Sim, há casos documentados:
Kim Kataguiri (2022, Flow): defendeu que discursos nazistas não deveriam ser crime, dizendo que Alemanha errou ao criminalizar.
MBL convidou Curtis Yarvin (fundador do neorreacionarismo/NRx) para falar no Festival MBL/lançamento do Missão em nov/2025.
Influenciador “The Phallic Man” (posts de elogio a Hitler e ódio racial) escreveu artigo exaltando Renan/Missão; Renan reagiu positivamente em live e citou como abertura de portas nos EUA. Há denúncia no MPF.
Intercept (2024) relatou grupos paralelos (“Cabaré de Fascistas”) com mensagens neonazistas e tolerância de assessores de Kataguiri. MBL negou e expulsou alguns.
Arthur do Val (2022): áudios sexistas sobre mulheres ucranianas.
MBL sempre nega afiliação e diz repudiar extremismos.