A ARMADILHA QUE OS DISTANTES NÃO VEEM
É perfeitamente compreensível e faz parte do debate público sincero, a opinião divergente. Isso é o ponto fundamental de uma democracia saudável e duma sociedade que almeja realmente se desenvolver.
A liberdade de expressão é maravilhosa e toda pessoa conservadora deve prezar por ela, mesmo que discordando dos pontos de vistas, seja na forma ou no conteúdo. É necessário atentar, no entanto, para as informações reais e essenciais a respeito de um assunto, antes de emitir um parecer que pode ser enquadrado como desprovido de fundamento elementar, rasteiro e até mesmo desleal.
O assunto Jair Bolsonaro, é, sem sombra de dúvidas, o assunto mais falado, na TV e na internet, nacional e intencionalmente. Seja para criticar ou para elogiar, o ex-presidente do Brasil tem o mesmo poder de liderança de Donald Trump, e por isso, está o tempo todo em discussão.
Porém, assim como no caso americano (EUA), salta aos olhos a maneira injusta na qual muitas pessoas acusam e criticam Jair Bolsonaro. É claro que um líder deve estar preparado para críticas, inclusive as mais pesadas e desleais, mas as pessoas que a fazem devem estar cientes de todas as questões que julgam analisar, sem se utilizar de falácias e achismos.
Muitos antigos apoiadores de @jairbolsonaro, sobretudo os mais radicais, insistem em criticá-lo dizendo que ele foi leniente, letárgico e em certas situações, covarde. Há também aqueles que continuam apoiando o presidente, mas fazendo as ressalvas, sempre ligadas as ações que, na opinião dessas pessoas, foram equivocadas ou passivas demais.
O curioso é que todas essas pessoas deixam escapar da memória, ou preferem fingir, que a eleição de Bolsonaro foi o acontecimento mais surpreendente da história do Brasil desde a redemocratização. Digo isso porque boa parte do povo brasileiro é assim, calorosa, expressiva e passional e, quando entra nesse ciclo a fundo, se perde nas questões racionais e (cabeça dura por natureza), exclue a tese, a antítese, a síntese e a ponderação.
Ora, o Brasil foi governado do ano de 1985 até 2018, isto é, 33 anos, por presidentes oriundos de partidos de extrema-esquerda e centro-esquerda; que traziam no discurso, uma espécie de ressentimento sobre o período militar, incitação ao ódio e a divisão do povo, fomentando a luta de classe. Induziam o povo ao conflito do "nós contra eles" endossando uma cultura bélica e ideológica contra os cristãos e religiosos que, ainda nem eram chamados de conservadores ou de direita, mas de fundamentalistas. A esse tempo, a direita não existia.
Todo esse período de domínio "saci" (uma perna só) fez o cidadão brasileiro escravo de uma única linha de pensamento. A de que sempre foi vítima de um sistema elitista e que precisaria se rebelar e lutar contra um inimigo imaginário, que o cidadão nem mesmo conhecia. A estrutura falaciosa foi se eternizando e ninguém ousava a mostrar o que estava escondido nos bastidores, até porque todo mundo se beneficiava.
Todavia, as coisas não eram apenas no âmbito da discussão e opinião política, era também no aparelhamento do estado e das fontes culturais e educacionais do país. Ou seja, esse período de quase quatro décadas deu uma larga vantagem ao sistema.
De modo que tentar fazer alguma coisa para mudar o sistema, era perda de tempo ou motivo de anedota.
Essa sensação ajudava aos pouco acordados a se conformarem com a situação corrupta, chegando a conclusão que o sistema podre era imbatível até então. Como no final do filme "tropa de elite", a mensagem subliminar é que, nenhuma ação organizada ou suficientemente corajosa era capaz de vencer a estrutura de corrupção tão bem preparada para contra-atacar e destruir o opositor. Conforme o dramaturgo nigeriano Wole Soyinka, "when you fight corruption, corruption strikes back", ou seja, quando você combate a corrupção, a corrupção revida.
É preciso relembrar que era assim que o Brasil funcionava. Era como a acompanhante que prefere continuar vendendo o corpo, mesmo quando não há nenhuma necessidade, mas pelo prazer de se sentir procurada, cobiçada e bem paga. Sem querer compromisso sério com ninguém.
Todo esse arcabouço, valoriza ainda mais a vitória de Bolsonaro em 2018 nas eleições presidenciais, mas também, refletem um movimento de inflexão no estrato social brasileiro, pois foi o povo que o elegeu. E assim procedeu porque encontrou nele, capacidade, sinceridade e espirito de combate. Um ex capitão do exército brasileiro, ele conseguiu conquistar a confiança do povo. Porém, muitas pessoas que o elegeu, não têm a mínima noção das dificuldades que ele enfrentou dentro do sistema. Queriam que ele tomasse atitudes que já estavam sendo esperadas e provocadas pelo sistema e suas ferramentas de defesa.
Jair Bolsonaro chegou ao palácio do planalto, com um exemplar da constituição dada em plena diplomação pela Rosa Weber, lembram? Aquele já era um sinal de que a estrutura do sistema ia pegar ele em uma de suas armadilhas. A ideia era provocar uma reação brusca de Bolsonaro, e destruí-lo de uma vez por todas. Tudo isso para enviar uma mensagem internacional de que ele era realmente um ditador, um autoritário e manchar de vez a imagem das forças armadas, instituição indissociável da imagem de Bolsonaro. Cada ação tomada contra o seu governo, não era apenas uma interferência indevida de um poder em outro poder, mas uma tentativa de provocar um ato impensado que poderia ser facilmente enquadrada como crime de responsabilidade e impulsionar o impeachment.
Eles estavam quase conseguindo, porque se você não percebeu, não era apenas o judiciário que estava de olho em Bolsonaro, o congresso já tinha por certo o impeachment dele. Baseados no temperamento de soldado do presidente e na insistência dele de não aceitar o método de governo de coalizão "toma lá- dá cá", ele pulou uma fogueira quando resolveu ceder ao centrão. E infelizmente, essa é a realidade da vida, nem sempre tem condições de se manter irredutível e inconciliável. Às vezes, é necessário ser flexível e saber medir os resultados, lidando sempre com os efeitos colaterais de cada decisão. Bolsonaro havia derrotado parte da estrutura, mas não o sistema por inteiro. Logo, era necessário ter ponderação, inteligencia e resiliência.
O Bolsonaro deu um nó na cabeça de Nhonho quando aceitou a aliança com o centrão. Desarmou todos os inimigos no congresso e passou a aprovar pautas importantes para o país. A economia do país foi elogiada internacionalmente, Paulo Guedes, Tereza cristina, Tarcisio, Seif, Rogerio Marinho... a lista de capazes é imensa. O Brasil voou.
Tendo vencido o congresso, a pandemia fez um pandemônio no mundo inteiro e, alimentada pelas inúmeras narrativas e ataques da imprensa contra Jair e os revides dele também, a corte aproveitou para tirar a autonomia do presidente.
A coisa degringolou com as narrativas da vacina, do oxigênio para Manaus, as queimadas na Amazônia e, a dupla máscara-ivermectina.
Ou seja, além de uma estrutura interna preparada para destruir a imagem do presidente, dentro e fora do país, havia também a inédita pandemia que fornecia elementos novos para formar a opinião pública contra Bolsonaro. Isto tudo, sem citar as intempéries enfrentadas por ele com alguns de seus ministros, como Moro, do importante ministério da justiça, Mandetta da saúde em tempo de pandemia. Aí, meu amigo, não há anjo que suporte algo assim sem perder a elegância. Veja que em nenhum momento eu citei a facada do Adélio, nem a covarde associação feita pela rede globo da imagem do presidente com o assassinato de Mariele. Não o fiz porque existem inúmeros fatos que corroboram para colocar o Jair Bolsonaro, como a figura mais corajosa e importante na construção cultural e política do Brasil.
O problema é que, algumas pessoas no nosso país são muito emocionais e, não conseguem conceber a dimensão do estratagema que foi e continua sendo enfrentado por Bolsonaro. Pois mesmo após perder as eleições, um sistema coordenado tenta esvaziar a imagem dele a todo custo, pois teme que ele possa retornar ou que ele consiga, mesmo estando a distância, continuar fortalecendo as muitas células que ele deixou espalhadas dentro do sistema.
Algumas pessoas não percebem que Jair Bolsonaro driblou e escapou de todas as ciladas feitas contra ele. A direita não mais existiria se ele tivesse reagido de forma estapafúrdia e imatura. Porém, graças a grande habilidade estratégica, a resiliência e humildade, ele conseguiu se manter até o fim.
Por isso, o Brasil de bem, as pessoas que detém algum poder de compreensão de causa, são fãs, agradecidos a Bolsonaro. Graças a ele, a direita passou a existir no Brasil. Ele não foi covarde, não foi corrupto, não foi complacente. Ele foi altamente estratégico, paciente e articulador. Jair foi extremamente habilidoso e não caiu na armadilha.
Ele é a lenda viva, o herói nacional que tirou o povo da direita do armário. Seu nome é, Jair Messias Bolsonaro, mais conhecido como, "mito", lenda, o terror dos corruptos do sistema.
Parafraseando o @kimpaim :
"Jair Messias Bolsonaro é o personagem mais importante do Brasil em todo o século XXI. Não adianta brigar contra os fatos".
Sergio Junior
O Brasil esteve adormecido desde o primeiro mandado do Lules 🦑, as universidades destruíram boa parte dos nossos jovens ,mas se vc ainda acredita que podemos mudar , compartilhe, mostre seus filhos , netos, afinal somos de uma geração que ainda pede bençãos aos nosso avós, país.
@flaviogordon Nossa! a gente passa até mal ouvindo isso. Quem ainda nesse planeta da créditos a essa mulher?! Só pelas gaguejadas ja diz tudo. Eu teria vergonha de me olhar no espelho.