Voltei
Cansado sim, mas trabalho finalizado e que ronquém os motores já que em breve teremos novidades
Praticamente 2 horas de sono.
Se preparem que é bomba das grandes
Será luz gigante em algumas questões
Com @andrematheus85@lucasmourao_@rodrigorc72@rodrigorc72
Nunes Marques negou pedido para barrar propaganda de Flávio Bolsonaro que dizia que Lula “dividiu seu poder com Alexandre de Moraes”, “fortaleceu o crime” e “deixou o pobre mais pobre”.
A coligação de Lula apresentou dados oficiais e alegou falsidade e grave descontextualização.
Nunes Marques entendeu, em análise preliminar, que as frases estão no campo da interpretação e da crítica política e que não havia demonstração suficientemente segura de falsidade objetiva.
Sobre “fortaleceu o crime”, disse que os indicadores apresentados não permitem reconhecer a falsidade “de plano”.
Sobre “deixou o pobre mais pobre”, afirmou que diferentes indicadores e períodos podem sustentar avaliações distintas.
Processo 0602062-47.2026.6.00.0000.
Lula mantém 55% de chance de vencer eleição, diz diretor da Eurasia Group | Christopher Garman diz que soma de medidas anunciadas pelo governo e fake news sobre Nossa Senhora Aparecida não são bala de prata, mas reforçam premissa de que, numa eleição ... https://t.co/g6Cg9uvgVh
@BiazitaGomes@crushdobbb20 Bia bom dia
Pq sempre as pesquisas não fazem como a CNT MDA ...
Mais abrangentes...
Vc crê que usam para manter o tal candidato na disputa?
O que vc crê?
E imagina?
Enxerga sobre isso?
Por gentileza
Exclusivo: reportagem de Rodrigo Rangel publicada nesta terça (29) pelo PlatôBR traz mensagens, documentos, áudios e fotos guardados por Alexandre Santini, ex-sócio e antigo amigo de Flávio Bolsonaro. Segundo a apuração, o material envolve encontros com garotas de programa, despesas pessoais pagas por pessoas próximas e um Rolex de ouro branco de R$ 305 mil comprado pelo advogado Alan Belaciano para Flávio.
Mas o trecho mais sensível envolve Kassio Nunes Marques.
Santini escreveu a Flávio afirmando que ele teria falado diretamente com Kassio e intermediado interesses de um cliente que possuía processo no gabinete do ministro. A reportagem diz ainda que teria sido marcado um jantar para tratar do caso, inclusive com participação do chefe de gabinete de Kassio. Logo após receber a mensagem, Flávio aceitou encontrar Santini; depois da reunião, o ex-sócio comunicou a seus contatos que o conflito estava encerrado. O PlatôBR afirma que não sabe o que foi acertado entre os dois.
E tem mais: hoje, depois de toda essa guerra, Santini voltou a apoiar publicamente Flávio Bolsonaro.
Há um problema técnico grave na decisão de Fux — para nem entrar, por enquanto, nos problemas jurídicos e éticos.
A decisão de André Mendonça determinava a remoção de links específicos. Esses links já foram retirados do ar.
Depois da decisão de Flávio Dino, muita gente voltou a publicar o conteúdo. Só que, obviamente, essas novas postagens têm outros links.
O problema é que a decisão de Mendonça não se limitava ao que já estava publicado: obrigava as plataformas a impedir também futuras postagens com o mesmo conteúdo.
Se essa ordem continuar valendo nesses termos, podemos assistir hoje a uma enxurrada de casos de censura prévia.
E há uma questão técnica elementar: como as redes sociais cumprirão essa determinação em escala, sem análise humana de cada postagem? Por bloqueio automático de palavras? Expressões? Imagens? Menções?
Chegaremos ao ponto de uma plataforma bloquear preventivamente uma postagem simplesmente porque ela menciona Nossa Senhora Aparecida?
Porque, se a consequência prática de uma decisão judicial for transformar a referência à padroeira do Brasil em gatilho para remoção automática de conteúdo, já não estaremos discutindo apenas liberdade de expressão. Estaremos diante de uma restrição que atinge diretamente o discurso religioso.
E, se isso não levantar uma discussão séria sobre censura prévia e liberdade religiosa, será difícil imaginar o que levantaria.
🚨 Dois dias depois de almoçar com Flávio Bolsonaro, candidato do PL é acusado de ameaçar sacar uma arma contra militantes do PSOL no Rio.
Alexandre Knoploch (PL), deputado estadual e candidato à reeleição, se envolveu nesta segunda-feira (28) em uma confusão com militantes ligados à campanha de Flávio Serafini (PSOL), na Tijuca.
No vídeo, Knoploch discute com o grupo e leva a mão à cintura. A campanha de Serafini afirma que houve exibição de arma de fogo, uso de gás de pimenta e intimidação e anunciou registro de ocorrência e notícia-crime à Justiça Eleitoral.
O detalhe político: no sábado, Knoploch participou de um almoço com Flávio Bolsonaro e Douglas Ruas, candidatos do PL à Presidência e ao governo do Rio.
As imagens estão aí.