🫧 | Felix mudou seu status do Bubble
"🐈⬛🩵Lucas 10:27"
Versículo da bíblia: "Ele respondeu: ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento’ e ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’"
favor parar de falar que essa música tem qualquer coisa a ver com o brasil quando vocês não se deram o trabalho de colocar UM VERSO sequer em português vocês tão passando vergonha já
Seguinte, ta na hora de por nome nas coisas, falar de apropriação cultural e representatividade, já faz tempo q andam bebendo da cultura Latina e brasileira e não entregando nem o MÍNIMO pra latam, usar sonoridade, elementos de outras culturas por puro comercial tem nomezinho em
a partir do momento q eles dizem abertamente sobre ter brazilian funk e so colocam referencias latinas puxadas pro mexico eles merecem sim um apavoro por nao incluirem o minimo sobre a nossa cultura
La vão as atinys americanas e europeias defender o cb como se nada estivesse errado pq elas recebem toda a atenção do mundo enquanto a gente precisa sofrer com migalha e humilhação e engolir que a música tem a “nossa cara” para elas cantarem e dançarem algo que tem a “nossa cara”
A @kqent precisa compreender, com urgência, que utilizar uma cultura como inspiração vai muito além de uma estratégia de marketing. Quando uma empresa escolhe promover um projeto afirmando que ele foi inspirado em determinada cultura, ela assume a responsabilidade de representá-la com respeito, pesquisa e coerência.
Durante toda a divulgação, não apenas a KQ Entertainment, mas também os próprios membros e a imprensa promoveram BAD como uma música inspirada no funk brasileiro ou com um "toque de Brasil". No entanto, o resultado entregue foi superficial. Além de alguns cartazes em português compondo o cenário, praticamente não há elementos que representem essa inspiração de forma significativa. Não existem participação de produtores brasileiros em sua criação, colaboração com artistas brasileiros ou qualquer iniciativa que demonstre um interesse genuíno pela cultura utilizada como conceito para promover esse lançamento.
A América Latina é formada por dezenas de países, culturas e tradições distintas. Representá-la exige responsabilidade. Quando referências culturais são utilizadas apenas de maneira superficial, sem contexto ou profundidade, a mensagem transmitida é clara: aquela cultura serviu apenas como ferramenta para tornar um conceito comercialmente mais atraente.
Essa falta de consideração também ficou evidente no projeto do BAD BOOK. Se o objetivo era aproximar essa era dos fãs ao redor do mundo, é difícil compreender por que a América do Sul foi completamente ignorada. O Brasil, justamente o país apontado como uma das inspirações para BAD, sequer recebeu o livro.
Em oito anos de carreira, o Brasil recebeu apenas quatro eventos oficiais: um show da turnê, em 2023, uma revista, e duas exibições oficiais nos cinemas. Enquanto isso, outros mercados acumulam diversas paradas de turnês, pop-up stores, cafés temáticos, eventos promocionais, exposições e inúmeras experiências exclusivas. A diferença de investimento, planejamento e atenção é evidente.
Durante GOLDEN HOUR : Part.4, o continente obteve a oportunidade de adquirir, pela primeira vez, uma versão exclusiva do álbum. No entanto, em GOLDEN HOUR : Part.5, justamente a era promovida como inspirada na cultura latina, essa oportunidade deixou de existir.
Diante desse histórico, é inevitável que muitos ATINYs sintam que a nossa cultura foi valorizada apenas enquanto agregava valor à narrativa do álbum, mas deixou de ter importância quando chegou o momento de incluir o país e o continente nas ações oficiais da empresa.
Os fãs brasileiros e latino-americanos sempre demonstraram seu compromisso com o ATEEZ. Organizam projetos, compram álbuns, realizam streams, divulgam o grupo diariamente e transformam cada oportunidade em uma demonstração de apoio. O mínimo que esperam em troca é respeito, reciprocidade e uma representação que vá além da superfície.
Além disso, esse sentimento de frustração não se limita à forma como determinados mercados são tratados. A própria gestão dos artistas frequentemente gera questionamentos entre os fãs. Casos como o do Jongho e do Yeosang, por exemplo, alimentam a percepção de uma empresa que falha em oferecer oportunidades equilibradas para todos os integrantes. Há anos o fandom precisa cobrar repetidamente por atividades, promoções e maior valorização de alguns membros, sem que mudanças significativas aconteçam. Isso reforça a imagem de uma gestão inconsistente, que muitas vezes não corresponde ao potencial dos próprios artistas.
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El meme de Kihyun como minion pelón volvió en pleno 2026 y nada más ni nada menos que en una bandera brasileña. Siento que puedo oír la risa de Hyungwon hasta aquí, ¿por que será? JAJAJAJA
PQP a abertura da turnê é Dramarama, isso significa que a primeira coisa que o Monsta X vai ouvir a gente cantar é esse fanchant icônico do fandom brasileiro (melhor que o original