A maravilhosa @DanielaLima_ dando uma aula sobre a evolução da intolerância religiosa no Brasil. No lugar de fixar falando merda aqui, vai lá e aprende!
O caso sobre a destituição de Nossa Senhora da condição de “Padroeira do Brasil” é comédia de erros que acordou o monstro da censura eletiva.
Neste domingo, 27, o ministro Flávio Dino, do STF, operou mais um choque legal no ilegalismo e lembrou à Justiça Eleitoral — ou a André Mendonça, para ser preciso e se é que me entendem… — que a Constituição existe. Cassou a liminar de Mendonça — que, envergando as vestes de vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, havia mandado varrer da internet nada menos de 1.125 publicações. Dino restaurou o direito à liberdade de expressão de Antonio Tabet e de outros. Fez mais: lembrou que o voluntarismo de toga não tem o condão de reescrever a gramática institucional das garantias fundamentais. Venha entender na minha coluna no Metrópoles.
Post sobre a FAMÍLIA MILICIANA
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