O Brasil vai vencer a herança de atraso e retrocesso deixada pela esquerda. O primeiro passo foi dado. Agora, conto com todos vocês para resgatarmos o nosso Brasil e dar início a reconstrução.
O Brasil vai vencer!
🚨Jair Messias Bolsonaro, o verdadeiro amante da liberdade, tratando a imprensa com justiça, decência e equidade.
A mesma imprensa que apoiou todas as narrativas que levaram esse homem ao cativeiro.
E também a mesma imprensa que hoje sofre as consequências de sua própria militância.
Lula gasta como se o dinheiro público não tivesse dono.
Aumenta a dívida, desperdiça recursos e deixa a conta para quem trabalha e paga impostos.
O Brasil não suporta mais quatro anos de tanta irresponsabilidade.
Dia 369.
Sigo postando todo dia um vídeo de Jair Bolsonaro FALANDO, desde que bloquearam suas redes. Querem silênciar o maior líder do Brasil, não vamos permitir, seremos sua voz!
FALA BOLSONARO! 📢
Quando um presidente estrangeiro visita Lula, chamam de diplomacia.
Quando o mesmo presidente sobe ao palco com a direita, vira caso de investigação.
No fim, o crime nunca é receber um presidente.
O crime, para eles, é a direita deixar de pedir licença.
A esquerda ficou chateada porque eu mostrei a realidade no mercado. Pois os companheiros de Lula podem ter certeza que nós vamos denunciar todos os dias o terror que é o custo de vida no Brasil.
Sou candidato à reeleição para deputado federal por São Paulo.
A política só tem sentido quando preserva aquilo que recebemos como herança: a família, a liberdade, a ordem, a fé e o amor pela nossa terra.
Seguirei defendendo o Brasil real, construído por pessoas comuns, contra aqueles que desejam destruir suas tradições para impor um país que nunca existiu.
Quem acusa o golpe e veste a carapuça assume exatamente quem é! Javier Milei falou e o ministro Fachin fez questão de assinar o recibo ao tentar defender quem atropela as leis e a nossa Constituição. Não adianta fazer nota oficial para esconder a realidade. Quem trata o nosso ordenamento jurídico como lixo não pode se ofender quando a verdade é dita. O Brasil e o mundo já enxergaram exatamente o que está acontecendo!
O único presidente preso sem desviar um centavo dos cofres públicos, torturado, incomunicável, esquecido propositalmente e tudo com muito método; com ajuda da “direita permitida” tentam eleger Lula e se colocarem no jogo político autorizado utilizando-se da desgraça de quem lhes deu e dá a vida para que pudessem existir!
São muitas as coisas que me causam estranhamento na política brasileira. Coisas que realmente me incomodam, no sentido mais visceral do termo. Tomemos, por exemplo, esse garoto que se fez deputado e agora percorre o país a fabricar bancada de novos eleitos. Isso me perturba. Senão, vejamos: no meu tempo, sair pelo Brasil afora a costurar bancada era privilégio de mandatários. Nada mais natural que um presidente percorresse o território nacional a recomendar votos em seus correligionários, de partido ou de ideologia. Ao baixo-clero cabia a mesma operação, porém em escala proporcional, ou seja, modesta, restrita a estados e municípios. O deputado Nikolas, contudo, subverteu essa ordem natural das coisas. Agora ele viaja o país indicando garotos imberbes como ele próprio e isso é perturbador: em primeiro lugar, porque Nikolas não está alinhado com o seu partido, que deveria reservar a atividade correligionária ao concorrente oficial ao cargo executivo máximo, isto é, Flávio. Em segundo lugar, porque rodar o Brasil custa caro, sobretudo para um jovem cujo salário é incompatível com tamanha mobilidade. Pergunta-se, então, quase por instinto: quem banca a aventura do mancebo? Em terceiro lugar, porque os indicados por ele não são os indicados pelo líder máximo da direita, Jair Bolsonaro, a quem o rapaz jura pertencer. Estranho, não? Mais estranho ainda é o fato de que o menino Nikolas só se engajou na campanha de Flávio nos últimos minutos do segundo tempo e, coincidentemente, seus protegidos não citam Flávio nas redes sociais.
O que verdadeiramente me inquieta é perceber que Nikolas, impulsionado por um poder econômico considerável, percorre o país estruturando, já agora, a sua própria campanha presidencial, prevista para daqui a quatro anos. Digo poder econômico porque, segundo a imprensa, ele tem viajado de jatinho particular. Isso custa caro, tão caro que nem mesmo Jair Bolsonaro se permitia tal luxo. Bolsonaro voava de carreira, vivia nos aeroportos, onde o povo o cercava para o abraço e o apoio. Não é o caso de Nikolas.
Politicamente, ele já integra uma elite bem privilegiada. É curioso, também, que o rapaz tenha saído de uma região pobre e hoje circule entre amigos e parentes abastados. Casou-se com mulher rica, dirão os biógrafos e os adoradores. Sim, é verdade. Logo, ele agora é rico. Mas o problema não está em ser rico; está em dever favores a grupos poderosos, porque isso termina, invariavelmente, em formação de oligarquia. Nikolas não amadureceu o tempo suficiente para resistir às três tentações do deserto. Entrou ontem na política e já faz parte de uma oligarquia. Não há nada de orgânico nessa ascensão meteórica e esse é o problema, pois o que não é orgânico costuma ser marionete. Abre o olho, Brasil.