡Argentina es la mejor!
Con tango en el pecho y fútbol en las venas,
¡campeones del mundo, para siempre reinan!
¡Felicitaciones, hermanos!
Que sigan los festejos, la alegría y el mate.
¡Vamos Argentina, carajo
Milton Araujo
No apartamento 301 do Gabriela Bensanzoni,
em Lauro Müller, o sábado se faz de lar.
Lá fora o frio de 13, 14 graus abraça a cidade,
e o vento sussurra até domingo ao meio-dia.
Dentro, o quarto acolhe:
cama com listras de tigre,
travesseiros azuis como o céu que não se vê,
a luz suave do abajur que aquece o canto.
Na parede, o menino do quadro sorri
comendo melancia, enquanto eu descanso
sem pressa, sem sapatos,
só o tapete felpudo e as sandálias abandonadas.
Logo mais, o jogo da Copa acende a tela,
coração batendo junto com o time,
e uma comida leve chega como carinho:
algo quente, simples, feito com gosto.
Nada melhor que este refúgio,
neste frio que convida a ficar,
no 301, com paz no peito
e o sábado inteiro pra sonhar.
Que o dia seja leve para todos.
Aproveitem cada minuto desse descanso merecido!
Milton Laene Araujo
O Legado Esquecido das Sombras Subterrâneas
Série de alerta sobre as minas abandonadas em Lauro Müller, Siderópolis, Treviso e Criciúma
Capítulo 5: O Chamado Final – Não Deixe o Passado Engolir o Futuro
O chão que nos sustenta carrega cicatrizes antigas.
Madeiras podres, gases presos, um labirinto que insiste em cobrar.
Rachaduras nas paredes sussurram: “Acorde, povo desta terra!”
Não é lenda, não é medo vão — é realidade que se arrasta devagar.
Se o solo ceder, se o gás subir, quem vai proteger o que construímos com suor?
Hoje o alerta ecoa forte: denuncie, vigie, exija!
Bocas abertas, casas trincadas, silêncio não resolve.
Ação coletiva é a luz que vence a escuridão subterrânea.
Recuperação é possível, mas só se o povo se unir e pressionar.
O legado do carvão deu vida e trabalho — agora devolve segurança e paz!
Não espere o chão tremer.
Denuncie hoje. Converse com vizinhos. Exija dos órgãos o que é justo.
Juntos transformamos o passado em futuro seguro.
Fim da série.
Mas o trabalho continua. Compartilhe, aja, proteja sua terra.
O solo pede voz. Dê a sua!
Onde agir:
• ANM: https://t.co/hKJvnFJhAy
• IMA-SC: https://t.co/XAGrj3PmEi
• Defesa Civil local ou SC: https://t.co/OR1ohHMlCv
Obrigado por acompanhar. Seja o alerta que sua comunidade precisa!
Milton Laene Araujo
O Legado Esquecido das Sombras Subterrâneas
Série de alerta sobre as minas abandonadas em Lauro Müller, Siderópolis, Treviso e Criciúma
Capítulo 4: Cidades Construídas Sobre um Labirinto
Criciúma, a Capital do Carvão, e seus vizinhos cresceram sobre esse labirinto invisível. Bairros inteiros foram construídos onde antes havia galerias antigas. O que era mato virou loteamento, casas, escolas e ruas. Hoje, o peso das construções e do dia a dia pressiona o que restou dos pilares subterrâneos. A subsidência não avisa: pode ser lenta, com rachaduras que se alargam, ou mais súbita. Famílias já convivem com o medo e com danos reais. Muitos moradores ainda ignoram o que existe embaixo dos seus pés.
Nossa história de progresso tem um lado sombrio.
Vamos ignorar ou agir juntos?
Próximo e último capítulo: o que podemos fazer agora.
Denuncie riscos: https://t.co/XAGrj3PmEi ou Defesa Civil local.
Milton Laene Araujo
O Legado Esquecido das Sombras Subterrâneas
Série de alerta sobre as minas abandonadas em Lauro Müller, Siderópolis, Treviso e Criciúma
Capítulo 3: O Gás Forte que Dorme Submerso
Água invadiu muitas galerias abandonadas. Lá embaixo, preso pela inundação, um gás forte espera. Metano explosivo (o grisú das minas antigas), gás sulfídrico com cheiro de ovo podre e outros venenos da drenagem ácida. Quando o nível da água muda — com chuvas fortes ou secas prolongadas — esses gases podem subir para a superfície. Sem ventilação, acumulam-se em bolsões perigosos. Uma faísca, um fósforo ou até respirar o ar contaminado pode trazer tragédia.
Imagine o perigo invisível sob nossos pés.
Alerte sua família e vizinhos.
No próximo capítulo: o risco nas cidades que cresceram por cima desse labirinto.
Saiba mais e denuncie: https://t.co/hKJvnFJhAy
Milton Laene Araujo
O Legado Esquecido das Sombras Subterrâneas
Série de alerta sobre as minas abandonadas em Lauro Müller, Siderópolis, Treviso e Criciúma
Capítulo 2: Madeiras que Apodrecem, Solo que Cede
Dentro dessas minas antigas, as estacas de madeira que sustentavam tetos e paredes já viraram pó. Décadas de umidade, fungos e abandono transformaram suportes sólidos em ruínas. O método antigo de câmara e pilar deixou vazios no subsolo. Quando as madeiras falham, o solo acima cede — é a subsidência. Rachaduras aparecem nas paredes das casas, quintais afundam, ruas se deformam. Famílias já viram o chão se mover devagar, mas de forma inexorável. Casos documentados na região mostram o perigo real.
Não é filme de terror. É a realidade da nossa terra carbonífera.
O que você faria se sua casa começasse a rachar?
Próximo: o gás invisível que ainda dorme lá embaixo.
Saiba mais: https://t.co/hKJvnFJhAy
Milton Laene Araujo
O Legado Esquecido das Sombras Subterrâneas
Série de alerta sobre as minas abandonadas em Lauro Müller, Siderópolis, Treviso e Criciúma
Capítulo 1: O Legado Esquecido
Nas redondezas de Lauro Müller, Siderópolis, Treviso e Criciúma, o solo guarda um segredo perigoso. Centenas de bocas de minas de carvão, abertas desde o início do século XX e muitas abandonadas desde os anos 40, permanecem como feridas esquecidas. Galerias antigas, escavadas por mãos corajosas mas sem os cuidados de hoje, formam um labirinto invisível sob nossas casas, ruas e bairros. O que era progresso virou passivo silencioso. E o tempo, implacável, cobra sua conta.
Cuidado, vizinho. O chão que pisamos esconde histórias que ainda não acabaram.
Saiba mais sobre a região: https://t.co/VX3aRGTROp
Milton Laene Araujo
O Ônibus e a Van
Em Lauro Müller, a saúde esperou
um presente que veio de longe,
quase meio milhão em rodas e luz,
cadeira, raio-X, sorriso possível.
Mas o ofício foi seco, assinado a frio:
“Já temos um ônibus, não precisamos.”
O velho ônibus range, mas serve à bandeira —
nova van? Só se vier da cor certa.
Fanatismo veste terno de gestor,
olha o povo e vê primeiro o partido.
Dente cariado não pergunta de sigla,
dor não carrega bandeira no peito.
Enquanto isso, a criança espera na fila,
a avó engole o remédio amargo da espera.
Meio milhão rodando para outra cidade,
e aqui fica o orgulho, inteiro e vazio.
Que prefeito é esse que recusa o remédio
porque o médico não votou nele?
Que povo aceita ver saúde virar moeda
de troca ideológica, barata e cruel?
Que venha o dia em que o bem público
não precise de senha partidária para entrar.
Enquanto não chega, o fanatismo ri baixo
dentro do ônibus velho que nunca chega a tempo.
Milton Araujo
Eva, a Mãe de Todos
Há muito tempo, na África antiga,
nasceu uma mulher de olhar sereno.
Não era a única, mas foi a escolhida
pelo tempo e pela vida, num destino pequeno.
Dentro de suas células, um fogo brilhava,
mitocôndrias dançando, cheias de energia.
Ela passou adiante, de filha em filha,
um livrinho secreto que nunca se perdia.
Séculos viraram milênios, o mundo mudou,
povos se espalharam por montanhas e mar.
Mas no fundo de cada um de nós, guardado,
ainda pulsa o mesmo DNA maternal.
Brancos, pretos, amarelos, de todas as cores,
somos galhos da mesma árvore gigante.
Uma só mãe, muitas histórias e amores,
uma só origem que nos une pra sempre.
Eva mitocondrial, avó de toda gente,
mesmo sem saber, deixou pra nós seu presente:
a prova que, no coração da Humanidade,
somos todos irmãos na grande família da Vida.
Milton Laene Araújo
A manchete “FBI investiga por suspeita de fraude na Copa do Mundo” sugere algo como manipulação de jogos ou corrupção direta no torneio, mas na verdade é sobre finanças e transações comerciais da federação em território americano (patrocínios, direitos etc.).
• Não há acusações formais contra a AFA, Claudio Tapia (presidente) ou jogadores (Messi e companhia estão fora disso).
• O formato do post (mulher chocada + texto em caps + números de engajamento) é clássico de clickbait para viralizar.
Confusão no Moisés Lucarelli
No gramado de Campinas, a bola rola quente,
Criciúma pressiona, o Tigre mostra o dente!
Árbitro no meio, apito tremendo na mão,
Reclamações voam: “Pênalti!”, “Falta!”, “Mão!”
Um gol de Hermes, o 1 a 0 vem chegando,
Macaca se irrita, torcida vai xingando.
Segundo gol! 2 a 1, a torcida explode em festa,
Ponte Preta corre atrás, mas o Tigre não sossega.
Juiz cercado, jogadores no pé,
Cartões amarelos voando no ar, que zoeira é essa?
Confusão no campo, VAR na tela piscando,
Criciúma segura, a vitória tá cheirando.
Oh, futebol brasileiro, drama sem igual,
Pressão no árbitro, coração a mil no final!
Seja 2 a 1 ou virada no último suspiro,
Tigre guerreiro, o coração é tricolor e vivo!
Milton Araujo
O Brasil é Preto no Nome
No Brasil tudo é preto, meu irmão,
Ponte Preta torcendo com paixão!
Rio Negro correndo pro mar sem parar,
Serra Negra subindo pra gente escalar.
Feijão preto no prato, que delícia sagrada,
Café preto na xícara, acorda a nação animada.
Nota preta na loteria, “ganhei, caramba!”,
Buraco negro no bolso quando o mês desaba.
Fernanda Montenegro, rainha do talento,
Negra no nome, branca na tela, que encanto!
Ovelha negra da família, o tio que some,
Mas volta pro churrasco com uma cerveja na mão, fome!
Tem Cavalo Negro no folclore correndo à solta,
Mercado negro vendendo “importado” na porta.
Lista negra do chefe, humor negro no papo,
E a fome negra que chega depois do feijão… ah, o trapo!
Ponte Preta, Rio Negro, Preto no sobrenome,
Brasil é assim: mistura, cor e muito nome.
Se fosse tudo branco, seria sem graça,
Aqui o preto colore a raça e a piada na praça!
Milton Laene Araujo
Bem-vindo de volta, Juliano Altino!
Na Cruz de Malta 89,9 FM,
uma voz de responsabilidade e luz,
Juliano Altino de Jesus,
jornalista formado, com ética e valor.
Durante as férias, a ausência pesou,
o estúdio sentiu, o microfone chamou.
Mas o café continuou quentinho no ar,
e o povo esperando o seu retorno no ar.
Com seriedade e coração no lugar,
você informa, conecta e faz sonhar.
Responsável, sincero, sem rodeio ou engano,
é orgulho da rádio e do nosso Lauro Müller, mano!
Seja bem-vindo amanhã, com toda a energia,
que o microfone te espere com alegria.
Que Deus te abençoe, te guarde e ilumine,
porque a Cruz de Malta brilha mais com você no ar, Juliano!
Obrigado por ser essa voz que a gente respeita e admira.
89,9 FM — Informação com Responsabilidade.
Milton Laene Araujo
Gente, vamos com calma. A Argentina virou o jogo contra o Egito de forma incrível, mostrando que nunca desiste. Sim, teve lances polêmicos com VAR — acontece em toda Copa do Mundo, em todos os times. O árbitro era francês, o que já enfraquece qualquer teoria de favorecimento combinado. O Egito liderou bem, mas a Argentina teve mais posse e chances. Acusar manipulação da FIFA sem nenhuma prova concreta só prejudica o futebol que a gente ama. A entidade quer estrelas brilhando para vender o produto, mas o resultado sai do campo, não de bastidores. Vamos valorizar o espetáculo, analisar os lances com cabeça fria e manter a fé nos jogos — sem conspiração, só futebol de alto nível.
Milton Laene Araujo