La repulsiva cara de la ONU
La ex rehén Ilana Gritzewsky se presentó ante el Consejo de Derechos Humanos de la ONU en Ginebra y confrontó directamente la narrativa de quienes minimizan o niegan los crímenes sexuales cometidos durante la masacre del 7 de octubre. Tras su intervención, relató que terminó temblando por la intensidad emocional del momento.
Frente a ella se encontraba Reem Alsalem, quien ha ignorado las evidencias y los testimonios de las víctimas israelíes.
Observa su cara. Observa a la relatora especial de la ONU, que debería defender a las mujeres pero que se ha negado, una y otra vez, a alzar la voz por las mujeres israelíes. Mira su cara cuando una ex rehén la desafía con la verdad.
“Please look at me,” begs a survivor of the Hamas Rapist Regime.
But UN “expert” @UNSRVAW Reem Alsalem won’t give her that basic dignity.
There’s no humanity in the UN Human Rights Council.
Feministas são uma espécie de ariete do totalitarismo globalista.
Inventam nos países ocidentais uma infinidade de “violências contra a mulher” que não configuram violência alguma, banalizando o conceito, com a finalidade de solapar a constituição de famílias.
Mas onde há efetivamente violência real, brutal, organizada, sempre se calam, como no Irã.
Aqui a coisa foi pior.
Feminista que faz o papel de relatora de uma das intermináveis agências globalistas para “violência contra a mulher“ foi surpreendida e confrontada por vítima real, mulher sequestrada, agredida, abusada pelos terroristas do hamas.
Ao final exige desculpas da feminazi, que surpreendida com o contraditório, limita-se ao silêncio ensurdecedor.
A classe média brasileira foi DESTRUÍDA!
Eu já fui esse cara. Meti o pé do Brasil por vários motivos que expliquei aqui, mas a falta de acesso a porra nenhuma foi um dos principais.
Essa raiva precisa se transformar em combustível para a mudança.
🇧🇷 Brazilian parents Adauto and Ieda Denardi were sentenced to 50 days in prison for “intellectual neglect” after homeschooling their 11- and 15-year-old daughters without state-approved programs on gender, sexuality, diversity, and tolerance.
The ruling ignored an independent psychologist’s report, extensive academic records, and even the prosecutors’ recommendation for acquittal.
The daughters were documented reading 30 books a year and studying Latin, English, piano, and music theory.
The judge cited the girls’ lack of exposure to mainstream music genres like funk, trap, and sertanejo as evidence of cultural isolation.
It is the first criminal conviction for homeschooling in Brazil, where the practice exists in a legal gray area.
“¿No hay pruebas? Yo soy la prueba”: Ilana Gritzewsky desafía a una funcionaria de la ONU que niega la violencia sexual del 7 de octubre
La ex rehén Ilana Gritzewsky se presentó ante el Consejo de Derechos Humanos de la ONU en Ginebra y confrontó la narrativa de quienes minimizan o niegan los crímenes sexuales cometidos durante la masacre del 7 de octubre.
Tras su intervención, relató que terminó temblando por la intensidad emocional del momento. Frente a ella se encontraba Reem Alsalem, quien ignora las evidencias y testimonios de las víctimas israelíes.
Declaraciones destacadas de Ilana Gritzewsky
“Es difícil mirar a los ojos a alguien que niega todos los crímenes del 7 de octubre, todos los abusos sexuales.”
“Esa mujer debería proteger a todas las mujeres del mundo.”
“No le permitiremos hacerlo y no nos quedaremos en silencio.”
“Llegaré, si es necesario, a cualquier lugar del mundo para hacer oír la voz de las secuestradas que sufrieron abusos sexuales.”
“Lamentablemente hay muchas personas asesinadas que ya no podrán testificar.”
“Me enfrentaré a cualquiera que lo niegue.”
“Seguiré mirándolos a los ojos y diciéndoles la verdad.”
“No me callaré.”
Antes de su discurso también explicó el enorme costo personal que implica volver a abrir sus heridas una y otra vez:
“Es muy difícil abrir cada vez las heridas y los traumas.”
“No pedí ser conocida. Quiero mi tranquilidad.”
“Pero es importante hablar en estos lugares donde no nos quieren.”
“Debemos seguir diciendo nuestra verdad en la cara de la gente.”
“Siento que esta es mi misión.”
“Esta es una herida que permanecerá con nosotros toda la vida.”
¿Alguien me puede explicar por qué la ONU no le cree a las víctimas judías?
Das Gesicht des moralischen Versagens der UN:
Eine HAMAS-Geisel erzählt von ihrem unsäglichen Martyrium – die UN-Sonderberichterstatterin Reem Alsalem schaut demonstrativ unberührt weg.
Die Jordanierin weigert sich für die ermordeten und missbrauchten Frauen einzutreten - „SCHLIESSLICH SIND ES JA NUR JUDEN“.
So sieht der latente Antisemitismus in der UN aus.
Mira la cara de piedra de la relatora de la ONU mientras una ex rehén israelí víctima de violaciones le reprocha su negación de las violaciones cometidas el 7 de octubre.
La ONU es un nido de monstruos.
Esse moleque aqui vai acordar muita gente.
É o Brasil real. O empreendedor que acorda sem saber se conseguirá levar $ pra casa. Que a cada dia paga mais caro em tudo.
This is the UN.
Look at the face of the UN special rapporteur who is meant to stand up for women but has refused, again and again, to speak up for Israeli women.
Look at her face when a former hostage challenges her.
A heroica Ilana Gritzewsky confronta a ONU
"...Eles me tocaram e me abusaram sexualmente.
Fui espancada e mutilada antes de desmaiar.
Acordei seminua com sete terroristas de pé ao meu redor, sem saber o que aconteceu comigo naqueles momentos perdidos..."
🏭👨🏭🚧/ Uma paralisação tomou conta da fábrica da Midea em Pouso Alegre, no sul de Minas Gerais, na terça-feira (23). Cerca de 1.200 trabalhadores abandonaram os postos depois que um funcionário do setor de qualidade denunciou ter sido agredido fisicamente por um gerente vindo da China — com socos nas costelas e golpes de uma gaxeta, peça de borracha usada como vedação. A manifestação se concentrou na porta da unidade e foi marcada por indignação generalizada. O Sindicato dos Metalúrgicos de Pouso Alegre afirmou que o episódio foi o estopim para o movimento, que acumula também denúncias de assédio moral e condições de trabalho precárias. A tesoureira do sindicato, Cristiane Aparecida dos Santos, foi direta ao classificar o ocorrido como lesão corporal e foi além, fazendo uma comparação histórica pesada. “Um trabalhador que saiu de casa de manhã para vir trabalhar, ganhar o seu pão de cada dia, foi covardemente chicoteado nas costas. Infelizmente, num período muito vergonhoso para a história do nosso Brasil, a gente sabe que os trabalhadores escravizados eram chicoteados para que produzissem”, afirmou. A Midea não se pronunciou até o momento. A empresa, de origem chinesa, opera a unidade de Pouso Alegre como uma das principais plantas industriais do setor de eletrodomésticos no Brasil. Se tem alguém que merece os parabéns por tudo isso, é o presidente Lula. Foi ele quem abriu — e escancarou — as portas do Brasil para as empresas chinesas, e agora os trabalhadores brasileiros estão aprendendo na pele o que é ser tratado como escravo. Enquanto empresas brasileiras fogem do país sufocadas pela carga tributária e pelo ambiente hostil aos negócios, chegam cada vez mais exploradores dispostos a bater, humilhar e subjugar o trabalhador nacional. O gerente chinês que levantou a mão contra um operário em Minas Gerais não é um caso isolado — é o retrato de uma política que coloca tapete vermelho para o capital estrangeiro e deixa o trabalhador brasileiro sem proteção, sem dignidade e, aparentemente, sem ninguém no governo disposto a defendê-lo.
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