O que aconteceu nesta madrugada é mais grave do que parece.
Milhões de brasileiros receberam um Alerta Extremo, o mais alto nível de notificação do sistema de emergência, destinado a situações de risco iminente à vida. No entanto, em vez de orientações à população, a mensagem continha apenas uma palavra: “misantropia”.
Não se trata de um simples erro de comunicação. Estamos falando de uma ferramenta oficial que interrompe o sono das pessoas e mobiliza a atenção de toda uma população justamente porque foi criada para alertar sobre tragédias, desastres e emergências reais.
A pergunta que precisa ser respondida é simples: como uma mensagem sem qualquer utilidade pública foi disparada por um sistema com alcance nacional e protocolos rigorosos de segurança?
A população tem o direito de saber quem autorizou o envio, como ocorreu a falha e quais medidas serão adotadas para garantir que esse sistema jamais seja utilizado de forma indevida.
Quando um alerta extremo perde credibilidade, o risco não é político. O risco é humano.
Ato falho - O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) atribuiu o convite para ir à Casa Branca ao presidente Lula durante entrevista a jornalistas nesta terça-feira (26) em Washington (EUA).
Ele demorou alguns segundos até se corrigir e afirmar que o convite teria partido do presidente dos EUA, Donald Trump, com quem se encontrou e tirou fotos mais cedo nesta terça.
💬 “Mais uma vez, foi um convite oficial do presidente Lula, ele tava ali com dois assessores dele… do presidente Trump, desculpa, o presidente Trump estava com dois assessores dele”, disse o senador.
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Flávio Bolsonaro: “Mais uma vez, foi um convite oficial do presidente Lula, ele tava ali com dois assessores dele… do presidente Trump, desculpa, o presidente Trump estava com dois assessores dele”
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