O que essa mulher disse escancara uma verdade que muita gente foge: a vida não vale nada quando é vivida sem sentido. Quem acha exagero é porque já trocou a própria consciência pelo conforto.
Ela não está flertando com a morte — está rejeitando a ideia de viver como um animal domesticado, cuja única virtude é continuar respirando. Quando alguém entende que há causas mais altas que o próprio medo, essa pessoa já deixou de ser massa e voltou a ser indivíduo.
O desespero do nosso tempo não é o risco, é a covardia travestida de prudência. E a fala dela lembra algo simples e incômodo: quando a consciência desperta, o corpo deixa de ser o centro do mundo. Isso é o que assusta tanto.
Jamais esquecerei de você, Lúcia.
Em discurso durante Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo (preconceito ou ódio contra um judeu), em Israel, relembrei os importantes laços entre nossos países, uma ligação que é forte, histórica e importante demais para ser quebrado por qualquer governo esquerdista de ocasião. A amizade entre nossos dois países jamais acabará!