Toda minha solidariedade à juíza aposentada e militante da luta antirracista @Mylenebrasil pelas ofensas racistas proferidas contra ela pela arquiteta Jamara de Oliveira Moretti. Que seja punida com o rigor da lei.
Sem papo com racista: racismo é crime!
Minha solidariedade ao povo venezuelano, e repúdio ao ataque criminoso.
O Brasil poderia ser mais um alvo, não fosse a reação firme do Presidente Lula, colocando o cowboy no lugar dele 🙌🏾
Africans being denied access to the bunker shelters in Israel.
It’s disheartening to admit, but if recolonization efforts were attempted today, many within our own ranks, including some African elites and media figures, might support it.
Whether out of ignorance, self-interest, or misplaced admiration. Ours is a generation that, in many ways, has surrendered critical thinking to convenience and conformity.
Em audiência pública na Câmara, organizadores da campanha #sonialivre rebateram os argumentos do desembargador catarinense de que Sônia, encontrada em trabalho análogo à escravidão, sempre foi tratada “como se fosse da família”. https://t.co/NfNHTn65Jy
Em junho de 2023, Sônia Maria de Jesus, a Soninha, virou personagem do mais estrepitoso caso de trabalho doméstico análogo à escravidão no Brasil. Na piauí de agosto, Angélica Santa Cruz conta essa história. Leia: https://t.co/wny859qg4U
Sonia Maria de Jesus, uma mulher negra e surda, era submetida a condições de trabalho análogo à escravidão pela família de um desembargador de Santa Catarina, de acordo com as investigações de cinco órgãos federais.
A psicóloga, o professor e o desembargador: integrantes de uma família catarinense que, segundo o Ministério Público do Trabalho, mantiveram uma escrava doméstica por 39 anos. Sonia Maria de Jesus, uma mulher negra e surda, era submetida a condições de trabalho análogo à escravidão pela família de um desembargador de Santa Catarina, de acordo com as investigações de cinco órgãos federais. Soninha, como é conhecida, foi resgatada e transferida para um abrigo. Meses depois, o desembargador conseguiu autorização judicial e a levou de volta pra casa (Piauí)
@BiazitaGomes Tão perigoso quanto são casos reais como o da Sônia, que podem abrir precedentes muito perigosos e ninguém se manifesta. Estamos a um passo de normalizar o trabalho escravo.
https://t.co/mRuYR8IVhz
🤔 A lógica e o sentido das coisas parecem não fazer parte das decisões que até o momento não possibilitaram a liberdade de Sônia.
🚫 A negação desse direito fundamental, entra em contradição com a suposta existência de direitos humanos universais no Brasil. #sonialivre