Estou acionando o Ministério Público contra esses streamers e contra a própria plataforma ‘KICK’.
Gravar uma pessoa na rua, sem mais nem menos, submetê-la ao deboche e ofensas de teor homofóbico e transmitir tudo isso ao vivo não é entretenimento.
E isso vale pros streamers e pra plataforma que, ao que tudo indica, não apenas permite esse conteúdo, como o incentiva e o monetiza.
Queremos responsabilização, queremos multa e queremos que todo o dinheiro vá para políticas públicas de proteção a pessoas LGBTQIA+ e de combate aos crimes de ódio.
E também estou cobrando, via Ministério Público, que a organização do Rock in Rio e a Prefeitura do Rio melhorem seu esquema de segurança na área dos gradis de acesso e saída do evento.
Toda a minha solidariedade ao João Victor.
Não podemos aceitar jamais a homofobia e qualquer forma de LGBTfobia recreativa. Quando nossas existências viram conteúdo ou piada, a desumanização já está em curso.
NECESSÁRIO! Gil do Vigor faz vídeo após ataques homofóbicos com o ator João Victor:
“Homofobia não é entretenimento, é crime! Ele foi cruelmente atacado, humilhado, assediado, com ataques homofóbicos. Meu parceiro, a forma como eu me visto não é entretenimento o meu jeito não é entretenimento as violências que eu sofro não é entretenimento, é crime e temos que dar nome a tudo que acontece e o pior”.
Lula critica Flávio Bolsonaro após avanço do fim da escala 6x1:
"Ontem o Brasil testemunhou, mais uma vez, quem é quem no Congresso Nacional. Enquanto tentávamos avançar com a PEC que acaba com a jornada 6x1 no Senado, a oposição, capitaneada pelo coordenador da campanha do meu opositor nessa corrida presidencial, atuava para impedir o avanço da pauta. É importante que o Brasil saiba quem está trabalhando para avançar com essa mudança e quem está tentando impedir uma conquista que pode garantir um dia a mais de descanso sem redução de salário. As justificativas são as de sempre. Se a gente aprovar, o Brasil “quebra”. Do mesmo jeito que ia “quebrar” quando os trabalhadores conquistaram o direito às férias. Quando tiveram direito ao 13º. Uma história que se repete desde os tempos do fim da escravidão. O que quebra de verdade é a saúde mental do trabalhador com essa escala. O que quebra qualquer família é a sensação de não poder acompanhar os filhos crescerem. Viver para trabalhar, e não ter vida além do trabalho. Desmotiva. Mina a produtividade. Os brasileiros e brasileiras que trabalham seis dias por semana e, muitas vezes, dedicam o sétimo aos afazeres domésticos, já cansaram de esperar. Estamos com vocês. Seguimos mobilizados. Pelo fim da escala 6x1!"